GPIDEIA TECNOLOGIA http://gpideia.com.br/ Noticias sobre tecnologias, web, aplicativos, e muito mais pt-BR Regras para uso de patinetes e bicicletas eltricas em Balnerio Cambori valem a partir desta terahttp://gpideia.com.br/noticia/regras-para-uso-de-patinetes-e-bicicletas
Decreto foi feito em junho. Ideia é dar mais segurança e evitar acidentes, conforme Secretaria de Segurança Pública. Pessoas trafegam na Avenida Atlântica com ciclomotores Prefeitura de Balneário Camboriú/Divulgação Começam a valer a partir desta terça-feira (20) as regras publicadas em decreto de junho sobre o uso de patinetes, bicicletas elétricas e outros veículos de mobilidade individual em Balneário Camboriú, no Litoral Norte. A fiscalização será feita pelos agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Segurança Pública. A ideia é dar mais segurança e evitar acidentes, conforme a secretaria. Houve aumento no uso desses equipamentos, de acordo com a administração municipal. Decreto regulamenta uso de patinetes e ciclomotores em Balneário Camboriú; veja regras Confira abaixo as principais normas do decreto: Patinetes circulação em ciclofaixas ou ciclovias; circulação em velocidade inferior a 20 km/h; proibido trafegar por calçadas; na ciclofaixa da Avenida Atlântica fica proibido o uso entre 8h e 12h de fins de semana e feriados. Bicicletas elétricas circula em ciclovias ou ciclofaixas; precisa ter espelhos, indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna dianteira, traseira e lateral; obrigatório o uso de capacete. Ciclomotores são veículos de duas rodas com mais de 1,2 metros; proibido circulação por pessoas sem habilitação A ou Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC); proibido circulação em calçadas, ciclovias e ciclofaixas; para obter a ACC, a pessoa precisa ser maior de 18 anos, saber ler e escrever e ter CPF. O pedido deve ser feito no Detran. Veja mais notícias do estado no G1 SC ]]>
Citron registra SUV compacto chins C3-XR no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/citroen-registra-suv-compacto-chines
Modelo pode ser uma alternativa mais em conta em relação ao C3 Aircross para substituir o atual Aircross brasileiro. Não há confirmação oficial. Citroën C3-XR Divulgação/Citroën Além do Opel Zafira Life, furgão "primo" de Peugeot Expert e Citroën Jumpy, o Grupo PSA fez mais um registro no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) nesta terça-feira (20): o SUV compacto chinês C3-XR. Procurada pelo G1, a Citroën ainda não se posicionou sobre os registros. Ainda não está certo se as imagens indicam a vinda do modelo ao Brasil ou se não passam de mais um registro sem intenções, só para garantir a patente, como é de praxe entre diversas fabricantes. Entre as partes catalogadas, há retrovisor, para-lamas, capô, grade superior, faróis e para-choque. Veja os registros: Citroën C3-XR tem registros de patente no INPI Reprodução/INPI Mesmo sem confirmação oficial, o modelo faria sentido na ofensiva de SUVs da PSA - que destaca o C4 Cactus e, futuramente, o C5 Aircross na Citroën, além de 2008, 3008 e 5008 na Peugeot. Uma hipótese de é que o modelo chinês substitua o atual Aircross, derivado da minivan C3 Picasso, já descontinuada por aqui e na Europa. Outro indício é a falta de planos para o C3 no mercado brasileiro, que não tem mudanças significativas desde a virada de geração, em 2012, e poderia vir a ser substituído pelo C3-XR. Vale lembrar, porém, que em 2018 a Citroën registrou patentes do C3 Aircross europeu, que se encaixaria nas mesmas hipóteses. ]]>
Audi abre pr-venda dos novos A6 e A7, limitada a 30 unidadeshttp://gpideia.com.br/noticia/audi-abre-pre-venda-dos-novos-a6-e-a7
Preços partem de R$ 426.990 e R$ 456.990, respectivamente. Apenas 15 unidades de cada um dos modelos estão disponíveis. Audi A6 Divulgação/Audi A Audi iniciou a pré-venda dos novos A6 e A7 no Brasil com preços iniciais de R$ 426.990 e R$ 456.990, respectivamente. Para o período, que vai até setembro, quando acontecerá o lançamento oficial dos sedãs, apenas 15 unidades de cada modelo estão disponíveis. Além da exclusividade, a marca oferece outras duas vantagens para os 30 compradores: as duas primeiras revisões gratuitas, além da promessa de R$ 30 mil de valorização no usado negociado na troca. Tanto o A6, quanto o A7, chegam em versão única equipados com o mesmo motor do SUV mais caro da marca no país, o Q8: um 3.0 V6 turbo de 340 cavalos de potência e 51 kgfm de torque. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h. Audi A7 Divulgação/Audi Também para os dois modelos, a lista de equipamentos inclui ar-condicionado de 4 zonas, abertura e fechamento elétricos do porta-malas, sistema de som Bang&Olufsen, central multimídia com tela sensível ao toque, piloto automático adaptativo e câmera 360°. Os modelos são equipados ainda com os sistemas de alerta de perigo para sair do veículo, alerta de tráfego cruzado e o Audi Pre Sense, que prepara o veículo na iminência de uma colisão. Head-up display e visão noturna são opcionais. ]]>
Honda registra moto chinesa de baixa cilindrada no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/honda-registra-moto-chinesa-de-baixa
CB 150S teve a patente de seu desenho publicado no Inpi. Não há informações que o modelo seja vendido no mercado brasileiro. Honda CB 150S teve seu desenho registrado no Brasil Inpi A Honda CB 150S teve seu desenho registrado no Brasil nesta terça-feira (20). O modelo de origem chinesa foi publicado na relação de patentes pelo Instituto Nacional da Propriedade (Inpi). Motos 2019: veja 20 modelos esperados até o fim do ano Vídeo: G1 anda na primeira moto elétrica da Harley Como aconteceu com outros modelos, como uma outra moto de baixa cilindrada "misteriosa", além da esperada CB 650R, isso não significa necessariamente que o modelo será vendido no mercado brasileiro. As patentes são feitas no país por motivos de segurança da propriedade intelectual. Recentemente, a Yamaha registrou um NMax 160 renovado no Brasil, e a Suzuki fez o mesmo com a Katana. ]]>
