GPIDEIA TECNOLOGIA http://gpideia.com.br/ Noticias sobre tecnologias, web, aplicativos, e muito mais pt-BR Volkswagen revela o Nivus, modelo global que estreia no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-revela-o-nivus-modelo-global
Sempre com motor 1.0 turbo e câmbio automático, o "SUV-cupê" fica entre o Polo e o T-Cross. Pablo Di Si, presidente da Volkswagen para a América do Sul, na apresentação do Nivus Reprodução A Volkswagen revelou nesta quinta-feira (28) todos os detalhes do Nivus. O Brasil será o primeiro mercado do mundo a receber o modelo, que chegará às lojas nas próximas semanas. Preços não foram revelados. Produzido em São Bernardo do Campo (SP), o SUV será exportado para toda a América Latina. Na Argentina, seu lançamento está marcado para o final do segundo semestre deste ano. Na segunda metade de 2021 será a vez da Europa, que também produzirá o Nivus. Todas as configurações do modelo serão equipadas exclusivamente com motor 1.0 turbo. A motorização entrega até 128 cavalos de potência e 20,4 kgfm de torque, e será sempre acompanhada do câmbio automático de 6 marchas. Questionada pelo G1 sobre a exclusividade mecânica, a marca disse que quem desejar motorizações menores pode optar pelo Polo (com os 1.0 e 1.6 aspirados) e, maiores, pelo T-Cross (como o 1.4 turbo). Projeção do Volkswagen Nivus Divulgação Maior do que o T-Cross Por causa das linhas, ele é maior e mais baixo do que o T-Cross. São 4,27 metros de comprimento (contra 4,20 m do "irmão") e 1,49 metro de altura (contra 1,57 m). A distância entre-eixos é de 2,57 metros, a mesma do Polo. Todos compartilham a plataforma modular MQB. O destaque fica para o porta-malas de 415 litros - maior do que os 373 do primeiro nível do T-Cross, do que os 300 litros do Polo e do que os 393 litros do Chevrolet Tracker, principal novidade entre os SUVs compactos. Todos os ajustes de direção e suspensão são próprios para o Nivus, assim como o eixo traseiro, de maior rigidez torcional em relação ao Polo. Também em comparação com o hatch, a suspensão é elevada em 1 centímetro. As rodas são de liga leve de 17 polegadas. Central multimídia inédita Totalmente integrado ao veículo, o VW Play foca em conectividade e serviços em uma tela personalizável de 10 polegadas, com alta definição e sem botões físicos. Ele será complementar ao quadro de instrumentos digital Active Info Display, também com tela de 10 polegadas. De acordo com o presidente da Volkswagen na América Latina, Pablo Di Si, há planos para que o VW Play chegue em breve a outros modelos da marca. Para ele, o compartilhamento da plataforma MQB, estrutura sobre a qual foram feitos o Nivus e os modelos mais recentes, como T-Cross, Polo/Polo Sedan e Golf, torna a instalação "muito simples" para o restante da linha. Entre as principais novidades do VW Play estão a conexão do Apple CarPlay sem cabo (para o Android Auto permanece a forma convencional) e a memória interna de 10 GB para armazenar aplicativos, que podem ser baixados diretamente da loja de apps instalada no veículo. Sem sistemas nativos de música e navegação, o modelo terá alguns aplicativos instalados de fábrica. Entre eles o Deezer, como aplicativo oficial de música, e o Waze, para navegação, além do delivery de comida iFood. O sistema também será capaz de reproduzir vídeos em alta definição, com a garantia de que motorista, carona e passageiros do banco traseiro poderão assistir às imagens com a mesma nitidez. A marca diz seguir as normas de trânsito e, por isso, a reprodução só será possível com o veículo parado. Outra novidade é o modo "valet", que bloqueia o acesso a informações pessoais do motorista e ao rádio. O desbloqueio é feito por uma senha previamente definida. O VW Play também promete dar mais tranquilidade em situações que possam gerar dúvida ou medo. Totalmente integrado ao veículo, ele explicará os detalhes caso alguma luz desconhecida se acenda no painel e indicará o que deve ser feito. Caso seja necessário, o sistema pode até realizar o agendamento da verificação em uma concessionária ou acionar um guincho. Também será possível agendar uma revisão programada - o veículo avisará quando chegar a hora e mostrará os dias e horários disponíveis para que o proprietário escolha. No campo de busca, além de realizar pesquisas por funções do carro, também será possível tirar dúvidas sobre, por exemplo, como instalar uma cadeirinha de bebê. Esta matéria está em atualização. ]]>
Nissan reduzir nmero de modelos e fechar fbricas at 2023http://gpideia.com.br/noticia/nissan-reduzira-numero-de-modelos-eFord vai aquecer interior dos carros para reduzir propagao do coronavrushttp://gpideia.com.br/noticia/ford-vai-aquecer-interior-dos-carros-para
Fabricante, em parceria com universiade americana, descobriu que elevar a temperatura para 56 graus, e mantê-la por 15 minutos elimina 99% da concentração viral. Ford Interceptor do departamento de polícia de Massachusetts usa tecnologia de aquecimento da cabine Divulgação A matriz da Ford, nos Estados Unidos, junto com a também americana Universidade de Ohio, criaram uma forma pouco convencional de reduzir a concentração viral (incluíndo o coronavírus) dentro dos veículos: aquecendo a cabine. Segundo o comunicado da fabricante, ao elevar a temperatura para 56 graus, e mantendo-a por 15 minutos, as superfícies da cabine são desinfetadas. Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva Salão do automóvel de Nova York de 2020 é cancelado por causa do coronavírus A tecnologia já está disponível para no modelo Police Interceptor Utility, produzidos entre 2013 e 2019, e que são usados como viaturas policiais nos Estados Unidos e Canadá. Equipe monitora aquecimento de viatura Divulgação "Nossos estudos com a Ford Motor Company indicam que a exposição ao vírus do coronavírus a temperaturas de 56 graus Celsius ou 132,8 graus Fahrenheit por 15 minutos reduz a concentração viral em mais de 99% nas superfícies e materiais internos usados ​​nos veículos Police Interceptor Utility", disseram Jeff. Jahnes e Jesse Kwiek, supervisores de laboratório do departamento de microbiologia da Universidade de Ohio. Para que isso fosse possível, a empresa fez algumas modificações nos veículos. Por isso, é desaconselhável que alguém tente fazer isso por conta. A Ford diz que uma das modificações é a instalação de um programa, que gerencia o sistema de climatização usando o próprio motor do veículo. Ao detectar que a temperatura na cabine tenha atingido os 56 graus, o nível de aquecimento é mantido pelo tempo necessário. Sensores medem a temperatura na cabine da viatura Divulgação Após os 15 minutos, um processo de resfriamento reduz a temperatura dos pontos mais altos. Enquanto a viatura é "assada", o veículo avisa quem está fora, por meio de sinais luminosos em um determinado padrão, que é alterado quando o processo é concluído. A Ford ainda defende a medida como uma complementação das diretrizes de higienização. Segundo a empresa, introduzir ar quente no compartimento de passageiros pode ajudar a alcançar áreas que seriam perdidas nos procedimentos de desinfecção manual, já que o calor tem a capacidade de penetrar nas fendas e nas áreas de difícil acesso. Luzes indicam que o processo ainda não terminou Divulgação Para poder lançar a tecnologia, a Ford testou o software em viaturas de Nova York, Los Angeles, Michigan, Massachusetts, Ohio e na Flórida. A Ford diz que o software poderá ser instalado, na maior parte das vezes, pelas próprias corporações policiais, seja usando as ferramentas de diagnóstico, seja fazendo a ativação por meio de uma sequência de comandos, nos carros mais novos. Quando isso não for possível, as polícias poderão procurar as concessionárias da marca. ]]>
