GPIDEIA TECNOLOGIA http://gpideia.com.br/ Noticias sobre tecnologias, web, aplicativos, e muito mais pt-BR Caoa Chery Tiggo 8 chega ao Brasil a partir de R$ 156.900http://gpideia.com.br/noticia/caoa-chery-tiggo-8-chega-ao-brasil-a
Maior e mais caro modelo da marca é produzido em Anápolis, em Goiás. O preço é promocional para o lançamento. Tiggo 8 Reprodução A Caoa Chery revelou nesta quarta-feira (12) todos os detalhes do novo Tiggo 8 para o Brasil. O SUV de 7 lugares chega como o modelo mais caro da marca, e parte de R$ 156.900. O valor, porém, é promocional de lançamento. Depois de um período não especificado pela marca, passará para R$ 168.600. Produzido em Anápolis (GO), o modelo é equipado com um inédito motor 1.6 turbo de 187 cavalos de potência e 28 kgfm de torque, e câmbio automatizado de dupla embreagem, banhado a óleo, com 7 marchas. Há dois modos de condução: Eco e Sport. Com este conjunto, segundo a Caoa Chery, o Tiggo 8 é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos. De acordo com o Inmetro, o SUV tem consumo de até 12 km/l em circuitos rodoviários e 9,8 km/l em ciclos urbanos. Novo Tiggo 8 Reprodução Equipamentos Entre os equipamentos de série, há sensores de pontos cegos, câmeras de visão 360°, carregador sem fio para smartphones, quadro de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas, freio de estacionamento eletrônico, ar-condicionado digital com duas zonas e chave presencial. A lista segue com faróis full LED com ajustes elétricos de altura, teto solar panorâmico, rodas de 18 polegadas, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, 6 airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas e freios a disco nas quatro rodas. A central multimídia tem HD interno de 5,45 Gb e conectividade apenas com Apple Carplay. Parte interna do Tiggo 8 Reprodução Maior modelo da marca Além de mais caro e mais luxuoso, o Tiggo 8 também é o maior modelo da Caoa Chery no Brasil. Com 7 lugares dispostos em 3 fileiras, o SUV tem 4,7 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,7 m de altura e 2,71 m de entre-eixos. São 889 litros de porta-malas com 5 lugares. As dimensões são muito próximas às do Volkswagen Tiguan, que também tem 4,7 metros de comprimento e 1,86 de largura. O rival, porém, tem 1,66 m de altura e 2,8 m de entre-eixos, e porta-malas de 686 litros com 5 bancos posicionados. ]]>
Audi confirma E-Tron GT para 2021 no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/audi-confirma-e-tron-gt-para-2021-no
Sedã elétrico, que ainda é um conceito, vai de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e mira no Porsche Taycan. Audi E-Tron GT Divulgação/Audi A Audi anunciou que sua linha de elétricos E-Tron vai crescer no Brasil. Depois de inaugurar a gama com o SUV (que já teve 80 unidades vendidas) e anunciar o Sportback para este semestre, a marca confirmou o esportivo E-Tron GT para 2021. VÍDEO: G1 andou no E-Tron, o primeiro elétrico da Audi O GT ainda não teve sua versão de produção revelada, por isso, não teve mais detalhes divulgados para o mercado brasileiro. Já é certo, porém, que o modelo final do superesportivo elétrico terá aparência e conjunto mecânico muito próximos aos do conceito. Audi E-Tron GT Divulgação/Audi O sedã tem 4,96 metros de comprimento, 1,96 m de largura, 1,38 m de altura e 2,90 m de entre-eixos. As medidas são praticamente idênticas às do seu principal rival, o Porsche Taycan. VÍDEO: Porsche Taycan chega a 200 km/h em menos de 10 segundos; G1 andou Também no conceito, o E-Tron GT é movido por dois motores elétricos, instalados um em cada eixo. Ao todo, são 590 cavalos de potência que permitem uma aceleração de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e uma autonomia de até 400 km. Audi E-Tron GT Divulgação/Audi ]]>
Aps aprovao de acordo, Renault anuncia readmisso de 747 trabalhadores demitidos em julhohttp://gpideia.com.br/noticia/apos-aprovacao-de-acordo-renault
Proposta firmada entre empresa e categoria foi aprovada, nesta terça-feira (11); fábrica, em São José dos Pinhais, havia justificado demissões pelo agravamento da crise gerada pela Covid-19. Fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná Divulgação Após acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e aprovação dos trabalhadores, a Renault anunciou, nesta terça-feira (11), a readmissão dos 747 profissionais dispensados dos postos de trabalho no fim de julho. A fábrica, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, havia apresentado, na segunda-feira (10), uma proposta para recontratação, que foi aprovada por 95% dos funcionários participantes, em uma votação online. Com o resultado do acordo, a categoria anunciou o fim da greve contra as demissões, que durou 21 dias. A Renault informou que a produção das quatro fábricas do Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, será retomada nesta quarta-feira (12). Acordo Os 747 trabalhadores readmitidos ainda não devem retornar ao trabalho, segundo o acordo. Eles ficarão em casa mas recebendo salário, até que seja concluído o Plano de Demissão Voluntária (PDV), em 20 de agosto. A fábrica informou que, em relação aos colaboradores desligados em 21 de julho, o acordo prevê que eles podem aderir ao PDV ou, a critério da fábrica, entrar em "lay-off" (redução temporária dos períodos normais de trabalho) por cinco meses após o processo de reintegração ou retomar as atividades na produção. Ainda conforme a Renault, durante o "lay-off" os trabalhadores terão ajuda compensatória mensal prevista em lei e paga pelo Governo do Paraná, além de compensação adicional paga pela empresa até o limite de 85% do salário líquido. Neste período, segundo o acordo, não haverá pagamento do FGTS e fica suspensa a contagem do período aquisitivo de férias. Ao final do período de lay-off, segundo a empresa, "não havendo a possibilidade de realocação das pessoas na fabricação, Renault e Sindicato se comprometem a reunir-se para avaliar as alternativas". Demissões No dia 21 de julho, a fabricante anunciou o fechamento do terceiro turno de produção da planta de São José dos Pinhais. No dia seguinte, os trabalhadores entraram em greve. À época, o Sindicato dos Metalúrgicos informou que a paralisação ocorreria até a negociação sobre a reversão das demissões. A empresa justificou que as demissões no final de julho ocorreram "em função da necessidade de adequação do quadro, motivado pelo agravamento da crise gerada pela Covid-19". A Renault disse, à época, que as vendas caíram 47% no primeiro semestre e que não havia perspectiva de retomada do mercado. Metalúrgicos da Renault encerraram greve após acordo para readmissão de 747 trabalhadores demitidos em julho Reprodução/RPC Decisão judicial Em 6 de agosto, a Justiça do Trabalho aceitou um recurso do Ministério Público do Trabalho (MPT-PR) para reintegrar os funcionários demitidos. No entendimento da juíza do trabalho Sandra Mara de Oliveira Dias, a fábrica, ao optar pela demissão em massa dos trabalhadores, descumpriu um acordo firmado previamente com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de submeter esse tipo de decisão a uma negociação coletiva com o sindicato que representa os profissionais. Ainda conforme a decisão judicial, a dispensa coletiva sem prévia negociação coletiva violou a Constituição Federal. "Em especial os princípios constitucionais da intervenção sindical nas questões coletivas trabalhistas (art. 8º, III e VI), do diálogo social e da valorização da negociação coletiva (art. 114, § 1º e 2º). Desse modo, tem-se por configurada a inconstitucionalidade de dispensas coletivas sem prévia negociação coletiva", diz trecho da decisão. Empresa e sindicato Após a aprovação do acordo, a empresa emitiu nota e disse, em nome de Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil, que sempre esteve aberta ao diálogo. "As bases do acordo coletivo aprovado respondem aos desafios de adequação de estrutura e de competitividade que a empresa já vinha buscando, com soluções como o PDV, flexibilidades, além de todos os aspectos de competitividade definidos até agosto de 2024", informou. Também em nota, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba destacou, em nome do presidente Sérgio Butka, que "a reintegração e o fechamento de um acordo que mantém os empregos é uma vitória dos trabalhadores que mostraram união e mobilização num momento difícil como esse". "No final, a mobilização e o diálogo prevaleceram. É o que temos procurado fazer aqui no Paraná", concluiu. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná. ]]>
14 horas na moto e medo de contgio: como a rotina de entregadores na pandemia http://gpideia.com.br/noticia/14-horas-na-moto-e-medo-de-contagio