Opel Zafira Life aparece em registros de patente no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/opel-zafira-life-aparece-em-registros-de
PSA, atual dona da marca alemã, registrou elementos do furgão no INPI. Modelo não está confirmado para o mercado brasileiro. Opel Zafira Life Divulgação/Opel A Opel pode estar perto de chegar ao Brasil. É o que indicam os registros de diversos elementos do furgão Zafira Life, publicados nesta terça-feira (20) na Revista do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Procurada pelo G1, a PSA (dona da Opel desde 2017, além de Peugeot e Citroën) ainda não se posicionou sobre os registros. Registros da PSA no INPI mostram roda, grade e farol do furgão Zafira Life Reprodução/INPI As imagens publicadas mostram a grade principal, o farol com projetor e a roda do Zafira Life comercializada na Europa - compare com a imagem do topo da matéria. Apesar do nome, o modelo em nada se aproxima da minivan vendida no Brasil pela Chevrolet no início dos anos 2000. O Zafira Life nada mais é do que a versão Opel dos furgões Citroën Jumpy e Peugeot Expert. Com bons números de vendas, pode ser que os "primos franceses" impulsionem a chegada da alemã ao Brasil por comerciais leves. Por aqui, eles são equipados com motor 1.6 turbodiesel de 115 cavalos de potência e 30 kgfm de torque. ]]>
GM e Prefeitura de So Bernardo fazem acordo para contratao de funcionrios da Fordhttp://gpideia.com.br/noticia/gm-e-prefeitura-de-sao-bernardo-fazem
Dona da Chevrolet se comprometeu a priorizar trabalhadores vindos da unidade da Ford, que irá fechar unidade até o fim do ano. Prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, e presidente da GM do Brasil, Carlos Zarlenga, em reunião na fábrica da empresa em São Caetano do Sul Divulgação A Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP) anunciou nesta segunda-feira (19) um acordo com a General Motors, dona da Chevrolet, para contratação prioritária de funcionários da Ford, que irá encerrar as atividades na cidade do ABC Paulista até o final deste ano. O compromisso foi firmado após reunião entre o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, e o presidente da GM do Brasil, Carlos Zarlenga. O encontro foi realizado na sede da empresa, na vizinha São Caetano do Sul. De acordo com a prefeitura, em nota, a GM se comprometeu a priorizar os trabalhadores da concorrente. No entanto, o texto não esclarece quantos funcionários serão contratados, nem quando as novas vagas serão criadas. Fábrica da GM em São Caetano do Sul Divulgação Procurada, a GM afirmou que "não tem nada a acrescentar ao texto divulgado". No protocolo de intenções, a prefeitura vai intermediar a contratação de trabalhadores da Ford na GM. Isso será feito por meio da Central de Trabalho e Renda de São Bernardo. “É uma excelente ideia. Primeiro porque, como o prefeito disse, são profissionais já treinados. Segundo, estamos fazendo um forte investimento e vamos precisar de talentos para operar. É um ganha-ganha tanto para São Bernardo quanto para a GM”, afirmou Zarlenga, na nota. Ford vai fechar fábrica Fábrica da Ford em São Bernardo Divulgação A medida foi tomada após a decisão da Ford de encerrar as atividades na fábrica do bairro do Taboão, em São Bernardo. O local era o mais antigo em funcionamento da empresa no Brasil. Em fevereiro, a fabricante norte-americana anunciou que encerraria a produção do Fiesta, único veículo de passeio montado na unidade. Além disso, também afirmou que deixaria o mercado de caminhões, que também saíam de São Bernardo. A produção do Fiesta foi encerrada em junho. Já os caminhões seguem sendo fabricados. A previsão de parada total está marcada para novembro. Em abril, a Ford firmou acordo com o sindicado para realizar a demissão dos funcionários. O próprio prefeito de São Bernardo, além do governador do estado, João Doria, tentaram intermediar a venda da fábrica para outra empresa. No entanto, até agora, nenhum negócio foi fechado. Na época, Morando considerou a decisão "covardia". ]]>
Puxado por Porsche, ciclista alcana 280 km/h e bate recorde no Reino Unidohttp://gpideia.com.br/noticia/puxado-por-porsche-ciclista-alcanca-280
Neil Campbell, de 45 anos, usou uma bicicleta personalizada, avaliada em cerca de R$ 72 mil, para realizar o feito. Um acessório foi adicionado à parte de trás do Porsche para ajudar a puxar Campbell ao longo da pista BBC/Worldreach Um britânico estabeleceu um novo recorde de velocidade no ciclismo masculino, no último sábado, ao ultrapassar a velocidade de 174 mph (280 km/h) na pista de um aeroporto. Neil Campbell, de 45 anos, quebrou o recorde anterior - de 167 mph (268 km/h) - usando uma bicicleta personalizada, avaliada em 15 mil libras (cerca de R$ 72 mil). Bicicleta: 10 dicas para andar com segurança A bicicleta foi puxada por um Porsche Cayenne pela pista do aeroporto de Elvington, no norte da Inglaterra, e separada do veículo após ganhar impulso, cruzando o sensor de velocidade com sua própria força. O recorde anterior, que pertence a um ciclista holandês, foi registrado em 1995. O arquiteto de Essex, no Reino Unido, disse que estava "animado e aliviado" ao ter atingido a velocidade mais rápida do ciclismo (masculino) em zona de baixa resistência do ar, chamada de vácuo. Neil Campbell, de 45 anos, bateu recorde de velocidade ao atingir 280,55 km/h Worldreach/BBC O marcador de velocidade registrou 174,33 mph (280,55 km/h). "A equipe trabalhou incrivelmente bem", afirmou Campbell, que está sendo chamado pela imprensa especializada de "o homem mais rápido em cima de