Lamborghini de R$ 11,6 milhes e que tem edio limitada a 63 unidades vira Lego de 4 mil peashttp://gpideia.com.br/noticia/lamborghini-de-r-11-6-milhoes-e-que-tem
Modelo estará à venda no Brasil por R$ 2.500. Carro de verdade pode passar dos 350 km/h. Lego Lamborghini Sian Divulgação A Lego é conhecida por ter fãs de todas as idades, com seus mais variados brinquedos. A mais recente novidade da empresa, porém, deve agradar aos mais crescidos. A empresa lançou nesta quinta-feira (28) uma miniatura em escala 1:8 da Lamborghini Sián FKP 37, o primeiro superesportivo híbrido da empresa italiana. Sián foi apresentada no último Salão de Frankfurt; o G1 conheceu Lego Lamborghini Sian Divulgação A Sián de verdade tem números impressionantes. A começar pelo preço, de 2 milhões de euros (R$ 11,6 milhões, na cotação do dia), e pela tiragem, limitada a apenas 63 unidades. Além disso, a combinação do motor V12 com outro, elétrico, faz com que a potência combinada seja de 819 cavalos, levando o veículo de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos, com máxima superior a 350 km/h. Lamborghini Sian de verdade tem 819 cv e custa R$ 11,6 milhões Newspress Claro que a versão da Lego não tem esse desempenho, mas surpreende por outros detalhes. A começar pelo preço, de R$ 2.499, que faz dela uma das Lamborghinis mais baratas - e um dos Legos mais caros. São 3.969 pecinhas, que, montadas, fazem com que o modelo chegue aos 60 cm de comprimento, 13 cm de altura e 25 cm de largura. Além disso, a miniatura também traz o spoiler traseiro retrátil, portas que abrem para cima e volante com detalhes como o logotipo da Lamborghini. Até o motor V12 é replicado na versão menor. Lego Lamborghini Sian tem quase 4 mil peças Divulgação Por dentro, a Lego diz que o interior foi recriado, incluindo uma transmissão inteiramente funcional, que pode ser engatada com uma manete móvel. No capô dianteiro (o motor é traseiro), ainda há uma pequena maleta, com um código que desbloqueia conteúdo exclusivo para os clientes. O brinquedo ainda é entregue em uma caixa que traz com a silhueta dos faróis e a cor do Lamborghini Sián original, um verde bastante chamativo. Lego Lamborghini Sian traz uma pequena maleta no compartimanto dianteiro Divulgação Brincadeira de gente grande A Lego é conhecida por fazer réplicas de diversos automóveis. Há Ferrari, Porsche, Mini, e até Kombi. Recentemente, a empresa apresentou algumas novidades interessantes. Junto com o lançamento do novo Land Rover Defender, a empresa mostrou sua versão em miniatura do modelo. Bugatti Chiron feito de Lego Newspress No Salão de Paris de 2018, a Lego levou para o pavilhão um Bugatti Chiron em tamanho real, feito com as pecinhas coloridas. Depois, criou uma McLaren Senna, também em tamanho real. E, mesmo quando não lança nenhum produto, acaba em destaque, como fez com uma brincadeira com a picape da Tesla, a CyberTruck. ]]>
Divisria no carro ajuda a proteger contra coronavrus, mas precisa de higienizao constante, dizem infectologistashttp://gpideia.com.br/noticia/divisoria-no-carro-ajuda-a-proteger
Locadoras e aplicativos de transporte começam a disponibilizar película interna para suas frotas no Brasil. Barreira feita em casa pode ser perigosa, apontam médicos. Locadoras e aplicativos de transporte começam a aposta em divisória contra o coronavírus no Brasil Divulgação Uma barreira fixada entre motoristas e passageiros dentro dos carros começou a ser utilizada por locadoras e aplicativos de transporte no Brasil como modo para prevenir a transmissão do novo coronavírus. Em meio à pandemia, Unidas e Cabify criaram variedades de película para a instalação entre os assentos dianteiros e traseiros dos veículos. A divisória ajuda a proteger contra a Covid-19, afirmaram infectologistas entrevistados pelo G1. Coronavírus: veja perguntas e respostas Mas os médicos também alertam que a barreira precisa ser higienizada constantemente durante o dia. Além disso, afirmam que soluções caseiras, feitas com material plástico finos e sem rigidez, podem trazer perigo pela dificuldade de limpeza. “Não existe um estudo ainda sobre isso (as películas), porque é uma novidade, mas as barreiras dificultam por si só a transposição do vírus. Mas ele (coronavírus) tende a ficar na superfície, então não tocar o material é fundamental”, explica o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto Emílio Ribas. Para os especialistas é importante a limpeza das películas. “Se for um material rígido, é algo interessante, desde que faça a higiene”, afirma Rosana Richtmann, médica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). “A proteção é até maior para o motorista do que para o passageiro, porque é ele que está toda hora em contato com pessoas diferentes”. Mesmo com o uso das películas, motoristas e passageiros não podem se descuidar em relação aos outros cuidados contra o coronavírus, relembra o infectologista Gorinchteyn. "Os vidros precisam estar abertos, todos usando máscara e sempre higienizando as mão com álcool gel", disse. "O ar condicionando e o ar quente, qualquer ventilação do veículo, também não devem ser utilizados. Eles projetam o vírus", afirmou Gorinchteyn. As películas de proteção de Cabify e Unidas têm características diferentes. Enquanto a da empresa de aplicativo é mais vedada, a da locadora de veículos tem a partes vazadas pelas laterais. Para os médicos, ambas são eficientes. "Mesmo que ela seja levemente vazada, não haveria problema porque os vidros vão ser mantidos abertos. Então, a medida que o carro circula, a corrente de ar carregaria o vírus para fora", explica o infectologista Jean Gorinchteyn. Onde tem a barreira Desde o início da pandemia de coronavírus, exemplos de proteção para motoristas e passageiros foram criados pelo mundo. Na China, motoristas do aplicativo Didi receberam divisórias de plástico para a prevenção da Covid-19 dentro dos veículos. No Brasil, a