Motoboys, motogirls e entregadores de bicicleta dizem que não estão ganhando mais com a alta demanda por delivery. Alguns relatam que, com mais concorrência, precisam trabalhar mais horas para manter renda. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Motoboys e entregadores de bicicletas viram a demanda de serviço aumentar com a pandemia de coronavírus, mas não necessariamente estão ganhando mais com isso. Alguns relatam que, com mais concorrência, precisam trabalhar mais horas para ter a mesma renda de antes. E parte desses trabalhadores demonstrou essa insatisfação com as paralisações de julho. Com o isolamento social para prevenção da Covid-19, quem está em casa pode contar com o delivery, muitas vezes feito por aplicativo, apesar de muitos motoboys ainda sobreviverem por trabalhos particulares, com entregas de documentação, ou fixos em determinados restaurantes, como pizzarias. Em entrevistas ao G1, entregadores de vários pontos do país, como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Recife, relatam a rotina de seu trabalho e o que mudou com a chegada da doença ao Brasil. Apesar de sentirem mais respeitados por clientes, eles contam que a concorrência aumentou e convivem com medo do coronavírus. O melhor tratamento, no entanto, não é generalizado. Na semana passada, um vídeo que mostra um entregador sofrendo ofensas racistas em condomínio no interior de São Paulo viralizou na internet. Com base nas ofensas do morador, o advogado do motoboy Matheus Pires Barbosa apresentou uma representação criminal por injúria racial contra o homem; a família diz que o agressor sofre de esquizofrenia. Kleyton Campos, 32 anos, São Paulo Kleyton Campos, 32 anos, faz entrega na região de São Paulo Arquivo Pessoal “Todo mundo tá falando que o entregador tá ganhando muito dinheiro, mas não é verdade. A demanda aumentou bastante, mas muitos profissionais estão entrando na moto (nos aplicativos)”, afirma Kleyton Campos, de 32 anos, que trabalha como motoboy há mais de 12 anos em São Paulo. Ele teve que mudar sua rotina durante a pandemia de coronavírus: perdeu o trabalho que tinha fixo em uma empresa de entregas depois do início da crise pela baixa demanda no transporte de documentos. A solução foi mudar o foco totalmente para os aplicativos de delivery, que antes eram apenas um maneira de complementar a renda. A média de faturamento, segundo ele, é de R$ 1 por km rodado. “Tenho que trabalhar até 14 horas por dia para manter o que ganhava antes da pandemia”, relata Kleyton. Antes, segundo o motoboy, ele trabalhava cerca de 8 horas por dia. Entre uma encomenda e outra durante a pandemia, Kleyton tem notado uma mudança na maioria dos clientes: o jeito de tratar o motoboy. “Eu sentia que antes da pandemia o meu trabalho não era valorizado, era discriminado. Eu percebi que nesse tempo de pandemia as pessoas mudaram”, afirma Kleyton. “As pessoas estão com afinidade com o motoboy. Estão gratas”, disse. Em um episódio que o marcou, ele relata um presente inesperado quando fazia entregas. “Ela (a cliente) me deu um ovo de páscoa. Fiquei emocionado”, relembra. Anna Rafaella, 25 anos, Brasília Anna Rafaella, 25 anos, faz entregas de bicicleta em Brasília Arquivo Pessoal Além das motos, outro tipo de forma de delivery em expansão é por meio de bicicletas. Anna Rafaella, de 25 anos, de Brasília, trabalha há 1 ano e meio pedalando pela capital federal levando entregas. “No início, era só um complemento de renda, pois eu ainda estava na universidade e fazia estágio, de forma que sobravam apenas os fins de semana para ficar online nos aplicativos de entrega. Como gostei da experiência, resolvi continuar nessa profissão após me formar, e hoje a minha renda provém integralmente dela”, explica Anna. Com o início da pandemia, ela também notou a mudança no trato por parte dos clientes: “Foi possível notar a preocupação com nós entregadores. Recebi várias mensagens de agradecimento, e pessoas pedindo para eu não esquecer de me proteger. É legal ver esse cuidado comunitário em tempos de pandemia”. Ela relata também mudanças nos pagamentos feitos pelas empresas de aplicativos. “Antes mesmo da pandemia os valores já estavam diminuindo. Na verdade, as promoções, dinâmicas (tarifas mais altas quando a procura está alta) e taxas extras é que reduziram ou deixaram de existir”, conta. “O domingo sempre foi um dia bom: antes eu conseguia aproximadamente R$ 150 nesse dia da semana. Hoje, se eu mantivesse o mesmo número de horas trabalhadas, não conseguiria nem a metade do valor. Então, a solução é trabalhar mais”, explica a entregadora. Com a renda em baixa, ela está fazendo uso do auxílio emergencial do governo durante a pandemia. “Estou usando para pagar meu aluguel”, disse. Josinei Rodrigues, 32 anos, Campinas Josinei Rodrigues, 32 anos, de Campinas (SP) abandonou os aplicativos na pandemia Arquivo Pessoal Enquanto muitos estão chegando para os aplicativos de entrega, Josinei Rodrigues, de Campinas (SP), resolveu abandonar os apps e, durante a pandemia, está fazendo apenas serviços de entregas particulares. “O aplicativo é muito bom quando chega na sua região, a taxa é boa, ele paga bem. Mas, quando começa a agregar muitos entregadores, ele abaixa o preço”, relata Josinei Rodrigues. Outro motivo para largar o atendimento via app foi a violência em sua região. “Está acontecendo muito roubo de motoboy aqui”, afirma Josinei. Além do medo de assaltos, o entregador diz tomar todos os cuidados de prevenção contra a Covid-19. “Eu tenho 3 crianças em casa. Quando chego, já vou tirando as roupas em um local separado e tenho toda precaução”, relata. Alice Rebello, 30 anos, Rio de Janeiro Alice Rebello, de 30 anos, faz entregas há 5 anos no Rio de Janeiro Arquivo Pessoal Entregadora no Rio de Janeiro há 5 anos, Alice Rebello da Costa, de 30 anos, trabalha com a sua moto depois do expediente diário normal. Além de ser motogirl, ela atua na área de seguros. “É complemento da minha renda, aquele dinheiro que realiza os desejos da minha vida. Tinha o sonho de comprar uma moto antes de começar com as entregas”, relembra. “Como uso os aplicativos, eu posso ligar eles a hora que quiser”, pondera Alice. Ela relata que não é de hoje, porém, que os entregadores reclamam das condições de trabalho. “Essa paralisação não é só motivada por esse momento, isso já vem de tempo. Essa briga é por melhor remuneração, algo que nos dê respaldo. Sem entregador, como vão oferecer o serviço?”, questiona. Mesmo com as dificuldades, Alice se declara uma apaixonada pela profissão: “Se eu não tivesse outra carreira, eu efetuaria a profissão de motogirl 100% do tempo. Seria um grande prazer”, explica. Felipe Mateus, 23 anos, Recife (PE) Felipe Mateus, 23 anos, de Recife (PE), entrou para o serviço entregas após perder emprego Arquivo Pessoal Depois de perder o emprego em uma empresa, Felipe Mateus, de 23 anos, começou a fazer entregas no Recife (PE). Ele está trabalhando com os aplicativos há cerca de 5 meses, ou seja, um pouco antes da crise do coronavírus estourar no Brasil. Ele ressalta a flexibilidade da profissão como um dos pontos positivos. "Eu mesmo faço meu horário, meu trabalho", disse. Sua rotina é trabalhar das 11 da manhã às 21h, e notou o recente aumento da concorrência. "Antes da pandemia a gente não via tanto motoboy na rua como hoje", afirma. "Muita gente está trabalhando com isso para não ficar parada". Felipe também relata que gosta de "ver a expressão no rosto das pessoas" ao fazer as entregas: "Dizem que somos guerreiros, lutadores". Mas ele também vê o medo por parte dos clientes pelo contato com os entregadores. "Tem gente que não gosta que a gente entregue diretamente nas mãos", conta. Para o recifense, em alguns lugares os entregadores estão correndo riscos por falta de medidas preventivas. "Ficamos muito em aglomerações, esperando pedidos. E vai chegando mais e mais gente", afirma. David Lima, 20 anos, Soure (PA) David Lima, Soure (PA), trabalha como entregador de pizzaria Arquivo Pessoal Em Soure, na Ilha de Marajó (PA), David Lima, de 20 anos, faz entregas para uma pizzaria há 1 ano e meio. Ele relata que o que mudou foi o uso de máscaras e álcool gel, além do número de entregas. "Dobrou (o serviço). Por um lado, a gente trabalha mais; e, por outro, o medo aumentou", diz. "Ficamos com medo de levar a doença para casa". David aponta que algumas pessoas tratam os entregadores como se estes estivessem infectados pela Covid. Durante a pandemia, ele está trabalhando das 6 da tarde até meia-noite como entregador, mas concilia com o trabalho em uma autopeça. "Aí, no outro dia, tenho que acordar às 7h da manhã". Ewerton de Lima Pereira, 31 anos, Osasco (SP) Rizolito, motoboy há 11 anos, nunca trabalhou por aplicativo Arquivo Pessoal Trabalhando há 11 anos na profissão de motoboy, Ewerton de Lima Pereira, o Rizolito, é apaixonado pelo que faz. "É muito interessante você ser livre; é muito interessante você fazer o seu próprio salário", diz. Mas, para ter os rendimentos para sustentar a família durante a pandemia, ele praticamente está preparado para atender pedidos a qualquer hora. "Na nossa profissão é um dia pelo outro. Geralmente, eu saio de casa às 7h da manhã e volto após às 18h. Mas, se eu chegar em casa e o telefone tocar de novo, eu vou de novo. Não tem horário", diz. Ao contrário de muitos que estão entrando na profissão atualmente, ele se mantém por sua própria clientela. "Eu nunca precisei trabalhar por aplicativo porque trabalho no particular há anos. Eu tenho uma carteira de clientes muito grande, mas se precisar eu vou no maior barato (trabalhar com os apps)", afirma. Mas a pandemia afetou diretamente seus negócios. "Os trampos diminuíram, sim, na pandemia. Principalmente a quantidade de clientes que eu tinha. Agora, essa carteira que eu tinha caiu 90%, mas os 10% que sobraram estão me chamando descontroladamente. O faturamento caiu, mas estou administrando". Motoboy recebe ofensas racistas no interior de SP Motoboy é vítima de agressões verbais e racismo ao fazer entrega em condomínio de Valinhos ]]>