uma bicicleta". A bicicleta foi desenvolvida especialmente para o desafio. Com design alongado, foi inspirada em uma tandem (para duas pessoas) e construída com as peças de uma motocicleta de motocross. Havia uma grande estrutura anexada à traseira do Porsche, para ajudar Campbell a ganhar velocidade ao longo da pista de 3,2 quilômetros. "A Porsche gasta milhões testando seus carros em túnel de vento, e o que fizemos foi colocar uma grande caixa de Tupperware na parte de trás", brincou. Campbell usou um traje de proteção de pele de canguru durante o desafio. Initial plugin text As evidências do novo recorde serão submetidas agora ao Guinness World Records, o livro dos recordes. O próximo desafio de Campbell é tentar alcançar no ano que vem 220 mph (354 km/h) em uma pista de seis milhas (9,6 quilômetros) no Deserto de Sal de Bonneville, em Utah, nos EUA. "Este foi um projeto de cinco anos, e o recorde foi o ápice de uma parte dele. Estamos limitados pelas finanças e o orçamento a fazer o que podemos. Nosso plano agora é ir para Bonneville e usar uma pista de teste mais longa." ]]>
Chineses revelam patinete que pode voltar sozinho a estaeshttp://gpideia.com.br/noticia/chineses-revelam-patinete-que-pode-voltar
Veículo semiautônomo foi desenvolvido pela Segway-Ninebot e deve chegar às ruas em 2020. O presidente da Ninebot, Wang Ye, apresentou o patinete KickScooter T60, em Pequim, na última sexta-feira 916) Florence Lo/Reuters Para resolver um dos maiores problemas dos patinetes elétricos compartilhados, que ficam largados pelas ruas depois de seu uso, a Segway-Ninebot revelou, na China, um conceito que pode voltar às estações de recarregamento sozinho. Chamado de KickScooter T60, o modelo de chegar ao mercado em 2020 e também traz outro diferencial: o patinete tem duas rodas na dianteira, o que ajudaria a evitar quedas. VÍDEO: 10 dicas para andar de patinete elétrico "O ponto crítico para as operadoras de patinetes é encontrar um jeito de manter os patinetes a um custo menor", disse Gao Lufeng, diretor executivo da Segway-Ninebot. Patinete da Segway-Ninebot tem trêm rodas Florence Lo/Reuters No modo de operação atual, as empresas precisam fazer a coleta dos patinetes manualmente. Uber e Lyft, as gigantes de aplicativos de viagens de carros, estariam entre as interessadas no modelo semiautônomo, informou a agência Reuters. Patinete KickScooter T60 da Segway-Ninebot pode voltar sozinho ao ponto de recarga Florence Lo/Reuters Segway-Ninebot Formada pela união em 2015 da Ninebot da China e da Segway, pioneira em transporte nos Estados Unidos, a empresa se tornou a maior fornecedora de empresas de compartilhamento de scooters como a Bird and Lime. "Acredito que as scooters substituirão as bicicletas como a principal solução para a mobilidade", disse Gao. "É da natureza humana para economizar energia quando se viaja." Tecnologia da Segway-Ninebot permite patinetes retornarem sozinho a estações Florence Lo/Reuters Initial plugin text ]]>
Jeep Compass fica mais equipado e mais caro na linha 2020; parte de R$ 116.990http://gpideia.com.br/noticia/jeep-compass-fica-mais-equipado-e-mais
Aumentos são de até R$ 8 mil, mas todas as configurações ganharam equipamentos e novos pacotes de opcionais. Jeep Compass Sport Divulgação/Jeep O Jeep Compass chegou à linha 2020 mais equipado e até R$ 8 mil mais caro. Agora, o modelo parte de R$ 116.990 nas versões flex e de R$ 161.990 nas equipadas com motor a diesel. Veja os preços: Preços Faróis automáticos, sensor de chuva e chave presencial para entrada no veículo e partida do motor, passam a ser itens de série na Sport, de entrada, que também adota o branco perolizado na paleta de cores por R$ 2.200. Nas Longitude flex e diesel, a lista de equipamentos ganha retrovisor eletrocrômico, faróis automáticos e sensor de chuva. Como opcional, a versão passa a ter sistema semiautônomo de estacionamento - que faz parte do pacote Premium, que custa R$ 5.000 e inclui também faróis de xenon, partida remota e sistema de som Beats. Jeep Compass S 2020 Divulgação/Jeep Para as configurações Limited e Trailhawk, a novidade fica para a inclusão do banco do motorista com ajustes elétricos de série e para o pacote High Tech como opcional. O pacote custa R$ 8.000 e adiciona piloto automático adaptativo, faróis altos automáticos, sistema de som Beats, aviso de colisão frontal com frenagem de emergência, aviso para mudanças involuntárias de faixa e abertura elétrica do porta-malas. A topo de linha S, por sua vez, ganha teto solar panorâmico elétrico de fábrica. Nas versões em que o item é opcional, ele custa R$ 8.600. ]]>
Salo de carros de miniatura tem rplicas ?perfeitas? e exemplares de R$ 10 a R$ 12 mil http://gpideia.com.br/noticia/salao-de-carros-de-miniatura-tem
Evento realizado em São Paulo tem 100 expositores e milhares de modelos em escala. Salão de carros de miniatura tem modelos de R$ 10 a R$ 12 mil Quem pensa que colecionar carrinhos em miniatura é brincadeira de criança se engana ao ver os milhares de adultos reunidos na primeira edição do Salão Diecast Brasil. O evento celebra o colecionismo – diecast é o nome em inglês para as miniaturas de carros feitas em metal – e teve as portas abertas no último sábado (17), no Hotel Transamérica, em São Paulo. Neste domingo, o salão vai até às 18h. A entrada custa R$ 20. Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 No local, estão expostas e à venda dezenas de milhares de carrinhos, para todos os bolsos e gostos. “Temos cerca de 100 expositores. Cada um deles traz por volta de 400 modelos. Ou seja, são 40 mil miniaturas à venda”, disse Murilo Giannetti, organizador do evento. Os preços começam em R$ 10. A maior parte dos modelos custa menos de R$ 100. Brincadeira pode ser cara Miniatura do Ford Mustang GT500 no Salão Diecast Eduardo Palácio/G1 Um dos lojistas afirma que o modelo preferido do público é o Mustang. No mesmo local, uma réplica em escala 1:8 do Shelby GT500 de 1967 é vendida por R$ 5,5 mil. Mas o “muscle” americano não é o mais caro da feira. No corredor ao lado, Mercedes-Benz 190E e um Shelby Cobra, também na escala 1:8, são oferecidos por R$ 12 mil, cada. Marcus Vinicius exibe os modelos mais caros do Salão Diecast: Mercedes 190E, Shelby Cobra e Ford Mustang, de R$ 12 mil, cada Eduardo Palácio/G1 “São modelos artesanais. Então, nunca saem dois exatamente da mesma forma. Em carros nesta escala, o objetivo é fazer o mais próximo possível do modelo real. O processo de construção leva cerca de 3 meses”, explica o expositor Marcus Vinicius De Vicenzo, responsável pelos modelos, e dono do Ford Mustang de mesmo tamanho que fica ao lado da dupla. O nível de perfeccionismo é tão grande que a tampa do motor tem o mesmo tipo de fixação do carro real. Clássicos nacionais Fiat Uno com escada no teto é clássico do Salão Diecast Eduardo Palácio/G1 Para quem não está disposto a gastar essa grana, há outros carrinhos interessantes. Para os apaixonados por veículos nacionais, sobram clássicos como Chevrolet Opala e Monza, Fiat Uno (com escada no teto, é claro), Volkswagen Fusca e Kombi e Ford Corcel. Cadillac Eldorado do filme Caça-Fantasmas Eduardo Palácio/G1 Entre as coleções, há veículos de serviço, usado por empresas que nem existem mais, furgões de alimentos e até carros famosos do cinema, caso do Citroën 2CV usado em um dos filmes de 007, do DeLorean de De Volta para o Futuro e do Cadillac Eldorado de Caça-Fantasmas. Nesse caso, é possível adquirir um dos modelos por menos de R$ 60. Miniatura de Toyota Bandeirante com pintura de empresa de energia elétrica no Salão Diecast Eduardo Palácio/G1 Encontro de apaixonados Além da venda de carrinhos e acessórios, o público também pode conferir um concurso de customização de miniaturas. Elas são divididas em quatro categorias: pintura, diorama (cenário), modificadas e de veículos Nissan (a fabricante é uma das patrocinadoras do evento). Dessas, a que mais encanta os olhos é a de modificados. Usando carrinhos convencionais como base, os candidatos mudam carroceria, rodas, pintura e até interior. Michael Douglas é especialista em customização de miniaturas Eduardo Palácio/G1 É o caso de Michael Douglas, de Campinas (SP). O auxiliar mecânico levou para o evento três modelos para concorrer nesta categoria. “Meus projetos são sempre baseados em carros reais. A partir daí, vou fazendo as modificações”, conta. Entre suas apostas, estão uma picape lowrider e um Fusca transformado em furgão. “Levei 3 finais de semana para terminar a picape. Usei outros dois carrinhos para pegar peças. Acabei essa última hoje de madrugada, antes de vir”, brinca. Miniatura customizada exibida no Salão Diecast Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 Salão Diecast Brasil Eduardo Palácio/G1 ]]>
Preos dos combustveis sobem nos postos na semana, diz ANPhttp://gpideia.com.br/noticia/precos-dos-combustiveis-sobem-nos
O prelo médio da gasolina subiu 0,16%, e o diesel teve elevação de 0,03%. Os preços médios dos combustíveis avançaram nos postos nesta semana, com a gasolina e o diesel voltando a subir após terem interrompido uma série de recuos na semana anterior, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (16). A cotação média do diesel, combustível mais utilizado do Brasil, fechou a semana a R$ 3,525 por litro, alta de 0,03%. Foi o segundo aumento consecutivo, depois de uma sequência anterior de três semanas de baixa. A gasolina ficou em média a R$ 4,326 por litro nas bombas, alta de 0,16% frente à semana anterior, quando o combustível havia quebrado uma série de 12 semanas seguidas de retração nos preços. O etanol hidratado, concorrente direto da gasolina nos postos, marcou a maior alta semanal, de 0,7%, para R$ 2,818 por litro. A Petrobras reduziu os preços da gasolina em suas refinarias nesta sexta-feira em R$ 0,10 por litro, ou quase 6% para o combustível "tipo A", enquanto o diesel não teve reajuste. Os repasses dos ajustes no preço dos combustíveis da Petrobras nas refinarias para ao consumidor final, nos postos, dependem de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis. Posto de gasolina em São Paulo. Marcelo Brandt/G1 ]]>
Bugatti cria outro hipercarro, mas esse custa 's' R$ 35,5 milheshttp://gpideia.com.br/noticia/bugatti-cria-outro-hipercarro-mas-esse
Centodieci é 3 milhões de euros mais barato do que o La Voiture Noire, o veículo mais caro de todos os tempos. Nova criação presta homenagem aos 110 anos da empresa. Bugatti Centodieci Divulgação Depois de lançar o carro mais caro do mundo, por 11 milhões de euros (R$ 48,8 milhões), a Bugatti lança agora um outro veículo, um pouco mais “acessível”: o Centodieci foi apresentado nesta sexta-feira (16), e custará 8 milhões de euros (R$ 35,5 milhões, na cotação do dia). A produção, de apenas 10 exemplares, já está toda vendida. As entregas terão início apenas em 2021. O Centodieci presta homenagem o superesportivo EB110, dos anos 1990. O próprio EB110 já era um tributo aos 110 anos do nascimento do fundador da empresa, Ettore Bugatti (daí das iniciais dele no nome do veículo). Bugatti Centodieci e EB110 Divulgação 6 segundos Voltando ao Centodieci, que significa 110 em italiano, o carro traz o já conhecido motor de 8 litros e 16 cilindros dispostos em W. Mas a potência foi aumentada para 1.600 cavalos. É a mesma potência que a soma de 20 carros populares. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos. Alcança os 200 km/h em 6,1 segundos, e acelera até os 300 km/h em 13,1 segundos. A velocidade máxima é de 380 km/h. Ele também teve o peso reduzido em 20 kg, na comparação com o Chiron. Parte disso se deve aos limpadores de para-brisa, feitos em fibra de carbono. Releitura moderna Bugatti Centodieci (centro), EB110 (esquerda) e Chiron (direita) Divulgação Assim como o La Voiture Noire (o carro de 11 milhões de euros) e o Divo (que custa "apenas" 5 milhões de euros), o Centodieci é uma edição limitada, e usa como base o Chiron. Mas seu design é inspirado no próprio EB110. Isso vale para a grade em forma de ferradura, que é menor no Centodieci do que no Chiron. A tomada de ar também é dividida em barras horizontais, como no carro dos anos 1990. Embora os faróis sejam bem mais estreitos, eles são contornados por nichos pretos, assim como no EB110. A lateral conserva as tomadas de ar redondas. Na traseira, uma diferença fundamental. As lanternas, em forma de pílula no modelo homenageado, ganham forma de traços no Centodieci. Bugatti Centodieci Divulgação ]]>