Cabify começará a distribuição de sua divisória para motoristas do aplicativo na próxima semana nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Campinas e Santos. De acordo com a empresa, o material é composto de um plástico de perfil grosso. O kit também virá com máscaras laváveis e álcool gel. Divisório contra o coronavírus da Cabify no Brasil Divulgação O G1 questionou sobre quantas divisórias seriam distribuídas, e a empresa disse que elas serão entregues aos "motoristas mais ativos", sem divulgar o número total. A locadora Unidas, que tem uma frota de 65 mil veículos para aluguel de pessoas físicas, começou um projeto piloto em São Paulo com a disponibilização de placa de acrílico aos locatários. O item pode ser alugado por R$ 9,90 por semana. "Nos primeiros dias vamos ofertar uma quantidade limitada para o piloto na cidade de São Paulo. No entanto, possuímos capacidade de aquisição de 1.000 unidades por dia", diz Carlos Sarquis, diretor da divisão de locação da Unidas. De acordo com a empresa, o novo acessório de proteção será distribuído para todo o território nacional à medida em que houver adesão em São Paulo. "A nossa expectativa é de que haja um aumento do uso do transporte por aplicativo, seja para a mobilidade de trabalhadores de atividades essenciais ou pela própria retomada dos negócios", afirma Sarquis. Placa acrílica de proteção contra a Covid-19 da Unidas DIvulgação O G1 também entrou em contato com Uber, 99, Localiza e Movida para verificar se essas empresas de aplicativos e locadoras teriam algum plano sobre a implantação de películas internas nos carros. Aplicativos adotam medidas de ajuda a motoristas e entregadores na pandemia Nenhuma dessas empresas utilizará as divisórias por enquanto. Em resposta, a Localiza afirma que implementou um "processo rigoroso" para assegurar a esterilização de seus veículos e vans. O Uber diz que tomou uma "série de ações contra a Covid-19", entre elas a suspensão do Uber Juntos, que fazia viagens compartilhadas entre passageiros, e o uso obrigatório de máscaras, além de ferramenta para identificação se passageiros e motoristas estão as utilizando. A 99, por sua vez, afirma que está trabalhando com o processo de higienização dos veículos. Por meio de uma névoa seca, a empresa diz ter desinfetado cerca de 70 mil carros, além de distribuir máscaras. A Movida ainda não se posicionou até a última atualização desta reportagem. Limpeza 2 vezes ao dia Os especialistas afirmam que é importante que o material da barreira tenha certa rigidez para que possa ser limpo corretamente. Para a higienização, pode ser utilizado o próprio álcool gel ou quaternário de amônia. "É preciso limpar ao menos duas vezes ao dia", afirmou Gorinchteyn. No Brasil, algumas soluções caseiras também foram criadas por motoristas de aplicativos como a aplicação de um plástico fino fazendo a divisória. "No plástico, o vírus pode sobreviver até 72 horas", alerta a infectologista Rosana Richtmann. Motoristas de aplicativo improvisam proteção com plástico para evitar coronavírus TV Vanguarda/Reprodução Para a infectologista, o ideal, neste caso, seria a troca diária do componente dentro do veículo como a empresa de aplicativo Didi mostrou na China, onde também era utilizada uma fina membrana plástica. Em Santos, motoristas também criaram "bolha" dentro dos veículos para evitar o contágio da doença. Comparado ao transporte coletivo, no entanto, o transporte por carros de aplicativos é considerado de menor risco de contágio, como explica o médico Wladimir Queiroz, membro da SBI "O transporte coletivo tem o maior risco, porque você coloca muitas pessoas por metro. Ele ganha disparado na frente de um táxi por exemplo. Sempre existe o risco, mesmo nos carros, mas o contato é menor", explica o médico. Motoristas devolvem 160 mil veículos Os aluguéis de veículos despencaram no Brasil com o avanço da pandemia do coronavírus. Dos 200 mil carros alugados para motoristas de aplicativos, aproximadamente 160 mil foram devolvidos desde o início da quarentena até meados de maio. Veja como é a divisória de plástico na China Motoristas chineses criam barreiras para conter o coronavírus Em Santos, motoristas criaram 'bolha' nos veículos Motoristas criam isolamento plástico para não manter contato com passageiros Initial plugin text ]]>
Taxa de mortalidade no trnsito cai 32% no Brasil entre 2010 e 2018, diz ministriohttp://gpideia.com.br/noticia/taxa-de-mortalidade-no-transito-cai-32
Em 2018, mais de 32 mil pessoas morreram em acidentes no país. Em 2010, foram 42,8 mil. Em 2018, acidentes de trânsito mataram mais de 32 mil pessoas Reprodução / TV Globo A taxa de mortalidade no trânsito brasileiro caiu 32% entre 2010 e 2018, divulgou o Ministério da Saúde, citando o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) da pasta. Em 2018, o trânsito matou 14,8 pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes, contra 21,8 mortes a cada 100 mil pessoas em 2010. Considerando os números absolutos, em 2018 houve 32.655 óbitos por lesão de trânsito, contra 42.844 em 2010. Nesse caso, a queda foi de 23,8%. No entanto, é preciso considerar que a população brasileira aumentou nesse período, cerca de 7%, segundo o IBGE. Alemanha tem rodovias sem limite de velocidade, mas trânsito mata 4x menos do que no Brasil Indenizações pagas pelo DPVAT voltam a crescer depois de 4 anos de queda ONU quer reduzir em 50% as mais de 1 milhão de mortes por acidentes no trânsito Na comparação com 2017, quando 35.374 pessoas perderam a vida, também houve queda, de 7,7%. A taxa de mortalidade, no ano, foi de 17 pessoas a cada grupo de 100 mil habitantes. Ainda não há informações de 2019. Veja, na tabela abaixo, a evolução nos números de mortes no trânsito entre 2010 e 2018. O Ministério ainda informou que, entre 2010 e 2018, houve redução de pelo menos 50% no índice de mortes por lesões no trânsito em 5 capitais: São Paulo (-72,5%), Aracajú (-57,8%), Fortaleza (-51,2%), Recife (-50,4%) e Rio Branco (-50,0%). Porém, não há números absolutos de mortes nessas capitais, ou a taxa de mortalidade em 2010 ou 2018. De acordo com o Ministério da Saúde, entre ocupantes de veículos, ciclistas, pedestres e motociclistas, este último grupo foi o que menos variação sofreu entre 2010 e 2018, com uma redução de apenas 3% na taxa de mortalidade. Veja, na tabela abaixo, o número de mortes, segundo o perfil. Mortes em acidentes de trânsito por perfil de vítima Por outro lado, os pedestres tiveram 49,3% menor incidência de acidentes de trânsito que acabaram em morte. Considerando as regiões do Brasil, a Centro-Oeste foi a que apresentou a maior taxa de mortalidade, com 20,6 mortes por 100 mil habitantes. Na outra ponta, a região Sudeste teve a menor taxa, com 11,3 óbitos a cada 100 mil pessoas. Já entre estados, Tocantins, com 