Renault apresenta proposta para recontratar 747 trabalhadores demitidos em julhohttp://gpideia.com.br/noticia/renault-apresenta-proposta-para
Acordo foi feito em conjunto com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, nesta segunda-feira (10). Fabricante havia justificado as demissões pelo agravamento da crise gerada pela Covid-19. Fábrica da Renault apresenta proposta para recontratar mais de 700 funcionários A fábrica da Renault apresentou nesta segunda-feira (10) uma proposta para recontratar os 747 trabalhadores dispensados no fim de julho aos postos de trabalho. O acordo foi feito em conjunto com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). Os funcionários precisam votar pela internet se aprovam ou não a proposta até as 14h de terça-feira (11) ou até atingir 80% dos votantes. No dia 21 de julho, a fabricante anunciou o fechamento do terceiro turno de produção da planta de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. No dia seguinte, os trabalhadores entraram em greve. À época, o Sindicato dos Metalúrgicos informou que a paralisação ocorreria até a negociação sobre a reversão das demissões. A empresa justificou as demissões no dia 21 de julho "em função da necessidade de adequação do quadro, motivado pelo agravamento da crise gerada pela Covid-19". A montadora afirma que as vendas caíram 47% no primeiro semestre e não há perspectiva de retomada do mercado. Caso seja aprovada a proposta, a greve será encerrada e os trabalhadores voltam ao expediente normal há partir da quarta (12), com exceção dos 747 trabalhadores readmitidos, que ficarão em casa mas recebendo salário, até que seja concluído o Plano de Demissão Voluntária (PDV), em 20 de agosto. Renault apresenta proposta para recontratar 747 trabalhadores demitidos em julho Reprodução/RPC Decisão judicial Em 6 de agosto, a Justiça do Trabalho havia aceitado um recurso do Ministério Público do Trabalho (MPT) para reintegrar os funcionários demitidos. No entendimento da juíza do trabalho Sandra Mara de Oliveira Dias, a fábrica, ao optar pela demissão em massa dos trabalhadores, descumpriu um acordo firmado previamente com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de submeter esse tipo de decisão a uma negociação coletiva com o sindicato que representa os profissionais. Ainda conforme a decisão judicial, a dispensa coletiva sem prévia negociação coletiva violou a Constituição Federal. "Em especial os princípios constitucionais da intervenção sindical nas questões coletivas trabalhistas (art. 8º, III e VI), do diálogo social e da valorização da negociação coletiva (art. 114, § 1º e 2º). Desse modo, tem-se por configurada a inconstitucionalidade de dispensas coletivas sem prévia negociação coletiva", diz outro trecho da decisão. Fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná Divulgação Veja mais notícias do estado no G1 Paraná. ]]>
Novo BMW X6 M chega ao Brasil com 600 cv custando R$ 891 milhttp://gpideia.com.br/noticia/novo-bmw-x6-m-chega-ao-brasil-com-600-cv
SUV com pegada esportiva é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos. BMW X6 M Divulgação A BMW anunciou nesta segunda-feira (10) que o novo X6 M desembarca no Brasil em setembro importado dos Estados Unidos. O SUV esportivo será vendido por R$ 890.950. Garagem dos sonhos? G1 conheceu esportivos da Audi que somam 2.800 cv Ele tem 600 cavalos e 76,5 kgfm. Esses números vêm do motor V8 de 4.4 litros biturbo. Mesmo pesando praticamente 2.300 kg, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos, com velocidade máxima de 290 km/h. O X6 M tem câmbio automático de 8 marchas com tração nas quatro rodas. O modelo tem rodas de 21 polegadas na dianteira e 22 na traseira. BMW X6 M Divulgação Além da esportividade, o modelo conta com diversos aparatos tecnológicos. É o caso da inteligência artificial que "aprende" os gostos do motorista e do detector de pedestres e animais com visão noturna. Também há assistente de condução semiautônoma, estacionamento automático, ar-condicionado digital com controle de quatro zonas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento e porta-copos com aquecimento e resfriamento. BMW X6 M Divulgação A versão mais esportiva do X6 chega ao Brasil alguns meses depois da variante "convencional", que ficou conhecida por ter a generosa grade dianteira iluminada. A configuração M terá a missão de brigar com o Audi RS Q8, outro SUV "grandalhão" com a pegada esportiva. Ele tem 4,94 metros de comprimento e 2,97 m de entre-eixos. No porta-malas, acomodam 580 litros. BMW X6 M Divulgação VÍDEO: G1 VISITA GARAGEM DA AUDI QUE SOMA 2.800 CAVALOS G1 visita 'garagem' da Audi, que tem 5 carros que somam 2.800 cv e valem R$ 4,2 milhões ]]>
Camaro apreendido durante operao contra trfico internacional no RS entra para frota da PRF http://gpideia.com.br/noticia/camaro-apreendido-durante-operacao
Carro de luxo avaliado em cerca de R$ 150 mil, que era usado no acompanhamento de transporte de drogas, agora está a serviço das operações especiais da Polícia Rodoviária Federal. Corporação adesivou o carro e instalou luzes e sirene para a utilização nas operações Divulgação/PRF Um Camaro SS que pertencia ao tráfico e foi apreendido em uma operação em 2017 foi integrado à frota da Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Sul (PRF-RS). O carro de luxo, de 2014 e com valor estimado entre R$ 140 mil e R$ 150 mil, foi apreendido com 14 mil km rodados e com alteração na potência do motor. Segundo a medição realizada pela PRF, estaria com 600 cavalos. A autorização judicial que repassou o uso do carro à PRF não prevê a retirada do chip de alteração de potência, explica o chefe de Comunicação da PRF no RS, Felipe Barth. O Camaro é utilizado somente em operações especiais. "Ele é mais veloz, mais estável e tem um impacto visual ostensivo maior", diz Felipe. O carro foi revisado, adesivado e equipado com lues intermitentes e sirene. O automóvel começou a ser utilizado em abril deste ano. No mês passado, por exemplo, o Camaro foi um dos carros nas ações da Operação Tamoio, que prendeu traficantes e apreendeu drogas e agrotóxico em Santa Maria, na Região Central do RS. Por ser utilizado só em operações especiais, o Camaro não demanda da PRF despesas constantes de manutenção, segundo Barth. Desde o início do uso do carro, a corporação gastou somente com o combustível. Apreensão em 2017 O carro foi apreendido durante ação da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, em junho de 2017, no bairro Areal, em Pelotas, Sul do RS. Seis pessoas foram presas por tráfico internacional de drogas e receptação de veículos em um posto de lavagem. No local, foram encontrados veículos com suspeita de clonagem, peças de carros e 27 kg de crack. Também foi apreendido dinheiro em dólares, real e pesos uruguaios. Além do Camaro, a polícia também apreendeu uma Pajero Full e um Audi. Conforme a PRF, os automóveis eram usados para auxiliar e acompanhar o transporte de drogas. Carro era utilizado por quadrilha de tráfico internacional, alvo de operação em 2017, na cidade de Pelotas Divulgação/PRF ]]>
Ford Territory chega ao Brasil a partir de R$ 165.900http://gpideia.com.br/noticia/ford-territory-chega-ao-brasil-a-partir
SUV médio será vendido em duas versões. A mais completa sai por R$ 187.900. Ford Territory Celso Tavares/G1 A Ford iniciou nesta sexta-feira (7) a pré-venda do novo Territory, apresentado ao Brasil durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2018. O rival de Jeep Compass e Volkswagen Tiguan chega em duas versões: SEL (R$ 165.900) e Titanium (R$ 187.900). O G1 já andou na configuração mais cara do modelo. COMPARATIVO: Territory encara o Jeep Compass Em todas as versões, o Territory é sempre equipado com motor 1.5 turbo a gasolina de 150 cavalos de potência e 22,9 kgfm de torque, câmbio automático CVT com 8 marchas simuladas e tração dianteira. De acordo com a marca, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos. Ford Territory Celso Tavares/G1 Entre outros atributos mecânicos, o SUV tem direção elétrica, suspensão dianteira McPherson e traseira Multilink, freios a disco nas quatro rodas, tanque de combustível de 52 litros e peso em ordem de marcha de 1.632 kg. Nas medidas, o Territory é maior do que o Compass, mas menor do que o Equinox. São 4,58 m de comprimento, 2,72 m de entre-eixos, 1,93 m de largura e 1,67 m de altura. O modelo é produzido na fábrica da Jiangling Motors em Xiaolan, na China, de onde vem importado. Central multimídia Ford Territory Celso Tavares/G1 De série em todas as versões, a central multimídia é representada por uma tela de alta definição com 10,1 polegadas, oferece conexão sem fio para Apple CarPlay e com fio para Apple CarPlay e Android Auto, bluetooth e comandos por voz. Com um sistema inédito no Brasil, a tela pode ser dividida em diferentes proporções, de acordo com a escolha do motorista. A função só não está disponível quando as conexões Apple ou Android estão em funcionamento. Veja a imagem abaixo. Central multimídia do Ford Territory tem tela com divisão de funções André Paixão/G1 Versões SEL - R$ 165.900 Itens de série: faróis full-LED, teto solar panorâmico, rodas de liga leve de 17 polegadas, saída de ventilação para o banco traseiro, ar-condicionado digital, central multimídia com tela de 10,1 polegadas com conexão sem fio com Apple CarPlay, 6 airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sensor de monitoramento de pressão dos pneus, freios a disco nas quatro rodas, retrovisor eletrocrômico, acesso e partida por chave presencial, câmera e sensor de ré e controle de velocidade de cruzeiro. Titanium - R$ 187.900 Itens de série: mesmos equipamentos da SEL mais rodas de liga leve de 18 polegadas, maçanetas cromadas, bancos revestidos parcialmente em couro na cor bege, assentos dianteiros com aquecimento e resfriamento e ajustes elétricos para o motorista, luz ambiente configurável em sete cores, quadro de instrumentos digital, controle de velocidade adaptativo, alerta de colisão, frenagem automática de emergência, monitoramento de ponto cego, aviso de mudança de faixa, estacionamento automático, câmera 360°, carregamento de celular por indução, faróis com acendimento automático e sensor de chuva. Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 ]]>