Da manivela ao sistema start stop: veja como ocorreu a transformao tecnolgica dos carroshttp://gpideia.com.br/noticia/da-manivela-ao-sistema-start-stop-veja
Com o crescente aumento na demanda, baterias ganham cada vez mais protagonismo no funcionamento do veículo. Nos últimos 100 anos, nós fomos a Lua, colocamos satélites na órbita de outros planetas, o telefone se tornou móvel e o computador deixou de ter o tamanho de uma parede. Essa mesma evolução ocorreu com os automóveis: em um século, eles incorporaram tecnologias e funcionalidades que tornaram as viagens mais fáceis e confortáveis. Como mostra o infográfico abaixo, se, no início do século XX, o motor funcionava à manivela e nem havia faróis, hoje os carros contam com central multimídia, ar-condicionado, GPS, com luzes que se desligam sozinhas - tudo controlado por computador. E, para suprir todas essas novas exigências tecnológicas, as baterias ganharam mais protagonismo no funcionamento do veículo. Atenta a essa evolução, a Moura tem em sua linha produtos que atendem a demanda dos carros atuais. As baterias AGM e EFB, por exemplo, são específicas para veículos com start stop (sistema em que o carro desliga o motor ao parar no semáforo e religa ao acelerar, chegando a reduzir em até 15% o consumo de combustível). Você pode conhecer a qualidade Moura no site. Divulgação ]]>
Picape 'gigante', Ram 2500 chega ao Brasil em nova gerao por R$ 290 milhttp://gpideia.com.br/noticia/picape-gigante-ram-2500-chega-ao
Motor é o mesmo 6.7 turbodiesel da versão anterior, mas que agora entrega 365 cv e 110 kgfm. Modelo só pode ser conduzido por motoristas habilitados na categoria C, de caminhões. Ram 2500 2019 Divulgação A picape "gigante" Ram 2500 está de volta ao Brasil. A nova geração já está disponível em pré-venda, por R$ 289.990. As entregas começam em novembro. Ela será vendida em versão única, Laramie, com tração 4x4 e motor de 6 cilindros, 6.7 turbodiesel. São 365 cavalos e 110 kgfm de torque. O câmbio é automático, de 6 marchas. A nova 2500 já havia sido vista rodando em testes no interior de São Paulo. Na aparência, a dianteira ganha faróis mais horizontalizados em relação à geração antiga e cromados por toda parte. A grade, com a inscrição "Ram" no centro, vai até a altura do capô. Na traseira, há lanternas de formato convencional com iluminação em LED. Ram 2500 2019 Divulgação A nova 2500 também traz novidades no interior. A principal, e maior delas, é a central multimídia com tela horizontal de 12 polegadas. Além das funções de áudio e navegação, ela também agrega comandos de ventilação. Entre os equipamentos, há ar-condicionado digital, quadro de instrumentos digital, faróis de LED, caixa de compartimentos com tomada de 110V na caçamba, volante com aquecimento, pedais com ajustes elétricos, controles de tração e estabilidade, acesso e partida sem a necessidade de chave nas mãos. Ram 2500 2019 Divulgação Vale lembrar que a Ram 2500 só pode ser conduzida por motoristas habilitados na categoria C, válida para caminhões. Isso porque ela possui peso bruto total (PBT) acima de 3,5 toneladas, valor máximo permitido pela categoria B, para veículos de passeio. ]]>
Radares nas rodovias federais: perguntas e respostashttp://gpideia.com.br/noticia/radares-nas-rodovias-federais-perguntas
Governo ordenou suspensão da fiscalização com aparelhos móveis em estradas federais. Antes, já havia tentado reduzir o número de radares fixos. Radares móveis estão suspensos em vias federais do Rio Divulgação/PRF A fiscalização com radares móveis está suspensa nas rodovias federais do Brasil por determinação do presidente Jair Bolsonaro. A ordem foi publicada nesta quinta-feira (15) no "Diário Oficial da União", e foi dada ao Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Esta não é a primeira medida de Bolsonaro que afeta a fiscalização de velocidade em estradas federais. Veja perguntas e respostas sobre o assunto: Que radares estão suspensos? Onde? Foram suspensos os radares móveis utilizados em rodovias federais em todo o país. A PRF já ordenou o recolhimento de todos os aparelhos "até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade". A medida se aplica aos seguintes tipos de radares móveis: Instalados em veículo parado ou sobre suporte (estático) Instalado em veículo em movimento (móvel) Direcionados manualmente para os veículos (portátil) Por que os radares móveis foram suspensos? PRF suspendeu o uso de radares móveis após determinação do Governo Federal PRF/Divulgação Segundo o governo, a suspensão é para evitar "desvirtuamento do caráter educativo" e "a utilização meramente arrecadatória dos aparelhos". O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou que "a preocupação é salvar vida nas estradas", mas, segundo ele, "o radar escondido, caça-níquel, isso tem que acabar." Quantos radares existem? Não há uma estatística que informe a quantidade de radares móveis. No caso dos fixos, a PRF mantém um site com a localização