29,6 mortes, é o que apresentou a maior mortalidade por lesões de trânsito no Brasil, com o dobro da média nacional. Amapá, por outro lado, com 8,8 óbitos para cada 100 mil habitantes, tem a menor taxa. O ministério também divulgou informações de mortalidade por faixas etárias. Nesse caso, os grupos entre 20 e 29 anos, assim como os maiores de 70 anos, tiveram a maior mortalidade em acidentes de trânsito em 2018, com 21,2 óbitos por 100 mil habitantes. A divulgação dos números acontece em meio ao chamado "maio amarelo", mês que recebe ações de conscientização e educação no trânsito. A queda na mortalidade no trânsito brasileiro é uma boa notícia. O país, no entanto, segue entre os que possuem as taxas mais altas. Para os próximos anos, o objetivo é cumprir a meta da Organização das Nações Unidas (ONU), que propôs a redução em 50% das mortes no trânsito em todo o mundo. A cada ano, os acidentes de trânsito causam a morte de mais de 1,35 milhão de pessoas em todo o mundo, além de 50 milhões de feridos - e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os acidentes são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. ]]>
Volkswagen mostra desenho do Nivus na vspera do lanamentohttp://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-mostra-desenho-do-nivus-na
'SUV do Polo' chega nos próximos meses, e será posicionado abaixo do T-Cross. Por outro lado, terá equipamentos como faróis de LED e controle de velocidade adaptativo. Projeção do Volkswagen Nivus Divulgação A Volkswagen mostrou nesta quarta-feira (27) um desenho do Nivus, um dia antes da apresentação mundial do modelo, que será feita, pela internet, diretamente de São Paulo. O Nivus é o primeiro modelo desenvolvido pela empresa na América do Sul que também será produzido e vendido na Europa. Ele é tratado como o "SUV do Polo", e chega ao Brasil logo na sequência. A produção será na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). ]]>
Renault e Nissan tero todos os compactos com a mesma plataforma no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/renault-e-nissan-terao-todos-os
Segundo reforço na aliança com a Mitsubishi, até 2025 cada uma das empresas assumirá uma região, um produto ou uma tecnologia. Quase 50% dos modelos produzidos pelo grupo serão feitos em conjunto. Aliança Renault-Nissan foi criada em 1999, por Carlos Ghosn Kenzo Tribouillard/AFP As fabricantes Renault, Nissan e Mitsubishi anunciaram nesta quarta-feira (27) que produzirão em conjunto "quase 50%" de seus modelos até 2025. Para o Brasil, todos os compactos terão a mesma plataforma. Renault-Nissan-Mitsubishi: conheça a aliança criada pelo brasileiro Carlos Ghosn Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva De acordo com um comunicado da aliança franco-japonesa, esta união "permitirá reduzir os custos e os gastos de investimentos em até 40%" em cada veículo fabricado em comum. "A aliança é a chave de nossa resiliência e de nossa competitividade (...) Hoje, o foco volta para a eficiência e competitividade, mais do que os volumes", declarou o presidente do grupo, Jean-Dominique Senard, em uma entrevista coletiva. 'Regiões de referência' O objetivo da nova estratégia das montadoras para reduzir custos é que cada uma das empresas assuma a liderança em uma região, um produto ou uma tecnologia e os demais sócios acompanhem a primeira montadora. A produção de veículos concebidos de maneira conjunta se reagrupará em uma única fábrica do grupo "quando isto for considerado pertinente", afirma o comunicado. Por exemplo, os SUVs médios e as tecnologias de condução autônoma ficarão a cargo da Nissan, enquanto o desenvolvimento de SUVs compactos serão de responsabilidade da Renault. No que diz respeito à distribuição geográfica, a Nissan será a referência para China, América do Norte e Japão. A Renault vai liderar a aliança na Europa, Rússia, América do Sul e norte da África. A Mitsubishi Motors vai comandar as atividades nos países do sudeste asiático e na Oceania. Como fica o Brasil Na América Latina, as plataformas de produto B (compactos) passarão de quatro variantes para apenas uma, tanto para Renault como Nissan. Esta plataforma será produzida em duas fábricas, cada uma produzindo para as duas marcas. Os planos incluem o Brasil. Segundo um infográfico apresentado pelo grupo, o mercado brasileiro terá até 7 modelos compactos, divididos entre hatches, sedãs e SUVs. Cinco deles pertencerão à Renault, que liderará a América do Sul, e dois à Nissan. Infográfico apresentado pela aliança Renault-Nissan-Mitsubishi mostra planos para o Brasil Reprodução/Renault-Nissan-Mitsubishi Todos serão produzidos a partir da mesma plataforma, a CMF-B, e em duas fábricas diferentes: possivelmente em Resende (RJ), onde a Nissan produz atualmente March e Kicks, e São José dos Pinhais (PR), onde a Renault produz Sandero, Logan, Duster e Captur. No infográfico, a atual linha das marcas aparece com apenas 6 modelos, sem mostrar Kwid e Duster. O G1 questionou a Renault sobre a ausência do subcompacto e do SUV e aguarda retorno. Herança de Carlos Ghosn Com esta estratégia, as empresas desejam priorizar a rentabilidade e acabar com a corrida pelo volume de vendas iniciada pelo ex-presidente Carlos Ghosn, preso em novembro de 2018 no Japão por supostas fraudes. Carlos Ghosn preso: o que se sabe O que se sabe sobre a fuga de Ghosn para o Líbano Desde a detenção de Ghosn, a aliança enfrenta uma crise. E isto apesar de ter sido líder em venda de automóveis no planeta (mais de 10,6 milhões de unidades). Os volumes recordes, apresentados como um triunfo por Ghosn, agora refugiado no Líbano, têm sido de pouca ajuda para as empresas sócias, cuja rentabilidade registrou queda nos últimos meses, mesmo antes do início da pandemia de Covid-19. Detalhes sobre a fuga de Carlos Ghosn do Japão Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1 Initial plugin text ]]>
Renault e Nissan tero 7 compactos com a mesma plataforma at 2025http://gpideia.com.br/noticia/renault-e-nissan-terao-7-compactos-com-a