Ford Territory Titanium e Jeep Compass Limited: comparativohttp://gpideia.com.br/noticia/ford-territory-titanium-e-jeep-compass
G1 comparou o novato com o líder dos SUVs médios. Apesar de estarem no mesmo segmento, os modelos têm grandes diferenças e acabam ficando em níveis diferentes. Ford Territory e Jeep Compass Celso Tavares/G1 Com a saturação da oferta de SUVs compactos, o mercado brasileiro passa agora por uma nova onda: a dos médios. Depois de Volkswagen Tiguan e Jeep Compass, vários outros modelos chegaram ou foram renovados. Agora chegou a vez da Ford com o Territory. Apresentado durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2018, o SUV foi confirmado para o Brasil há um ano. Nesta sexta-feira (7), a marca inicia a pré-venda para o modelo por aqui, que chega importado da China em duas versões: SEL, por R$ 165.900 e Titanium, por R$ 187.900. Territory: preços e versões O G1 andou na configuração mais cara do Ford, que já estreia sendo colocado à prova contra seu principal rival: o Compass Limited flex, que parte de R$ 159.390 e, com pacote de equipamentos semelhante ao novato, chega a R$ 174.390 (segundo os preços dos opcionais da linha 2020). Ford Territory tem porte e visual marcante Celso Tavares/G1 Um spoiler: apesar de serem colocados no mesmo segmento, os SUVs são separados por muitas e grandes diferenças. *O Jeep das imagens é meramente ilustrativo. Na ocasião, a FCA só dispunha de uma unidade da versão Longitude para testes e fotos. Territory sai na frente com motor turbo O Compass segue desde seu lançamento equipado com motor 2.0 flex aspirado de até 166 cv de potência e 20,5 kgfm de torque com etanol, e câmbio automático de 6 marchas. Assim, ele vai de 0 a 100 km/h em 11,9 segundos. Com gasolina são 159 cv e 20 kgfm. Enquanto isso, o Territory chega com um novo 1.5 turbo a gasolina de 150 cv de potência e 22,9 kgfm, e um câmbio automático CVT que simula 8 marchas. Ele vai de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos. Motor turbo dá mais facilidade nas acelerações do Ford Celso Tavares/G1 Apesar do empate técnico nas acelerações, existem grandes diferenças na maneira como elas acontecem. Mesmo sendo mais leve (1.547 kg, contra 1.632 kg) e mais potente do que o Territory, o Compass faz parecer o contrário. Em retomadas e subidas, por exemplo, são constantes as reduções de marchas para tomar fôlego. Também é comum, nestas situações, que ele segure as marchas e faça o motor "gritar". Em resumo, o Jeep precisa se esforçar mais para se movimentar. Por outro lado, o Territory acelera de maneira mais fácil e silenciosa. Além do turbo, o câmbio CVT ajuda na boa desenvoltura do modelo por não ter efeito elástico e funcionar de maneira progressiva, sem jogar o giro do motor lá no alto. A transmissão busca trabalhar sempre em giros baixos, em nome do silêncio e da economia de combustível. Maiores dimensões do Territory são aparentes Celso Tavares/G1 Porém, também não espere nenhum desempenho esportivo ou algo do tipo, afinal, ainda estamos falando de um SUV familiar sem pretensões para tal. É chinês, mas um legítimo Ford Desenvolvido e produzido na China em conjunto com a JMC (Jiangling Motors Co.), o Territory passou por diversas alterações de engenharia para o mercado brasileiro, como dinâmica, ruídos, vibrações, calibração e durabilidade do motor e da transmissão, além de suspensão. O resultado é o rodar típico dos Ford no Brasil, com uma suspensão de ajustes mais firmes, que ajuda na boa estabilidade em velocidades mais altas e em curvas fechadas, mas sem comprometer o conforto. Imperfeições no solo são superadas sem traumas para os ocupantes. Territory passa por imperfeições do asfalto sem problemas, apesar da suspensão mais firme Celso Tavares/G1 Em conjunto, a direção elétrica com ajuste direto dá ainda um maior refinamento na dirigibilidade do modelo. Outro ponto alto do Territory é o isolamento acústico. De acordo com a Ford, o nível de ruído interno do modelo atinge os 71,8 decibéis a 120 km/h, contra 73,1 do Compass. Na prática, o que mais se ouve de dentro do carro são os pneus, um pouco ruidosos, mas que não chegam a incomodar. O Compass também tem um ótimo e robusto conjunto de suspensão e direção, além de uma posição mais alta de dirigir. A suspensão oferece conforto aos ocupantes, mas o ajuste mais macio e permissivo acaba deixando a carroceria rolar em curvas. Ford Territory e Jeep Compass Celso Tavares/G1 A direção tem respostas mais lentas em relação ao Ford, e os ruídos dos esforços nas acelerações, ditos acima, invadem a cabine. Em resumo, o Compass foca em robustez, enquanto o Territory mira em dirigibilidade e refinamento. Compass é um médio apertado O espaço interno é mais uma das vantagens do Territory. O SUV leva 3 pessoas no banco traseiro sem aperto, com sobra de espaço para joelhos, ombros e cabeça, isso considerando também o conforto de quem vai na frente. Ele só perde no porta-malas, de 348 litros, contra 410 do Jeep. Três pessoas viajam com conforto no banco traseiro do Territory Celso Tavares/G1 No Compass, até é possível levar 3 pessoas no banco de trás, mas elas não irão tão confortáveis, especialmente lado a lado, esbarrando pernas e ombros uns nos outros. Até quem vai nos bancos da frente pode se sentir mais apertado, já que a cabine é mais estreita em um todo. No Compass, o espaço para joelhos é bom, mas o modelo é mais estreito Divulgação/Jeep Na prática, a grande diferença entre os modelos está no formato das colunas laterais. Enquanto o Ford aposta em formas mais quadradas, que privilegiam o espaço, o Jeep tem as colunas arqueadas para dentro, prejudicando a largura do interior. Veja abaixo as dimensões dos modelos: Compare as medidas dos modelos Divulgação/Arte: G1 Equipamentos podem ser próximos O Territory é oferecido sempre em versões fechadas, sem pacotes opcionais. No caso da Titanium avaliada, por R$ 187.900, há quadro de instrumentos digital com 3 modos diferentes de mostradores, rodas aro 18, câmera 360°, banco do motorista com ajustes elétricos e carregador de celular sem fio. Câmera 360° do Territory ajuda em manobras, mas imagens ficam distorcidas ao se aproximar de outro veículo André Paixão/G1 A lista segue com sistema de alerta de colisão e frenagem automática de emergência, monitoramento de pontos cegos, alerta de mudança de faixa, piloto automático adaptativo, estacionamento semiautônomo, bancos dianteiros aquecidos e refrigerados, faróis automáticos e sensores de chuva. Em comum com a versão mais barata, SEL, há faróis full LED, monitoramento de pressão dos pneus, teto solar panorâmico elétrico, central com Android Auto e Apple Carplay (este último sem fio) e tela de 10,1 polegadas, chave presencial, 6 airbags, assistente de partida em rampas, freio de estacionamento eletrônico, controles de estabilidade e tração, e ar-condicionado digital de apenas uma zona. Central multimídia do Territory tem tela com divisão de funções André Paixão/G1 No caso do Compass, de série por R$ 159.390, são 7 airbags, faróis automáticos de xenon, chave presencial com partida remota, rodas de 19 polegadas, sensor de chuva, start-stop, piloto automático, banco do motorista com ajustes elétricos, câmera de ré, freio de estacionamento eletrônico e monitoramento de pressão dos pneus. A lista segue com estacionamento semiautônomo, central com Apple Carplay, Android Auto e tela de 8,4 polegadas, monitoramento de pontos cegos, assistente de partida em rampas e controles de estabilidade e tração. Na prática, o Compass oferece a mais em relação ao Territory airbag de joelho, ar de duas zonas, rodas maiores e partida remota pela chave, além de ter faróis mais eficientes. Jeep Compass tem ar-condicionado de duas zonas, estacionamento autônomo e alerta de ponto cego Divulgação Porém, fica devendo painel digital, teto solar, tela maior na central multimídia, carregador de celular sem fio, além de sistemas como piloto automático adaptativo, frenagem de emergência, alerta de mudança de faixa e câmera de 360°. Alguns desses itens são opcionais no Jeep: o teto solar panorâmico, por R$ 8 mil, e um pacote com aviso de mudança de faixa, porta-malas eletrônico, som Beats, frenagem automática