dos aparelhos fixos em rodovias federais concedidas à iniciativa privada. Quantas multas são aplicadas por radares móveis? A PRF não especifica quantas multas foram aplicadas por radares móveis nas "BRs", mas informa que, em 2018, 4,8 milhões de multas foram multados para motoristas que rodavam acima da velocidade máxima da via. 83% dos motoristas punidos dessa maneira estavam cometendo uma infração média, dirigindo até 20% mais rápido do que é permitido. Nesses caso, a multa é de R$ 130,6. Outros 15,3% dos motoristas estavam entre 20% e 50% mais rápido que a velocidade máxima da pista. Ainda de acordo com o balanço, pelo menos 78 mil motoristas foram flagrados pela Polícia Federal rodando em velocidade 50% superior ao permitido. Com valor de valor de R$ 880, essa infração é gravíssima, punida com 7 pontos na carteira, suspensão imediata do direito de dirigir e apreensão do documento de habilitação. E os radares fixos? Governo tentou suspender instalação e substituição de milhares de radares nas estradas federais Reprodução/JN Em abril, o Ministério da Infraestrutura suspendeu a instalação de radares fixos em estradas administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que não são concedidas, após pedido do presidente. Na sequência, a Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) disse que iria reavaliar novos radares em rodovias concedidas também. Em estradas não concedidas, o Dnit se comprometeu a instalar 1.140 aparelhos para monitorar 2.278 faixas nos próximos meses. O acordo na Justiça ocorreu após uma ação popular movida pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES) exigir que o monitoramento continuasse. No caso das estradas concedidas, nenhum medida efetiva foi tomada para a retirada dos radares fixos. Radares fixos nas rodovias federais Rdorigo Sanches/G1 Qual a diferença entre radar e faixa monitorada? Existem dois modos de contar o monitoramento da fiscalização eletrônica nas estradas: pelo número de radares e pelo número de faixas monitoradas. Isso acontece porque cada radar pode fiscalizar mais de uma faixa, geralmente, duas ou três. Em 2018, as estradas administradas pelo Dnit tinham 4.862 e o número caiu para 444 em abril, quando os últimos números oficiais foram divulgados. Nos próximos meses, 1.140 aparelhos para monitorar 2.278 faixas deverão ser instalados em estradas federais não concedidas. No caso das estradas concedidas, a ANTT informou que, em abril, haviam 633 radares em funcionamento, sem especificar quantas faixas monitoradas. Radar pode ajudar a evitar acidentes? Segundo estudos feitos nos Estados Unidos e na Europa, sim. O Insurance Institute for Highway Safety (IIHS), organização independente financiada pelas seguradoras americanas, apontou em 2014 que a instalação de radares levou a uma mudança de longo prazo no comportamento de motoristas e à "redução substancial" de mortes e ferimentos no condado de Montgomery, próximo a Washington, nos Estados Unidos. A comunidade começou a receber mecanismos de controle de velocidade em 2007. Em 2014, contava com 56 câmeras fixas, 30 câmeras portáteis e 6 vans de controle. Na área residencial, o limite de velocidade permitido era de 35 mph (56 km/h). Já nos primeiros 6 meses, houve redução da proporção de motoristas que dirigiam a ao menos mais de 10 mph (16 km/h) acima do limite nas ruas onde as câmeras foram instaladas. No geral, o programa reduz o risco de mortes ou ferimentos incapacitantes no trânsito em 39% nas estradas de área residencial com limites de velocidade de 25 a 35 mph (40 e 56 km/h, respectivamente) - o que, em escala, representaria 21 mil vítimas a menos graças aos radares em todo os Estados Unidos, de acordo com o estudo. A London School of Economics and Political Science (LSE) obteve resultados parecidos com o do instituto norte-americano. A universidade britânica analisou cerca de 2,5 mil pontos monitorados, baseado em órgãos locais e no Departamento de Transporte (DfT). Segundo a universidade, de 1992 a 2016, o número de acidentes nesses países caiu em até 39%, enquanto o número de mortes diminuiu até 68% no perímetro de 500 metros dos novos radares de velocidade instalados. A cerca de 1,5 km das câmeras, os acidentes voltam a ser mais recorrentes. Por isso, o estudo sugere a cobertura de uma área maior pela fiscalização. ]]>
UPS compra participao em empresa de veculos autnomoshttp://gpideia.com.br/noticia/ups-compra-participacao-em-empresa-dePM suspende uso de radares mveis em rodovias delegadas corporao em Minas Geraishttp://gpideia.com.br/noticia/pm-suspende-uso-de-radares-moveis-em
A suspensão é para atender determinação do presidente Jair Bolsonaro. Especialista vê com preocupação a ausência da fiscalização no Anel Rodoviário, em Belo Horizonte. Trânsito intenso no Anel Rodoviário, na altura do bairro Betânia, devido saída de feriado em BH Reprodução/TV Globo A Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais confirmou, na tarde desta quinta-feira (15), que vai atender de imediato a determinação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de suspender o uso de radares móveis nas rodovias federais em que a fiscalização é feita pela corporação. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, três rodovias fiscalizadas pela PM serão afetadas pela decisão, a BR-356 e a BR-040 e BR-381, no trecho conhecido como Anel Rodoviário. A ordem foi publicada nesta quinta-feira (15), no Diário Oficial da União, sem especificar quando a medida entra em vigor. A Polícia Rodoviária Federal já havia informado, mais cedo, que vai cumprir imediatamente a decisão e que os equipamentos serão recolhidos até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos em relação aos radares. Só em Minas Gerais, a Polícia Rodoviária Federal conta com 23 equipamentos móveis. O consultor em transporte Osias Baptista vê com preocupação a suspensão dos radares móveis nas rodovias. “A única forma de fazer com que os motoristas trafeguem abaixo das velocidades de segurança, é a fiscalização, que compete ao poder público. Assim, é preciso dar ao motorista a sensação de que ele pode estar sendo fiscalizado em qualquer trecho da estrada, fazendo-o obedecer todas as regulamentações de velocidade”, disse. Das rodovias administradas pela Polícia Militar Rodoviária, a que mais preocupa é a o Anel Rodoviário, em Belo Horizonte. O trecho, que recebe tráfego intenso de caminhões, ônibus e carros, registrou mais de 25 mil acidentes entre 2008 e 2018. Foram quase 11 mil feridos e 343 mortos no período. Entre os bairros Olhos d’Água e Califórnia, o Anel Rodoviário, ou BR-040, é concedido à iniciativa privada e conta com 10 controladores fixos em funcionamento. A preocupação, segundo o consultor, está no restante do Anel Rodoviário, que é a BR-381, entre os bairros Califórnia e Jardim Vitória, também na capital mineira. Administrado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o trecho está com os radares sem funcionar desde o final do ano passado. O Dnit não informa o número de equipamentos existentes no Anel Rodoviário, mas disse que o processo licitatório para contratação de empresa para este lote está interrompido por causa de briga judicial entre os participantes da licitação. Para Osias, o problema da combinação de suspensão de radares móveis e do desligamento dos radares fixos é que o motorista, se sentindo livre de punição, vai conduzir o veículo em velocidade muito superior ao considerado seguro, aumentando número de acidentes e mortes. “Em geral, a percepção de risco do motorista é sempre menor do que o risco real ao que ele está exposto, pelo fato de, acreditando estar com o pleno controle do veículo, não esperar que aconteça nenhuma situação de emergência que não possa superar”, disse. ]]>
PM vai suspender uso de radares mveis em rodovias delegadas corporao em Minas Geraishttp://gpideia.com.br/noticia/pm-vai-suspender-uso-de-radares-moveis
A suspensão é para atender determinação do presidente Jair Bolsonaro. Especialista vê com preocupação a ausência da fiscalização no Anel Rodoviário, em Belo Horizonte. Trânsito intenso no Anel Rodoviário, na altura do bairro Betânia, devido saída de feriado em BH Reprodução/TV Globo A Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais confirmou, na tarde desta quinta-feira (15), que vai atender de imediato a determinação do presidente Jair Bolsonaro de suspender o uso de radares móveis nas rodovias federais em que a fiscalização é feita pela corporação. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, três rodovias fiscalizadas pela PM serão afetadas pela decisão, a BR-356 e a BR-040 e BR-381, no trecho conhecido como Anel Rodoviário. A ordem foi publicada nesta quinta-feira (15), no Diário Oficial da União, sem especificar quando a medida entra em vigor. A Polícia Rodoviária Federal já havia informado, mais cedo, que vai cumprir imediatamente a decisão e que os equipamentos serão recolhidos até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos em relação aos radares. Só em Minas Gerais, a Polícia Rodoviária Federal conta com 23 equipamentos móveis. O consultor em transporte Osias Baptista vê com preocupação a suspensão dos radares móveis nas rodovias. “A única forma de fazer com que os motoristas trafeguem abaixo das velocidades de segurança, é a fiscalização, que compete ao poder público. Assim, é preciso dar ao motorista a sensação de que ele pode estar sendo fiscalizado em qualquer trecho da estrada, fazendo-o obedecer todas as regulamentações de velocidade”, disse. Das rodovias administradas pela Polícia Militar Rodoviária, a que mais preocupa é a o Anel Rodoviário, em Belo Horizonte. O trecho, que recebe tráfego intenso de caminhões, ônibus e carros, registrou mais de 25 mil acidentes entre 2008 e 2018. Foram quase 11 mil feridos e 343 mortos no período. Entre os bairros Olhos d’Água e Califórnia, o Anel Rodoviário, ou BR-040, é concedido à iniciativa privada e conta com 10 controladores fixos em funcionamento. A preocupação, segundo o consultor, está no restante do Anel Rodoviário, que é a BR-381, entre os bairros Califórnia e Jardim Vitória, também na capital mineira. Administrado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o trecho está com os radares sem funcionar desde o final do ano passado. O Dnit não informa o número de equipamentos existentes no Anel Rodoviário, mas disse que o processo licitatório para contratação de empresa para este lote está interrompido por causa de briga judicial entre os participantes da licitação. Para Osias, o problema da combinação de suspensão de radares móveis e do desligamento dos radares fixos é que o motorista, se sentindo livre de punição, vai conduzir o veículo em velocidade muito superior ao considerado seguro, aumentando número de acidentes e mortes. “Em geral, a percepção de risco do motorista é sempre menor do que o risco real ao que ele está exposto, pelo fato de, acreditando estar com o pleno controle do veículo, não esperar que aconteça nenhuma situação de emergência que não possa superar”, disse. ]]>
PRF determina 'cumprimento imediato' de suspenso de radares mveis em estradas federaishttp://gpideia.com.br/noticia/prf-determina-cumprimento-imediato-de