Cada uma das empresas assumirá uma região, um produto ou uma tecnologia. Quase 50% dos modelos produzidos pelo grupo serão feitos em conjunto. Aliança Renault-Nissan foi criada em 1999, por Carlos Ghosn Kenzo Tribouillard/AFP As fabricantes Renault, Nissan e Mitsubishi anunciaram nesta quarta-feira (27) que produzirão em conjunto "quase 50%" de seus modelos até 2025. Para o Brasil, todos os compactos terão a mesma plataforma. Renault-Nissan-Mitsubishi: conheça a aliança criada pelo brasileiro Carlos Ghosn Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva De acordo com um comunicado da aliança franco-japonesa, esta união "permitirá reduzir os custos e os gastos de investimentos em até 40%" em cada veículo fabricado em comum. "A aliança é a chave de nossa resiliência e de nossa competitividade (...) Hoje, o foco volta para a eficiência e competitividade, mais do que os volumes", declarou o presidente do grupo, Jean-Dominique Senard, em uma entrevista coletiva. 'Regiões de referência' O objetivo da nova estratégia das montadoras para reduzir custos é que cada uma das empresas assuma a liderança em uma região, um produto ou uma tecnologia e os demais sócios acompanhem a primeira montadora. A produção de veículos concebidos de maneira conjunta se reagrupará em uma única fábrica do grupo "quando isto for considerado pertinente", afirma o comunicado. Por exemplo, os SUVs médios e as tecnologias de condução autônoma ficarão a cargo da Nissan, enquanto o desenvolvimento de SUVs compactos serão de responsabilidade da Renault. Na América Latina, as plataformas de produto B (compactos) passarão de quatro variantes para apenas uma, tanto para Renault como Nissan. Esta plataforma será produzida em duas fábricas, cada uma produzindo para as duas marcas. No que diz respeito à distribuição geográfica, a Nissan será a referência para China, América do Norte e Japão. A Renault vai liderar a aliança na Europa, Rússia, América do Sul e norte da África. A Mitsubishi Motors vai comandar as atividades nos países do sudeste asiático e na Oceania. Os dois pilares da associação, Nissan e Renault, devem revelar na quinta (28) e sexta-feira (29), respectivamente, os rígidos planos de economia, incluindo o fechamento de fábricas e cortes de empregos. Herança de Carlos Ghosn Com esta estratégia, as empresas desejam priorizar a rentabilidade e acabar com a corrida pelo volume de vendas iniciada pelo ex-presidente Carlos Ghosn, preso em novembro de 2018 no Japão por supostas fraudes. Carlos Ghosn preso: o que se sabe O que se sabe sobre a fuga de Ghosn para o Líbano Desde a detenção de Ghosn, a aliança enfrenta uma crise. E isto apesar de ter sido líder em venda de automóveis no planeta (mais de 10,6 milhões de unidades). Os volumes recordes, apresentados como um triunfo por Ghosn, agora refugiado no Líbano, têm sido de pouca ajuda para as empresas sócias, cuja rentabilidade registrou queda nos últimos meses, mesmo antes do início da pandemia de Covid-19. Detalhes sobre a fuga de Carlos Ghosn do Japão Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1 Initial plugin text ]]>
Renault, Nissan e Mitsubishi reforam aliana para combater a crise do coronavrushttp://gpideia.com.br/noticia/renault-nissan-e-mitsubishi-reforcam
O objetivo da nova estratégia para reduzir custos é que cada uma das empresas assuma a liderança em uma região, um produto ou uma tecnologia. Aliança Renault-Nissan foi criada em 1999, por Carlos Ghosn Kenzo Tribouillard/AFP As fabricantes Renault, Nissan e Mitsubishi anunciaram nesta quarta-feira (27) que produzirão em conjunto "quase 50%" de seus modelos até 2025. O reforço na aliança é uma resposta à crise provocada pela pandemia do coronavírus, que paralisou o setor. Renault-Nissan-Mitsubishi: conheça a aliança criada pelo brasileiro Carlos Ghosn Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva De acordo com um comunicado da aliança franco-japonesa, esta união "permitirá reduzir os custos e os gastos de investimentos em até 40%" em cada veículo fabricado em comum. "A aliança é a chave de nossa resiliência e de nossa competitividade (...) Hoje, o foco volta para a eficiência e competitividade, mais do que os volumes", declarou o presidente do grupo, Jean-Dominique Senard, em uma entrevista coletiva. Divisão por marca O objetivo da nova estratégia das montadoras para reduzir custos é que cada uma das empresas assuma a liderança em uma região, um produto ou uma tecnologia e os demais sócios acompanhem a primeira montadora. A produção de veículos concebidos de maneira conjunta se reagrupará em uma única fábrica do grupo "quando isto for considerado pertinente", afirma o comunicado. Por exemplo, os SUVs (veículos utilitários esportivos) ou veículos off-road de porte médio, como o Renault Kadjar e o Nissan Qashqai, "ficarão a cargo de Nissan", enquanto os pequenos SUV (Renault Captur, Nissan Juke) "serão de responsabilidade da Renault", explica o comunicado. No que diz respeito à distribuição geográfica, a Nissan será a referência para China, América do Norte e Japão. A Renault vai liderar a aliança na Europa, Rússia, América do Sul e norte da África. A Mitsubishi Motors vai comandar as atividades nos países do sudeste asiático e na Oceania. Os dois pilares da associação, Nissan e Renault, devem revelar na quinta (28) e sexta-feira (29), respectivamente, os rígidos planos de economia, incluindo o fechamento de fábricas e cortes de empregos. Herança de Carlos Ghosn Com esta estratégia, as empresas desejam priorizar a rentabilidade e acabar com a corrida pelo volume de vendas iniciada pelo ex-presidente Carlos Ghosn, preso em novembro de 2018 no Japão por supostas fraudes. O que se sabe sobre a fuga de Ghosn para o Líbano Desde a detenção de Ghosn, a aliança enfrenta uma crise. E isto apesar de ter sido líder em venda de automóveis no planetas (mais de 10,6 milhões de unidades). Os volumes recordes, apresentados como um triunfo por Ghosn, agora refugiado no Líbano, têm sido de pouca ajuda para as empresas sócias, cuja rentabilidade registrou queda nos últimos meses, mesmo antes do início da pandemia de Covid-19. Detalhes sobre a fuga de Carlos Ghosn do Japão Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1 Initial plugin text ]]>
Um quinto dos brasileiros diz que usa celular ao volante, e um em cada dez afirma beber antes de dirigir, mostra pesquisahttp://gpideia.com.br/noticia/um-quinto-dos-brasileiros-diz-que-usa
Estudo do Ministério da Saúde ouviu 25 mil condutores brasileiros das 26 capitais e do Distrito Federal. Infração para dirigir usando o celular é gravíssima Felix Carneiro/Governo do Tocantins Uma pesquisa feita por telefone pelo Ministério da Saúde, com mais de 25 mil motoristas, mostra que 1 em cada 5 brasileiros diz que usa o celular ao volante, enquanto 1 em cada 10 afirma beber antes de dirigir. Os dados são da Vigitel, uma pesquisa feita por pelo governo para mapear os riscos de lesões de trânsito no país, e foram divulgados nesta terça-feira (26) pelo Ministério da Saúde. Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção Alemanha tem rodovias sem limite de velocidade, mas trânsito mata 4x menos do que no Brasil Ao todo, foram entrevistadas 52,3 mil pessoas, das 26 capitais e do Distrito Federal. Destas, pouco mais da metade, 25,2 mil, são condutoras, e, portanto, responderam às perguntas sobre questões relacionadas ao trânsito. Álcool e direção Motorista realiza teste do etilômetro no Amapá - operação Lei Seca Secom/Divulgação De acordo com a pesquisa, 11,4% dos entrevistados afirmaram que já beberam antes de dirigir. Os homens, com 14,2% cometeram a infração com mais frequência do que as mulheres (6,3%). Considerando as capitais, Teresina, (24,1%), Palmas (20,3%) e São Luís (20,1%), foram as cidades com maior incidência da combinação entre álcool e direção. No outro extremo, as menores taxas foram observadas em Recife (5,7%), Vitória (6,0%) e Rio de Janeiro (7,6%). A mistura entre bebida e direção é mais frequente entre jovens de 25 a 34 anos, com 14% dos entrevistados desta faixa etária. Em seguida, aparecem aqueles entre 35 e 44 anos, com 12,5%. Idosos de 65 anos ou mais são os mais prudentes - apenas 5,4% disseram ter bebido antes de dirigir. O nível de escolaridade não está diretamente relacionado ao consumo de álcool antes de dirigir. Entre aqueles que responderam à pesquisa, e tiveram, 12 anos ou mais de estudos, 12,4% afirmaram que já cometeram o crime. Por outro lado, 9,6% dos que tiverem entre 0 e 8 anos de estudo, disseram que já ingeriram bebida alcoólica antes de guiar um veículo. Celular ao volante Outra combinação perigosa, usar o celular ao volante, é ainda mais comum entre os brasileiros. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), usar o celular ao dirigir aumenta em 4 vezes a chance de o motorista se envolver em um acidente. Ainda assim, um quinto, ou 19,3% dos 25 mil entrevistados, afirmaram cometer a infração. Neste caso, há semelhança nos índices, considerando homens (19,6%) e mulheres (18,8%). No entanto, a tendência de que os mais instruídos cometem a infração com maior frequência se repete. Nesse caso, um quarto dos entrevistados com 12 anos ou mais e estudos, ou 25,6%, disseram usar o celular enquanto dirigem, contra 9,2% daqueles que frequentaram a escola por, no máximo, 8 anos. Entre as capitais, Belém (24%), Rio Branco (23,8%) e Cuiabá (23,7%) apresentam os maiores índices de desrespeito à lei, enquanto as menores foram observadas em Salvador (14,1%), Rio de Janeiro (17,1%) e São Paulo (17,2%). VÍDEO: Veja risco de dirigir e usar celular Guia Prático #78: Veja risco de dirigir e usar celular e como é frear sem ABS ]]>
Depois de ser adiado, Salo do automvel de Nova York de 2020 cancelado por causa do coronavrus http://gpideia.com.br/noticia/depois-de-ser-adiado-salao-do
Evento aconteceria primeiro em abril, e havia mudado para agosto. Antes dele, mostras automotivas de Genebra, Paris e Detroit foram canceladas pela mesma razão. Salão de Nova York em 2016 Shannon Stapleton/Reuters A organização do Salão de Nova York anunciou o cancelamento da edição 2020 por causa do novo coronavírus. O centro de convenções onde o evento aconteceria está sendo usado como hospital de campanha durante a pandemia o que impediu realizar o evento em agosto, como estava planejado. A nova data para o salão será apenas em 2021, de 2 a 11 de abril. Antes do cancelamento em definitivo, o Salão de Nova York de 2020 foi adiado de abril para o final de agosto, a partir do dia 28, mas continuação da pandemia impediu sua realização. "Devido à incerteza causada pelo vírus, achamos que não seria prudente continuar com o salão de 2020 e, em vez disso, estamos nos preparando para um 2021 ainda maior", disse a organização do evento. Coronavírus causou o adiamento do Salão de Pequim, o principal da Ásia em 2020 Principal feira automotiva da Europa, Salão de Genebra foi cancelado às vésperas da abertura Saiba tudo sobre o novo coronavírus O Salão de Nova York é mais um grande evento automotivo afetado pela propagação do coronavírus. Antes dele, o Salão de Pequim havia sido adiado - e ainda não tem uma data definida. Já o Salão de Genebra, o principal da Europa, e que abriria as portas ao público em 5 de março, foi cancelado quatro dias antes das apresentações para a imprensa. Paris e Detroit, que aconteceriam, respectivamente, nos próximos meses de junho e outubro também não terão edições em 2020. ]]>
Hyundai adia para junho a retomada total da produo em Piracicaba, SPhttp://gpideia.com.br/noticia/hyundai-adia-para-junho-a-retomada-totalCoronavrus faz marcas de caminho 'correrem' para criar ferramentas de vendas digitaishttp://gpideia.com.br/noticia/coronavirus-faz-marcas-de-caminhao
Mercedes, Volkswagen e Scania tiveram que priorizar novas formas de negócio para não perderem ainda mais espaço durante a pandemia. Carros e caminhões têm processos bem diferentes de venda. Nos primeiros, a emoção do cliente às vezes supera a razão. Já com os consumidores dos “grandões”, isso é mais difícil, já que são bens de produção muito mais caros. Até por isso, as vendas virtuais era raras... mas a pandemia do coronavírus já mudou isso. “Fomos de 0% digital para 80% digital (durante a pandemia). Começou a regredir quando o pessoal começou a atender normalmente, mas a migração vai ser mais rápida”, disse Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania, a terceira maior vendedora de caminhões do Brasil. Marcas de carro apostam em lojas nas redes sociais A empresa sueca e a Volkswagen, ambas pertencentes ao mesmo grupo, são as únicas no Brasil que possuem um configurador completo em seus sites. Hoje, o cliente pode personalizar totalmente o caminhão, mas a compra ainda não é possível. A pandemia do coronavírus, no entanto, fez com que as empresas percebessem a necessidade de viabilizar a compra na própria plataforma para um futuro não muito distante. "Nosso setor é muito tradicional, tem uma certa resistência de se abrir a novidades. Esse período de isolamento social, de aprendizado coletivo, está levando empresas que tinham resistência a estabelecer negociações online a se adaptarem", disse Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, marketing e pós-vendas da Volkswagen Caminhões e Ônibus. Scania é uma das poucas marcas com um configurador no Brasil Reprodução Para atender os clientes de forma mais digital, a Volkswagen desenvolveu uma forma de comunicação direta com a fábrica, por meio da leitura de um QR Code. "O cliente lê o código e já entra em um bate-papo com um atendimento direto da fábrica. A demanda é filtrada, e vai para a fábrica ou um concessionário da região do cliente", explica Alouche. Volkswagen criou uma linha direta entre a fábrica e o cliente Divulgação Segundo o executivo, esse processo estava em curso, mas seu prazo de implantação, ainda como uma fase de testes, com expectativas baixas, era para daqui um ano. No caso da Scania, a compra online do caminhão ainda não está disponível. Mas, o desenvolvimento foi acelerado. “É um projeto global que estava sendo previsto para daqui 2 ou 3 anos, e agora se tornou uma das prioridades”, dissr Munhoz. “O projeto para melhorar o configurador está sendo acelerado. O cliente vai poder sair com a cotação e o financiamento já prontos. Se quiser viabilizar já no site, vai poder”, completou. A líder de vendas do segmento no Brasil, Mercedes-Benz, também tomou a dianteira nesta