de emergência, piloto automático adaptativo e faróis altos automáticos, por R$ 7 mil. Territory dá show em acabamento É na aparência que o Territory pode lembrar a alguns de sua origem chinesa. Feito a partir do Jiangling Yusheng S330 o modelo herda a traseira "inspirada" no Range Rover Evoque, com linhas horizontais, lanternas afiladas e vidro estreito. A lateral também tem linhas vindas do SUV britânico. Traseira do Ford lembra o Range Rover Evoque, herança do irmão chinês S330 Celso Tavares/G1 A dianteira é o ângulo de maior personalidade no Ford, com capô alto e faróis ligados à grade, que tem acabamento preto brilhante. A luz diurna em LED fica no para-choque, acima dos faróis de neblina. Por outro lado, o Compass tem desenho mais original e que caiu no gosto do consumidor brasileiro, e garantiu meses como o SUV mais vendido do país, mas que já perdeu o ar de novidade e começa a cansar. O modelo é o mesmo desde que foi lançado, em 2016. Compass tem personalidade, mas desenho é o mesmo há 4 anos Guilherme Fontana/G1 Por dentro, o Territory reforça que deveria estar um degrau acima do rival. O painel mistura materiais emborrachados, couro com costuras aparentes e um plástico que imita madeira, além de apliques em preto brilhante e aço escovado. A iluminação ambiente de LED no painel e nas portas tem 7 opções de cores, mas fica automaticamente vermelha assim que uma porta é aberta, como forma de alerta. A versão Titanium é sempre oferecida com revestimento interno na cor bege, que dá maior refinamento e amplitude visual. Os bancos são bonitos, confortáveis e têm partes perfuradas para aquecimento/refrigeração. Interior do Ford Territory Celso Tavares/G1 Três pontos podem melhorar: a alavanca do câmbio tem desenho antiquado, acabamento simplório e funcionamento grosseiro; os direcionadores das saídas de ar parecem frágeis no manuseio; e o ajuste de altura dos faróis fica muito escondido, à direita, abaixo do volante (note a luz azul na foto acima) - foi visto a noite, por um passageiro do banco traseiro, já que fica fora do campo de visão do motorista. O Compass também utiliza materiais emborrachados no painel, com acabamento cuidadoso e boa montagem, mas tem visual mais sóbrio e simples. Os bancos são confortáveis e bonitos. Na linha 2021, a versão Limited ganhou a opção de revestimento em couro marrom, além da cinza já disponível. Interior do Jeep Compass Divulgação/Jeep Conclusão: níveis diferentes Este é um comparativo estranho e injusto para ambas as partes, mas precisou ser feito, afinal, a Ford apresentou o Compass como o principal concorrente do Territory. Porém, algumas considerações precisam ser feitas. Superior ao Compass em acabamento, equipamentos, mecânica e espaço, o Territory é, sem dúvidas, o melhor entre os dois, e por isso cobra mais caro. Vale considerar, porém, que o Ford está em um nível acima. Os dois são SUVs médios, mas em níveis diferentes. Sendo assim, se você está de olho em um Compass, mas tem dinheiro sobrando para completar e chegar ao Territory, vá sem medo. Se não há reservas, fique com o Jeep, também um excelente produto, cheio de qualidades e que justifica seus valores mais "baixos". Veja mais fotos do novo Ford Territory Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ford Territory Celso Tavares/G1 Ajuste de altura dos faróis do Ford Territory fica "escondido" Celso Tavares/G1 ]]>
Lder em julho, Volkswagen T-Cross teve 70% das vendas feitas na verso para PCDhttp://gpideia.com.br/noticia/lider-em-julho-volkswagen-t-cross-teve
Configuração exclusiva para pessoas com deficiência teve mais de 7 mil unidades emplacadas no último mês. Volkswagen T-Cross Sense Divulgação/Volkswagen Carro mais vendido do Brasil no último mês de julho, o Volkswagen T-Cross foi o primeiro modelo a quebrar os 5 anos de liderança do Chevrolet Onix no mercado brasileiro. Isso graças ao sucesso da versão destinada ao público PCD (Pessoas com Deficiência), que representou 70% das vendas do SUV. Guia PCD: veja quem pode comprar e qual é o passo a passo De acordo com números da consultoria Jato, a configuração Sense, destinada exclusivamente ao público PCD, teve 7.113 unidades emplacadas em julho, entre as 10.211 totais do modelo no período. Em segundo lugar, com 1.305 exemplares (12,8%), vem a Comfortline, seguida da Highline, com 1.139 (11,2%). A versão equipada com câmbio manual teve apenas 8 unidades vendidas. Volkswagen T-Cross Sense Divulgação/Volkswagen Por outro lado, como efeito de comparação, o Onix teve a versão topo de linha Premier como destaque. Das 9.716 unidades emplacadas, segundo a Jato, 3.274 foram da configuração mais cara — ou seja, 33,7%. O segundo lugar em vendas fica para a versão LT com motor 1.0 aspirado, que registrou 2.733 unidades, ou 28,1% do total. T-Cross Sense O modelo é baseado na versão de entrada 200 TSI, equipada com motor 1.0 turbo de até 128 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas. Com todas as isenções de impostos, sai por R$ 57.630. De série, há 6 airbags, controles de tração e estabilidade, bloqueio eletrônico do diferencial e assistente de partida em subida. Há também faróis de neblina, luzes diurnas de led, direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, retrovisores externos elétricos, rodas de 16 polegadas e central multimídia com tela de 6,5 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay. ]]>
Produo de veculos cai 36% em julho, diz Anfaveahttp://gpideia.com.br/noticia/producao-de-veiculos-cai-36-em-julho
Comparação é com o mesmo período de 2019. Produção de veículos na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação/Volkswagen A produção nacional de veículos caiu 36,2% em julho, na comparação com o mesmo período de 2019. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (7) pela associação das fabricantes, a Anfavea. Foram produzidos 170.287 carros, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus no último mês, contra 266.992 do ano passado. Em relação a junho, quando foram produzidas 98.447 unidades, houve um crescimento de 73%. No acumulado de janeiro a julho, a queda foi de 48,3% — 899.553 unidades em 2020, contra 1.741.297 em 2019. Montadoras negociam adiar nova fase de regras de emissões Com a queda na produção e vendas por causa da crise do coronavírus, a Anfavea afirmou que está negociando com o governo o adiamento da nova fase de emissões de poluentes para veículos novos. O Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) tem sua próxima etapa prevista para entrar em vigor em 2022 para veículos leves, em sua 7ª fase, e para pesados, em sua 8ª etapa. “Estamos discutindo o tema (adiamento) com os ministérios do Meio Ambiente, Casa Civil e Economia”, afirmou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. De acordo com o executivo, o objetivo é cumprir as próximas metas 2 ou 3 anos depois da data atual, ou seja, até 2025. Para a próxima fase do Proconve, as montadoras terão que investir cerca de R$ 12 bilhões, disse a Anfavea. “Diante da crise gerada pela maior pandemia dos últimos 100 anos, precisamos debater prazos de investimentos mais realistas, e também outras soluções de curto prazo que permitam reduzir ainda mais as emissões da frota veicular nacional”, disse Moraes. Com a crise causada pela pandemia, a entidade afirma que as montadoras perderam entre R$ 60 bilhões a R$ 80 bilhões, em torno de 30% a 40% de seu faturamento. Esta matéria está em atualização. ]]>
Volkswagen T-Cross 2021 ganha central multimdia do Nivus e parte de R$ 91.660http://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-t-cross-2021-ganha-central
Modelo foi o carro mais vendido do Brasil em julho. Volkswagen T-Cross 2021 Divulgação A Volkswagen apresentou nesta quinta-feira (6) a linha 2021 do T-Cross, modelo que foi o mais vendido no Brasil em julho. Uma das principais novidades é a chegada da central multimídia VW Play no modelo. Até então, ela era exclusividade do Nivus, "irmão" menor do T-Cross. Entre os recursos do aparelho, que tem tela de 10 polegadas, estão a conexão sem fio para Apple CarPlay e a possibilidade de baixar aplicativos. A central será item de série em todas as versões. Nova central multimídia do Volkswagen T-Cross 2021 Divulgação Por outro lado, a Volkswagen não aplicou seu novo logotipo no modelo. A nova marca estreou exatamente no Nivus. Veja as versões do T-Cross 2021: 200 TSI Manual – R$ 91.660 200 TSI Automático – R$ 99.090 Comfortline 200 TSI – R$ 112.120 Highline 250 TSI – R$ 120.600 Volkswagen T-Cross 2021 Divulgação Equipamentos A Volkswagen também reduziu o número de combinações do T-Cross. Antes, eram 30 variações possíveis. Agora, são apenas 12. Além da nova central multimídia, todas as versões possuem 6 airbags, controles eletrônicos de tração e estabilidade, ar-condicionado, retrovisores com ajustes elétricos, direção elétrica, luz de condução diurna em LED, rodas de de 16 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, volante multifuncional e vidros elétricos. Na versão 200 TSI automática, além da transmissão, inclui controle de velocidade de cruzeiro, saída do ar-condicionado para os ocupantes do banco traseiro, saídas USB para os passageiros que viajam atrás, volante revestido em couro, descansa braço central e 2 alto-falantes dianteiros adicionais. A Comfortline ainda adiciona ar-condicionado digital, câmera de ré, sensor dianteiro de estacionamento, retrovisores com rebatimento automático, iluminação ambiente e acesso e partida por chave presencial. Como novidades na linha 2021, há rodas de liga leve de 17 polegadas, detector de fadiga do motorista e quadro de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas. Por fim, a Highline ainda inclui moldura e frisos cromados, bancos revestidos parcialmente em couro, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular e sistema start-stop, além do motor mais potente. Mecânica segue a mesma Sem qualquer alteração mecânica, o T-Cross 2021 será oferecido com motores 1.0 de 128 cavalos e 1.4 de 150 cv, ambos turbinados. A versão de entrada é a única que pode receber câmbio manual de 6 marchas. As demais são oferecidas com transmissão automática, também de 6 marchas. O T-Cross também mantém o visual e as dimensões. São 4,20 metros de comprimento, 2,65 m de entre-eixos, 1,76 m de largura e 1,59 m de altura. O volume do porta-malas é de 373 litros. Volkswagen T-Cross 2021 Divulgação ]]>