Bolsonaro determinou reavaliação do uso dos equipamentos; não há prazo definido para a volta da fiscalização. Radares fixos continuam. PRF deixará de fiscalizar a velocidade nas estradas por radares móveis até governo reavaliar essa atividade TV Globo A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou um ofício nesta quinta-feira (15) determinando "cumprimento imediato" da suspensão da fiscalização por radares móveis nas estradas federais, as chamadas BRs. A medida atende determinação do presidente Jair Bolsonaro e não vale para radares fixos, que continuarão funcionando. Segundo o governo, o uso dos radares móveis será reavaliado e não foi divulgado um prazo para que eles voltem a ser usados na fiscalização da velocidade. Nada muda para estradas estaduais e municipais, que não estão sob responsabilidade da PRF. A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" também nesta quinta, mas não especificava quando começaria a valer. Bolsonaro chegou a dizer que seria somente na próxima segunda (19). Mas a PRF já tinha confirmado a suspensão dos radares móveis já nesta quinta nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Sergipe. "A direção-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) expediu decisão administrativa na qual determina a todos os gestores e servidores da PRF que adotem as providências necessárias para o imediato cumprimento da decisão Presidencial, devendo ser sobrestado o uso e recolhidos os equipamentos medidores de velocidade estáticos, móveis e portáteis até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas", diz o comunicado da polícia divulgado nesta tarde. A suspensão se aplica aos seguintes tipos de radares móveis: instalado em veículo parado ou sobre suporte (estável); instalado em veículo em movimento; direcionado manualmente para os veículos (portátil) Briga na Justiça por radares fixos Ainda nesta quinta, Bolsonaro criticou o impasse judicial sobre uma decisão dele que suspendeu em abril a contratação de novo radares fixos em rodovias federais. No mês seguinte, uma ação popular conseguiu na Justiça uma liminar que proibiu o governo de seguir adiante com a medida. No final de julho, o Ministério da Infraestrutura fez um acordo para instalar 1.140 aparelhos para monitorar 2.278 faixas. Datafolha: maioria é contra fim de radares Estudos nos EUA e na Europa defendem radares na redução de acidentes "Estamos com o problema na Justiça agora. Vão tirar R$ 1 bilhão para instalar 8 mil pardais. Com o bilhão, o Tarcísio [de Freitas, ministro da Infraestrutura] asfalta 300 km de rodovia", afirmou o presidente, se referindo ao plano inicial de instalação de radares fixos, que iriam fiscalizar 8 mil novas faixas em até 5 anos. Na segunda-feira, Bolsonaro havia afirmado que pretendia acabar com os radares móveis no país já na semana que vem. Na ocasião, ele disse que se tratava de uma decisão dele próprio e que era "só determinar à PRF [Polícia Rodoviária Federal] que não use mais". O presidente, no entanto, afirmou que poderia voltar atrás se alguém "provar que esse trabalho é bom". Radares fixos nas rodovias federais Rdorigo Sanches/G1 ]]>
Fim da obrigatoriedade de simulador para CNH e suspenso de aulas para cinquentinha valem a partir de setembrohttp://gpideia.com.br/noticia/fim-da-obrigatoriedade-de-simulador-para
Mudanças foram determinadas em junho passado pelo governo federal e foram alvos de críticas de especialistas em trânsito. Processo para tirar CNH vai ser mais curto a partir de setembro. Divulgação O número de aulas para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vai ser reduzido a partir do dia 16 de setembro. No mesmo período, também será alterado o processo para obter a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor), documento exigido para guiar cinquentinhas, como são conhecidos os ciclomotores com motor de até 50 cm³. Entenda as mudanças em detalhes: CNH (categoria B) a partir de 16 de setembro próximo, acaba a exigência de uso do simulador nas autoescolas para quem quiser tirar a CNH na categoria B (carros). Ele passa a ser facultativo; com isso, cai o número de horas/aulas obrigatórias. Ele passará de 25 para 20 horas. ACC (cinquentinha) a partir de setembro próximo, durante 1 ano, quem quiser guiar cinquentinhas poderá fazer as provas teórica e prática sem ter feito aulas. Somente se for reprovado, terá de passar por aulas práticas; a partir de setembro de 2020, voltam a ser exigidas as aulas, mas o número vai cair de 20 para 5 horas, sendo que uma delas dever ser noturna; no exame prático, o candidato poderá usar seu próprio ciclomotor — desde que o veículo tenha, no máximo, 5 anos de uso. Críticas de especialistas Na época em que foram anunciadas, em junho último, o governo disse que o objetivo era desburocratizar esses processos e reduzir custos, mas as mudanças foram criticadas por especialistas em trânsito. “Quando reduzimos a carga para baratear custos, aumentamos o risco de acidentes no futuro, e, como consequência, aumentar custos na área da saúde, por exemplo”, afirmou Renato Campestrini, gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária. Para Mauricio Januzzi, advogado especialista em direito do trânsito, “o governo está tirando algumas áreas essenciais para formação do condutor, em detrimento de um custo mais baixo”. “Talvez, em nome da 'desburocratização', tenhamos um cenário triste com o aumento de acidentes e mortes no trânsito”, disse Flavia Vegh Bissoli, vice-presidente da comissão de trânsito da OAB-SP. Para o presidente do Sindicato das Autoescolas do Estado de São Paulo, Magnelson Carlos de Souza, desburocratizar o processo é positivo, mas os condutores deveriam continuar fazendo aulas em simuladores. “O simulador tem algumas vantagens. Ele é mais rápido e mais barato. Se somar as duas coisas, não tenho dúvidas de que ele [o aluno] vai optar pelo simulador. Mas o mercado é quem vai moldar”, afirmou. Outras medidas Também em junho passado, o governo federal também propôs outras mudanças no Código de Trânsito, mas que precisam ser aprovadas pelo Congresso, entre elas o aumento da pontuação máxima para suspensão da CNH por infrações e o fim da multa para quem transportar crianças sem cadeirinha. ]]>