corrida pela venda digital de caminhões. A marca alemã lançou no último sábado (23) uma plataforma online para venda de caminhões novos, seminovos, peças e serviços. Após fazer um cadastro, o cliente poderá acessar um ambiente com todas as ferramentas. Sistema online de venda de caminhões da Mercedes-Benz Reprodução No caso das compras, será direcionado para uma concessionária de sua região. "É importante ter a interlocução com alguém da sua área, que entende sua situação e fala do seu jeito", disse Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz. "Esse é o movimento nessa direção que acreditamos muito. Não sei se vamos ter 10, 20 ou 30% das vendas de forma digital. O que a gente espera, é que tudo isso que etá acontecendo vai mudar o conceito de compra", afirmou Leoncini. Assim como seus colegas de Scania e Volkswagen, Leoncini afirmou que o conceito de digitalização dos negócios estava em curso na Mercedes, mas que, da mesma forma que nas concorrentes, não era uma prioridade. "Estávamos para fazer essa discussão em 24 meses, entre início, meio e fim. Talvez, a ferramenta pudesse aparecer lá no final. Mas não tínhamos nenhuma intenção de antecipar esse prazo", comentou. Produzir para entregar Fábrica de caminhões da Volkswagen Divulgação As três empresas, que possuem quase 70% do mercado de caminhões, já retomaram a produção em suas fábricas, após passarem por adaptações para evitar aglomerações. Os funcionários, por exemplo, têm a temperatura aferida antes de entrarem em seus turnos. Além disso, a quantidade de funcionários transportados em cada ônibus fretado caiu. Mercedes espera queda de pelo menos 20% na venda de caminhões no Brasil Volkswagen e Scania retomam a produção de caminhões e ônibus no Brasil A Scania também dividiu os funcionários em 2 turnos, em vez de 1, como era antes. "Tivemos que abrir muitos outros horários de almoço e janta para garantir um maior fluxo entre as pessoas", disse Munhoz. Previsões revistas Fábrica de caminhões da Mercedes-Benz Mercedes-Benz/Divulgação As fabricantes decidiram reabrir as fábricas como uma forma de recuperar o volume de negócios de antes da pandemia. Ainda assim, as três esperam uma queda nas vendas em 2020. "Voltamos a produzir para pagar uma dívida que temos com o mercado. Entramos na quarentena com 2.000 pedidos. As outras empresas produzem e colocam no pátio. Nós não. Primeiro vendemos o caminhão, depois produzimos e entregamos", disse Munhoz, da Scania. Por isso, até meados de julho, toda a produção em São Bernardo do Campo (SP) será destinada para suprir os pedidos já realizados. A empresa acredita que o mercado vá cair entre 35 e 40% este ano. Fábrica de caminhões da Volkswagen Divulgação Em Resende (RJ), a Volkswagen retomou a produção com um terço dos funcionários, que produzem 40% do que era feito antes do coronavírus. A expectativa da empresa era que o mercado crescesse de 10 a 15% em 2020. Agora, sem falar sobre expectativas, Alouche tem a certeza de que não haverá qualquer alta em relação ao ano passado. No entanto, já percebe uma movimentação em alguns setores. "Distribuição de alimentos, limpeza pública e agronegócio estão cotando caminhões, negociando. O próximo setor a reagir será o de distribuição urbana. Vejo com perspectiva otimista, porque as pessoas, com esse período de home-office, isolamento social, estão aprendendo a viver de outra forma", disse. Já Philipp Schiemer, presidente da Mercedes, afirmou ao G1, em abril, que esperava, na melhor das hipóteses, uma queda de 20% nas vendas para 2020. ]]>
Justia alem condena Volkswagen a indenizar cliente lesadohttp://gpideia.com.br/noticia/justica-alema-condena-volkswagen-a
Empresa é acusada de prejudicar motoristas ao instalar dispositivo que fazia veículos parecerem menos poluentes, no escândalo conhecido como Dieselgate. Decisão abre precedente para julgamento de milhares de ações. Escândalo 'dieselgate' foi revelado em 2015 após testes mostrarem manipulação nas emissões de carros da montadora Michele Tantussi/Reuters O Tribunal de Justiça Federal da Alemanha, mais alta corte do país, condenou nesta segunda-feira (25) o grupo automotivo alemão Volkswagen a reembolsar parcialmente um cliente afetado por uma alteração nos motores a diesel de carros da empresa, no caso conhecido como Dieselgate, que afetou 11 milhões de veículos em todo o mundo. Cronologia do 'dieselgate' A montadora é acusada de ter prejudicado deliberadamente seus clientes ao instalar, sem o conhecimento deles, um dispositivo que fazia o veículo parecer menos poluente do que realmente era. A decisão abre precedente para o julgamento de outras dezenas de milhares de processos de proprietários alemães de veículos da Volkswagen. Pelo menos 60 mil ações individuais de clientes permanecem nos tribunais do país. Para o juiz Stephan Seiters, a Volkswagen "conscientemente e sistematicamente enganou as autoridades" por vários anos em uma "perspectiva de lucro". A decisão desta segunda-feira se refere especificamente ao caso de um homem de 65 anos, morador do estado da Renânia-Palatinado, que comprou um Volkswagen Sharan usado em 2014. Em um julgamento anterior, a montadora havia sido condenada a aceitar a devolução do veículo e a pagar ao aposentado 25.616 euros, valor um pouco abaixo dos 31.490 euros pagos originalmente. O montante foi calculado levando em consideração o uso e a quilometragem do veículo. Ambas as partes recorreram. Agora, a mais alta corte do país confirmou a sentença do tribunal de apelação, um revés para a Volkswagen. Em setembro de 2015, veio à tona que a montadora havia instalado um software em 11 milhões de veículos, o que permitiu enganar testes de emissões de poluentes. Do total, 2,4 milhões foram vendidos na Alemanha. O programa identificava quando o veículo estava em teste e reduzia as emissões do motor. Desde que admitiu o escândalo do Dieselgate, a montadora teve que desembolsar mais de 30 bilhões de euros em multas, indenizações e recalls. Grande parte dessa quantia foi destinada a 500 mil consumidores americanos. Em fevereiro deste ano, a montadora se dispôs a pagar cerca de 830 milhões de euros a aproximadamente 260 mil clientes alemães. O valor foi definido em um acordo extrajudicial entre a Federação das Organizações de Consumidores Alemães (VZBV) e a empresa. ]]>
Concessionrias na China do bnus aos a clientes para tentar retomar vendas de carroshttp://gpideia.com.br/noticia/concessionarias-na-china-dao-bonus-aosPandemia de coronavrus leva locadora de carros Hertz falncia nos EUA e no Canadhttp://gpideia.com.br/noticia/pandemia-de-coronavirus-leva-locadora-de