Volkswagen T-Cross ganha linha 2021 com central multimdia do Nivus http://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-t-cross-ganha-linha-2021-com
Modelo foi o carro mais vendido do Brasil em julho. Volkswagen T-Cross 2021 com o presidente da empresa, Pablo Di Si Reprodução A Volkswagen apresentou nesta quinta-feira (6) a linha 2021 do T-Cross, modelo que foi o mais vendido no Brasil em julho. Uma das principais novidades é a chegada da central multimídia VW Play no modelo. Até então, ela era exclusividade do Nivus, "irmão" menor do T-Cross. Entre os recursos do aparelho, que tem tela de 10 polegadas, estão a conexão sem fio para Apple CarPlay e a possibilidade de baixar aplicativos. A central será item de série em todas as versões. Por outro lado, a Volkswagen não aplicou seu novo logotipo no modelo. A nova marca estreou exatamente no Nivus. Veja as versões do T-Cross 2021: 200 TSI manual 200 TSI automático Comfortline 200 TSI Highline 250 TSI A Volkswagen também reduziu o número de combinações do T-Cross. Antes, eram 30 variações possíveis. Agora, são apenas 12. Sem qualquer alteração mecânica, o T-Cross 2021 será oferecido com motores 1.0 de 128 cavalos e 1.4 de 150 cv, ambos turbinados. A versão de entrada é a única que pode receber câmbio manual de 6 marchas. As demais são oferecidas com transmissão automática, também de 6 marchas. O T-Cross também mantém o visual e as dimensões. São 4,20 metros de comprimento, 2,65 m de entre-eixos, 1,76 m de largura e 1,59 m de altura. O volume do porta-malas é de 373 litros. ]]>
Justia determina que 747 trabalhadores demitidos pela Renault reassumam postos de trabalho imediatamentehttp://gpideia.com.br/noticia/justica-determina-que-747-trabalhadores
Fabricante afirma que fechamento de postos de trabalho se deve a queda das vendas e falta de perspectiva de retomada do mercado. Justiça do Trabalho determinou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. Fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná Divulgação A Justiça do Trabalho aceitou um recurso do Ministério Público do Trabalho (MPT) e determinou a reintegração imediata dos 747 trabalhadores dispensados pela Renault no fim de julho aos postos de trabalho. O Tribunal ainda determinou multa diária de R$ 100 mil a montadora em caso de descumprimento. No dia 21 de julho, a fabricante anunciou o fechamento do terceiro turno de produção na fábrica de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. No dia seguinte, os trabalhadores entraram em greve. À época, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) informou que a paralisação ocorreria até a negociação sobre a reversão das demissões. Em nota, a Renault disse que ainda não foi informada oficialmente sobre a decisão da 3ª Vara do Trabalho de São José dos Pinhais. A empresa justificou as demissões no dia 21 de julho “em função da necessidade de adequação do quadro, motivado pelo agravamento da crise gerada pela Covid-19”. A montadora afirma que as vendas caíram 47% no primeiro semestre e não há perspectiva de retomada do mercado. A Renault finalizou informando que vai recorrer da decisão. Decisão judicial No entendimento da juíza do trabalho Sandra Mara de Oliveira Dias, a fábrica, ao optar pela demissão em massa dos trabalhadores, descumpriu um acordo firmado previamente com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de submeter esse tipo de decisão a uma negociação coletiva com o sindicato que representa os profissionais. “Compromisso este que foi incontroversamente descumprido, haja vista que a ré, na primeira tentativa frustrada de estabelecer programa de demissão voluntária, via negociação coletiva, optou por romper com as tratativas coletivas e dispensar de forma ilícita mais de 700 trabalhadores”, detalhou a magistrada em um trecho da decisão. Ainda conforme a decisão judicial, a dispensa coletiva sem prévia negociação coletiva violou a Constituição Federal. “Em especial os princípios constitucionais da intervenção sindical nas questões coletivas trabalhistas (art. 8º, III e VI), do diálogo social e da valorização da negociação coletiva (art. 114, § 1º e 2º). Desse modo, tem-se por configurada a inconstitucionalidade de dispensas coletivas sem prévia negociação coletiva”, diz outro trecho da decisão. A juíza determinou que, em caso de pagamento de multa, o valor será destinado ao Hospital Pequeno Príncipe, que fica em Curitiba. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná. ]]>
Nova Fiat Strada Endurance x Fiat Strada Hard Working: comparativohttp://gpideia.com.br/noticia/nova-fiat-strada-endurance-x-fiat-strada
G1 comparou as duas gerações voltadas para o trabalho da picape mais vendida do Brasil. A antiga é uma derivação da primeira Strada, lançada em 1998. Fiat Strada Endurance e Hard Working André Paixão/G1 As duas Fiat Strada das fotos desta reportagem foram produzidas em 2020 e são vendidas como veículos 0 km. Só que elas também estão separadas por duas décadas. A picape prata, mais mirrada, é uma Hard Working da primeira geração, uma evolução da Strada original, lançada ainda no final dos anos 90. G1 também andou na Strada mais completa; veja Já o modelo cinza, mais encorpado, é uma Endurance de segunda geração, que acaba de chegar às lojas como um dos principais lançamentos automotivos do ano. Nessas configurações, a Strada tem como maior público empresas e frotistas. Suas vendas são majoritariamente para quem vai usar o carro para o trabalho pesado. Versões de trabalho Fiat Strada Endurance e Hard Working Guilherme Fontana/G1 Por isso, os preços de tabela, de R$ 61.590 para a Hard Working, e de R$ 63.590 para a Endurance, não devem ser considerados tão relevantes. Os valores mais próximos da realidade são aqueles aplicados para quem tem uma empresa aberta e usa o CNPJ na compra. Nesse caso, a rede Fiat vende a “antiga” Strada com 19% de desconto, que faz o valor de tabela cair para alto em torno de R$ 49.900. Já a novidade, Endurance, tem desconto menor, de 16%, fazendo com que seu valor final chegue a R$ 53.400. Isso significa que a diferença entre elas é razoavelmente pequena: R$ 3.500. No varejo, a diferença é ainda menor, de R$ 2 mil. Mesmo assim, a Fiat aposta que a veterana continuará tendo seu público cativo, com cerca de 10% das vendas entre todas as versões da Strada. Fiat Strada Endurance e Hard Working André Paixão/G1 Tabela de concorrentes da Fiat Strada Arte: Wagner Magalhães/G1 Herança indesejada Para mostrar se faz sentido economizar uma grana e levar para casa o modelo antigo, o G1 resolveu comparar os dois modelos. Como a Fiat não dispunha da Hard Working em sua frota para a sessão de fotos, a solução foi alugar uma unidade. Uma das boas novidades da nova Strada, como o G1 já mostrou, é o motor 1.3 Firefly, de 109 cavalos e 14,2 kgfm. Mas não se empolgue. Ele só está disponível a partir da versão Freedom. Na configuração de entrada, Endurance, o comprador terá que se contentar com o antigo 1.4 Fire, exatamente o mesmo motor presente no cofre da antiga Hard Working. Motor da Strada Endurance é o mesmo 1.4 da antiga Strada Hard Working André Paixão/G1 Apesar da conhecida robustez, seus números não empolgam. São 88 cv e 12,5 kgfm. Ainda assim, a nova Strada consegue ser um pouco mais rápida e econômica do que a antiga. De acordo com números de fábrica, ela acelera de 0 a 100 km/h em 12,3 segundos, só 0,1 s mais rápida do que a antiga Hard Working. Na prática, essa diferença é imperceptível, e as duas andam lado a lado. Vazias, as picapes até mostram certa agilidade no uso urbano. Mas falta força nas retomadas. A vida ainda fica mais complicada quando a caçamba está carregada. Aliás, a capacidade de carga é assunto para daqui a pouco. O consumo é um pouco mais animador, mas ainda pior do que a Strada cabine simples com motor 1.3, como mostra a tabela abaixo: Consumo da Fiat Strada Outra “herança” indesejada que a Strada Endurance carrega é a direção hidráulica, pesada nas manobras em baixa velocidade. Novamente, o “privilégio” de ter algo mais moderno, no caso uma assistência elétrica, só existe para quem investe mais e opta pelas versões Freedom ou Volcano. Doadores de peças A nova Strada compartilha componentes com alguns outros carros da Fiat. Visualmente, o maior “doador” de peças foi o Mobi. Para a carroceria, o subcompacto cedeu para-brisa e portas. As portas, inclusive, são bem menores do que as da antiga Strada. A solução para deixar o visual harmônico foi a instalação de um vidro vigia logo após o banco do motorista. Portas vindas do Mobi fizeram com que a Fiat incluísse um vidro vigia na Strada Endurance André Paixão/G1 O espaço extra também ajudou a “matar” a antiga cabine estendida, que oferecia 300 litros atrás dos bancos. Já no interior, Mobi e Strada compartilham volante, alavanca de câmbio e quadro de instrumentos. Mesmo assim, o visual é mais bem resolvido do que no subcompacto. Só não dá para esperar qualquer sinal de sofisticação no acabamento. O material dominante na cabine é o plástico rígido preto. Ao menos, não há rebarbas e peças mal encaixadas. O mesmo não pode ser dito da antiga Hard Working, cuja tampa do porta-luvas tinha folgas indecentes. Aqui, a Fiat merece o benefício da dúvida, afinal a unidade avaliada era alugada. Acabamento da antiga Strada Hard Working deixa a desejar André Paixão/G1 Além do acabamento, a nova Strada melhorou também no nível de equipamentos – ainda que muitos deles sejam opcionais. É o caso da central multimídia que habita o centro do painel, item que só existia em carros de muito luxo no final dos anos 1990, quando a picape nasceu. Na Strada do século 21, o item é até vanguarda. É o primeiro modelo do Brasil a oferecer espelhamento de celular sem fio – isso vale para Android Auto e Apple CarPlay. Ao menos em teoria, pois durante o teste, com mais de um aparelho, a conexão só foi possível usando o bom e velho cabo. Central multimídia da nova Fiat Strada pode conectar Android Auto e CarPlay sem fio Marcelo Brandt/G1 De qualquer forma, o aparelho tem uma nova interface, com uma das operações mais simples entre os modelos oferecidos atualmente. Sua tela de 7 polegadas também tem boa resolução. No caso da Strada Endurance, a central só está disponível em um pacote de R$ 3.490 que também inclui sensores e câmera de ré, entrada USB, quadro de instrumentos com tela de 3,5 polegadas e alto-falantes. Veja abaixo a lista com os outros itens vendidos à parte na Endurance: Pack Worker – R$ 2.500: Alarme, vidros e travas elétricos, brake light, fechadura elétrica na caçamba, comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível e banco do motorista com regulagem de altura; Pack Audio – R$ 1.500: rádio, alto-falantes, entrada USB e volante com comandos de som; Protetor de cárter – R$ 200 Capota marítima – R$ 800 Calotas – R$ 150 De série, ela traz ar-condicionado, direção hidráulica, computador de bordo, controle de estabilidade (agora obrigatório por lei em novos projetos), assistente de partida em rampas e volante com regulagem de altura. Adicionando todos os itens, a Strada Endurance passa a custar, no varejo, mais de R$ 70 mil, superando até os R$ 69.490 da Freedom com motor 1.3, colocando em xeque sua rentabilidade. Na comparação com a nova Strada, a veterana Hard Working só não oferece controle de estabilidade e assistente de partida em rampas. Fora isso, tem os mesmos itens de série, e também oferece o Pack Worker (R$ 2.500) como opcional. Fiat Strada Endurance Guilherme Fontana/G1 Companheira de jornada Mas as semelhanças vão se esgotando. A vida de quem terá na nova Strada uma companheira de jornada também promete ser mais fácil. Principalmente na hora de carregar e descarregar a caçamba. A Fiat instalou um mecanismo que reduz o esforço para abrir e fechar a tampa. É um sistema semelhante ao que a rival, Volkswagen Saveiro já usa há anos. Uma pequena luz auxiliar na caçamba também ajuda a melhorar a visão em ambientes mal iluminados. Uma falha é a ausência do vidro basculante na janela traseira. As duas décadas entre as gerações da Strada também mostram como a ergonomia evoluiu com o passar dos anos. Isso vale para principalmente para os comandos de ventilação e as saídas de ar, antes localizados em posição muito baixa. Fiat Strada Endurance Divulgação/Fiat A coluna do motorista que passa o dia dirigindo também irá “agradecer” pelos novos bancos, muito mais confortáveis. A própria posição de dirigir, que antes exigia certo contorcionismo do motorista, por ter pedais levemente desalinhados com o banco e o volante, foi aprimorada. O assento está em posição mais baixa e alinhado com os demais elementos. Fiat Strada Endurance e Hard Working Guilherme Fontana/G1 Mesmo a porta menor, além de ser mais leve, ainda ajuda na hora de encontrar o cinto de segurança. Tudo sem comprometer o acesso. Dentro da cabine, o espaço também melhorou. Parte do espaço que era “roubado” pelo estepe agora ficou livre para acomodar outros objetos. O pneu sobressalente agora só pode ser alocado abaixo da caçamba – e a Fiat garante que reforçou os mecanismo antifurto. São 75 litros extras, chegando a 150 litros – razão pela qual o marketing da fabricante resolveu chamar a cabine simples de “Plus”. Fiat Strada Endurance e Hard Working André Paixão/G1 Plus mesmo é o tamanho da caçamba. O compartimento acomoda 1.354 litros, 234 a mais do que na Strada veterana. Além do volume, a capacidade de carga cresceu de 705 kg para 720 kg. Entre suas rivais, Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana, a Strada é a que possui a caçamba mais espaçosa com larga vantagem. Compare com as rivais: Volumes e capacidades de carga das picapes compactas Falando em rivais, se a Strada de 2 décadas já dominava o segmento das picapes pequenas, uma nova geração, mais moderna e com caçamba maior tem tudo para aumentar o reinado. Principalmente porque ela ainda custa menos do que suas concorrentes. A Saveiro mais simples, Robust, custa R$ 57.390, mas não possui ar-condicionado, direção hidráulica, vidros ou travas elétricos. Todos esses itens são vendidos em um único pacote, que faz a conta subir para R$ 65.430, ainda mais do que os R$ 66.090 da Strada equivalente em equipamentos. Considerando valores para empresas ou frotistas, a tabela é de R$ 45.338 na configuração básica e R$ 51.689 com o pacote opcional. Já a Montana parte de R$ 60.990, mas só traz direção hidráulica de série. Para adicionar ar-condicionado, vidros e travas elétricos, é preciso incluir um pacote que custa R$ 8.860, que faz o valor subir para R$ 69.850. Os preços para empresas e frotistas, no caso da picape da Chevrolet são R$ 52.510 e R$ 59.908, respectivamente. Conclusão Fiat Strada Endurance e Hard Working Guilherme Fontana/G1 Mesmo se a Fiat não tivesse mexido em um parafuso, a Strada continuaria sendo um sucesso. Ao fazer as mudanças mais do que necessárias, a fabricante trouxe a picape para o século 21. Dessa forma, não há mais sentido manter em linha uma versão da primeira geração. Principalmente quando a diferença de preços é tão pequena. De quebra, a nova Strada também acaba com qualquer chance de triunfo da concorrência na parte de baixo do segmento. Ainda que tenha um motor antigo e cobre por diversos itens bacanas, a Strada Endurance é a melhor opção para quem precisa de um carro para o trabalho. Fiat Strada Endurance e Hard Working Guilherme Fontana/G1 Fiat Strada Endurance e Hard Working Guilherme Fontana/G1 Fiat Strada Endurance André Paixão/G1 VÍDEO: veja como anda a nova Strada com motor 1.3 e cabine dupla Fiat Strada muda depois de 2 décadas; G1 testou a nova picape ]]>
Mercedes-Benz amplia aliana com fabricante de baterias para alcanar 700 km de autonomia em carros eltricoshttp://gpideia.com.br/noticia/mercedes-benz-amplia-alianca-com
Acordo com a chinesa CATL inclui produção de baterias e fornecimento de sistemas completos para modelos elétricos. Tempo de recarga também deve cair. Produção de bateria para veículo elétrico em uma subsidiária da Daimler Divulgação A Daimler, dona da Mercedes-Benz, disse nesta quarta-feira (5) que está ampliando uma aliança com a fabricante chinesa CATL para entregar baterias capazes de entregar autonomia de 700 km para veículos elétricos. Segundo o acordo com a CATL, a parceria incluirá o fornecimento de células e sistemas completos de baterias, além da combinação das pesquisas das empresas. "Pretendemos liderar as tecnologias de bateria, por isso agora estamos combinando nosso conhecimento em pesquisa e desenvolvimento com parceiros ousados", afirmou a Daimler em comunicado. A parceria visa reduzir os ciclos de desenvolvimento, aumentar significativamente o alcance de baterias futuras por meio de avanços na densidade de energia e reduzir seu tempo de carregamento, disse a Daimler. Mercedes-Benz EQC é o primeiro SUV elétrico da empresa Divulgação A CATL utilizará eletricidade de fontes renováveis de energia, como eólica, solar e hidrelétrica para a produção das células de bateria, informou o comunicado conjunto. As fabricantes têm entrado em uma corrida pelo aumento da autonomia e na vida útil das baterias. Recentemente, a General Motors anunciou que está "quase lá" no desenvolvimento de uma bateria com duração de 1 milhão de milhas, ou 1,6 milhão de km. Novas baterias da General Motors Divulgação A empresa também anunciou uma nova geração de baterias, chamada de Ultium. Segundo a GM, os veículos equipados com esses componentes terão autonomia de 645 km. A rival Tesla também anunciou avanços no desenvolvimento da bateria de 1 milhão de milhas. A empresa de Elon Musk diz que pretende zerar a diferença de preços entre veículos elétricos e a combustão. ]]>