Empresa afirma que impacto da Covid-19 na demanda de viagens foi 'repentino e dramático, levando a uma queda acentuada na receita da empresa e reservas futuras'. Unidade da Hertz em Pasadena, no estado americano da Califórnia Mario Anzuoni/Reuters A empresa de aluguel de carros Hertz, afetada pelo impacto da pandemia de coronavírus, anunciou nesta sexta-feira (23) que entrou com pedido de falência nos Estados Unidos e no Canadá. "O impacto da Covid-19 na demanda de viagens foi repentino e dramático, levando a uma queda acentuada na receita da empresa e reservas futuras", afirmou a empresa em comunicado. As principais regiões operacionais globais da Hertz, como Europa, Austrália e Nova Zelândia, não estão incluídas no processo de falência anunciado nos Estados Unidos. Cresce procura por aluguel de carros por longos períodos Initial plugin text ]]>
Elon Musk muda parte do nome do filho para se adequar a cartriohttp://gpideia.com.br/noticia/elon-musk-muda-parte-do-nome-do-filho
Bebê X Æ A-12 Musk agora terá Xii, no lugar do número 12. Isso porque Califórnia não aceita nomes que contenham algo além das letras do alfabeto inglês. Elon Musk postou foto do filho com a cantora Grimes Reprodução/Twitter Em mais um capítulo da polêmica em torno do nome do filho recém-nascido, Elon Musk agora diz que vai alterar uma parte da combinação para se adequar às regras de registro da Califórnia. Por isso, o bebê X Æ A-12 Musk passará a ser chamar X Æ A-Xii Musk. As letras Xii podem ser lidas como o numeral romano XII, que também representa o doze. Desta forma, o presidente da Tesla e a cantora Grimes poderão registrar o filho dentro das normas do estado, que permite apenas as letras do alfabeto inglês e veta números e símbolos. Musk não explicou se mudará o símbolo Æ para estar em conformidade com o cartório. O nome inusitado do bebê do bilionário foi divulgado no começo do mês, logo após o nascimento, e gerou diversas interpretações e memes. A mão Grimes chegou a postar o significado de cada parte e também tirou a dúvida de muitos seguidores: como, afinal, se pronuncia essa combinação. Segundo Grimes, o nome significa: X como a variável desconhecida (incógnita). Æ é AI, de inteligência artificial, em inglês, e que também pode ser interpretado como "amor". A-12 é o "precursor do SR-17 (nossa aeronave favorita)", disse Grimes, explicado que o avião não tinha armas, "apenas velocidade". Era "ótimo na batalha, mas não violento", completou. Musk a corrigiu, dizendo que a aeronave é SR-71, e não SR-17. Além disso, o A também representa a música "Archangel", "minha canção favorita", escreveu a mãe do bebê. Sobre a pronúncia, Grimes explicou que é falado o X, o A e o I. Algo como "Xai". Cantora Grimes explica pronúncia do nome X Æ A-12, de seu filho com o bilionário Elon Musk, dono da Tesla Reprodução/Instagram Initial plugin text "Acho que soa como o nome do protagonista de uma história", respondeu Grimes a um seguidor no Twitter que perguntou se ela sabia que se tratava de uma criança, e não de um EP (uma música). O primeiro filho de Musk com Grimes nasceu na última segunda (4). O fundador da montadora de carros elétricos Tesla já tem 5 filhos de outros relacionamentos. Grimes Divulgação Colecionador de polêmicas O nome do filho é apenas mais uma polêmica entre inúmeras de Musk no Twitter. O empresário tem feito uma série de postagens que chamaram a atenção nos últimos dias, incluindo uma em que fala em vender seus bens materiais e ficar sem ter nenhuma casa, e outra em que disse que o preço das ações da Tesla estava superestimado. Essa mensagem estimulou a venda dessas ações, aumentando ainda mais o valor de mercado da empresa, o que pode colocar o executivo de novo na mira do órgão regulador de mercado nos Estados Unidos. Em 2018, Musk já causou uma turbulência ao tuitar que estava considerando tirar a Tesla da bolsa, fazendo o valor das ações disparar, e depois voltou atrás na ideia. Por causa disso, ele foi acusado de fraude e teve de deixar a presidência do conselho da montadora de carros elétricos, além de pagar multa. O bilionário vive respondendo a seguidores e costuma discutir nas redes, como quando chamou de pedófilo um dos mergulhadores que ajudaram no resgate de meninos presos em uma caverna na Tailândia e acabou processado por calúnia, Neste caso, o júri decidiu a seu favor. Elon Musk deu resposta bizarra a seguidora que perguntou nome do filho recém-nascido dele. Reprodução/Twitter Initial plugin text ]]>
Honda retoma a produo de motos em Manaushttp://gpideia.com.br/noticia/honda-retoma-a-producao-de-motos-em
Linhas de produção serão reativadas gradualmente com diversos protocolos de segurança e higiene. Com o retorno, o período de suspensão temporária de contratos de trabalho foi encerrado. Produção de motos da Honda em Manaus (AM) Rafael Miotto/G1 A Honda retomou nesta segunda-feira (25) a produção de motos em Manaus (AM), após dois meses de paralisação pela pandemia do coronavírus. Mesmo com diversos protocolos de segurança e higiene, o retorno dos funcionários será feito de forma gradual. De acordo com a marca, foram estabelecidas cerca de 200 medidas de monitoramento e prevenção contra a Covid-19. Entre elas estão a medição da temperatura dos funcionários no acesso à fábrica, horários diferenciados e intercalados, e limitação no número de pessoas em locais como ônibus fretados, linhas de produção, salas de reunião e refeitórios. Em comunicado, a Honda disse que o retorno encerra antecipadamente os acordos de suspensão temporária de contratos de trabalho feitos com os colaboradores. O G1 questionou a fabricante sobre quantos funcionários retornaram ao trabalho e se eles terão acordos de redução de jornada, mas ainda não teve resposta. Esta matéria está em atualização. ]]>
Detran passa a oferecer servios pela internet durante isolamento social provocado pelo coronavrus em SPhttp://gpideia.com.br/noticia/detran-passa-a-oferecer-servicos-pela
Um dos serviços oferecidos de maneira online é o primeiro registro e licenciamento de veículos novos, transferência de propriedade e de registro, e liberação de carros apreendidos. Detran passa a oferecer serviços pela internet durante o isolamento social provocado pelo coronavírus em SP Reprodução/Detran O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran) passa a oferecer serviços pela internet durante o período de isolamento social provocado pelo coronavírus em São Paulo. A medida foi possível por meio de uma portaria publicada nesta sexta-feira (22) no Diário Oficial. Um dos serviços oferecidos de maneira online é o primeiro registro e licenciamento de veículos novos, transferência de propriedade e de registro, e liberação de carros apreendidos. A mudança também autoriza empresas credenciadas a fazer vistoria, entrega e fixação de placas na residência do motorista. As empresas devem registrar tudo em fotos e vídeos, e são obrigadas a fornecer aos funcionários equipamentos de proteção contra a Covid-19. Quem descumprir as regras pode perder o credenciamento. ]]>