Ford anuncia troca na diretoria executiva a partir de outubrohttp://gpideia.com.br/noticia/ford-anuncia-troca-na-diretoria-executiva
Jim Hackett, CEO desde 2017, vai se aposentar. Em seu lugar, assume Jim Farley. Jim Hackett (esq.) e Jim Farley: atual e futuro CEO da Ford Divulgação A Ford anunciou nesta terça-feira (4) uma troca na presidência da empresa a partir de outubro, quando o atual diretor executivo, Jim Hackett, se aposenta. Em seu lugar, assume o atual diretor de operações, Jim Farley. Jim Hackett deixa o comando da Ford em meio a um processo de renovação da fabricante. Ele estava no cargo desde 2017, mas é funcionário da empresa desde 2007, quando foi contratado para ser diretor mundial de vendas. Sob o comando de Hackett, a Ford se aliou à Volkswagen para a produção de veículos comerciais e elétricos. A aliança ainda não rendeu frutos, embora as conversas entre as fabricantes sigam. Aliança Volkswagen-Ford: o que se sabe até agora A empresa também decidiu investir nos veículos autônomos e tomou uma decisão polêmica ao mudar o posicionamento no mercado americano para atender à demanda por veículos maiores, principalmente picapes e SUVs. Com isso, resolveu tirar de linha modelos como Fusion e Fiesta. Ford Bronco Divulgação Por outro lado, a empresa apresentou o crossover elétrico Mach-E, inspirado no Mustang. Recentemente, a Ford também relançou a linha Bronco. Presidente do conselho da diretoria, Bill Ford afirmou, em nota: "Estou muito agradecido a Jim Hackett por tudo o que fez para modernizar a Ford e nos preparar para competir e vencer no futuro". As ações da Ford perderam quase metade do valor nos últimos cinco anos, enquanto empresas como a fabricante de veículos elétricos Tesla dispararam em Wall Street. ]]>
Volkswagen T-Cross passa Chevrolet Onix e o carro mais vendido em julho; veja o top 10http://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-t-cross-passa-chevrolet-onix-e
SUV teve 10.211 unidades vendidas em julho, contra 9.716 do Onix. Volkswagen T-Cross Fábio Tito/G1 O Volkswagen T-Cross fechou o mês de julho como o carro mais vendido do Brasil pela 1ª vez, ultrapassando o Chevrolet Onix. Este, por sua vez, se mantém na liderança no ano de 2020 até agora. Venda de veículos sobe 31% em julho Nos dados de emplacamentos divulgados nesta terça-feira (4) pela associação das concessionárias, o SUV teve 10.211 unidades vendidas em julho, contra 9.716 do Onix. Veja o TOP 10 VW/T CROSS 10.211 GM/ONIX 9.716 HYUNDAI/HB20 7.852 FIAT/STRADA 6.564 GM/TRACKER 6.070 GM/ONIX PLUS 5.205 JEEP/COMPASS 4.786 FIAT/ARGO 4.756 JEEP/RENEGADE 4.735 VW/GOL 4.427 A reportagem está sendo atualizada. G1 andou no T-Cross, o primeiro SUV compacto da Volkswagen ]]>
Venda de veculos sobe 31% em julho, diz Fenabravehttp://gpideia.com.br/noticia/venda-de-veiculos-sobe-31-em-julho-diz
Foram 174.498 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados no mês, contra 132.826 em junho. Venda de veículos novos em imagem de arquivo Fábio Tito/G1 A venda de veículos subiu 31,3% em julho no Brasil, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, nesta terça-feira (4). Foram 174.498 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados no mês, contra 132.826 em junho. T-Cross passa Onix e é o carro mais vendido em julho; veja o top 10 A reportagem está sendo atualizada Produção Industrial sobe quase 9% em junho ]]>
Produo industrial cresce em junho pelo 2 ms seguido, mas no reverte perdas com pandemiahttp://gpideia.com.br/noticia/producao-industrial-cresce-em-junho
Em 2 meses, setor acumula expansão de 17,9%, mas ainda insuficiente para eliminar queda acumulada de 26,6% nos meses de março e abril. Produção de veículos saltou 70% em junho. IBGE divulga índice da produção industrial de junho com alta de 8,9% A produção industrial brasileira avançou 8,9% em junho, na comparação com maio, segundo divulgou nesta terça-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa foi a segunda alta seguida da indústria, mas ainda insuficiente para eliminar a perda de 26,6% acumulada pelo setor nos meses de março e abril, quando o setor atingiu o nível mais baixo já registrado no país. O resultado mensal foi o mais elevado desde junho de 2018 (12,9%), quando o setor retomou a produção logo após a greve dos caminhoneiros, de acordo com o IBGE, reforçando a leitura de que o pior do impacto econômico da pandemia de coronavírus pode ter ficado para trás. Já em relação a junho de 2019, houve recuo de 9%, no oitavo resultado negativo seguido nessa base de comparação. “Embora tenha crescido numa magnitude importante, acumulando expansão de 17,9% nos meses de maio e junho, a produção industrial ainda está longe de eliminar a perda concentrada nos meses de março e de abril. O saldo negativo desses quatro meses é bastante relevante (-13,5%)”, destacou o gerente da pesquisa, André Macedo. Produção industrial mensal Economia G1 O resultado veio um pouco melhor do que o esperado. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 7,7% na variação mensal e de queda de 10,2% na base anual. Mesmo com o desempenho positivo em junho, a indústria ainda está 27,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011 e acumula uma perda de 13,5% na pandemia. O resultado de maio foi revisado pelo IBGE para uma alta de 8,2%, ante leitura inicial de crescimento de 7%. Já o tombo recorde de abril foi revisado para uma queda ainda mais profunda, de 19,2%. Produção de veículos alta 70% e puxa alta Dos 26 ramos industriais pesquisados pelo IBGE, 24 registraram avanço em junho. O destaque foi a produção de veículos, que avançou 70% ante maio, puxado, principalmente, por carros e caminhões, impulsionada pelo retorno à produção de unidades paralisadas por causa da pandemia. Com o salto, a categoria acumulou alta de 495,2% em dois meses consecutivos de crescimento, mas ainda se encontra 53,7% abaixo do patamar de fevereiro último. Também contribuíram para o resultado do mês os segmentos de bebidas (19,3%), de indústrias extrativas (5,5%), de produtos de borracha e de material plástico (17,3%), de outros equipamentos de transporte (141,9%), de produtos de minerais não-metálicos (16,6%), e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (24,4%). Por outro lado, as indústrias de alimentos e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis recuaram ambos 1,8% em junho. Destaques da produção industrial em junho Economia G1 Maior queda trimestral da série histórica Com o resultado de junho, o setor industrial tombou 19,4% no segundo trimestre e registrou a queda mais intensa desde o início da série histórica, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. No 1º trimestre, a queda tinha sido de 1,6%. Na comparação com os 3 primeiros meses do ano, a indústria teve queda de 17,5% no 2º trimestre. No primeiro trimestre, o recuo havia sido de 2,7% sobre os três meses anteriores. Já na média móvel trimestral, a indústria teve queda de 1,8% em junho frente ao nível de maio, mantendo a trajetória predominantemente descendente iniciada no final de 2019. No acumulado do primeiro semestre, caiu 10,9%, e em 12 meses, recuou 5,6%, queda mais elevada desde dezembro de 2016 (-6,4%). Resultado por grandes categorias Entre as 4 grandes categorias econômicas, também houve crescimento pelo segundo mês seguido, com destaque para bens de consumo duráveis. Veja abaixo: bens de consumo duráveis: 82,2% bens de capital: 13,1% bens de consumo semi e não-duráveis: 6,4% bens intermediários: 4,9% No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, as quatro grandes categorias econômicas acumulam perdas. Os resultados do primeiro semestre mostraram menor ritmo para bens de consumo duráveis (-36,8%) e bens de capital (-21,2%), pressionadas pela redução na fabricação de automóveis (-51,4%) e eletrodomésticos (-13,5%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (-36,2%) e para fins industriais (-16,3%), na segunda. Já os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-10,3%) e de bens intermediários (-6,6%) também assinalaram taxas negativas no acumulado no ano, mas ambos com quedas menos acentuadas do que a observada na média nacional (-10,9%). Pandemia e perspectivas Depois do forte tombo em março e abril, em meio às medidas de isolamento social, a economia tem mostrado sinais de recuperação, mas a incerteza permanece elevada diante do número ainda elevado de casos de coronavírus e elevado desemprego. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostra que a expectativa do mercado é de retração de 5,66% para a economia brasileira este ano. Essa foi a quinta semana seguida de melhora do indicador. Já a projeção para o tombo da produção industrial em 2020 foi piorada para uma queda de 7,92%. A confiança da indústria brasileira voltou a subir em julho, segundo o indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV), mas ainda segue longe do patamar pré-pandemia. A alta, de 12,2 pontos, foi a segunda maior variação positiva da série histórica do indicador, que atingiu 89,8 pontos - ainda abaixo do pico, de 101,4 pontos. Incerteza provocada pelo coronavírus deve travar investimentos no país Confiança dos empresários da indústria melhora em julho ]]>