GPIDEIA TECNOLOGIA http://gpideia.com.br/ Noticias sobre tecnologias, web, aplicativos, e muito mais pt-BR Vai decorar o carro para a Copa do Mundo? Veja o que pode render multahttp://gpideia.com.br/noticia/vai-decorar-o-carro-para-a-copa-do-mundo
Empresário faz plotagem gigante de Neymar em carro para a Copa Reprodução/acervo pessoal A Seleção Brasileira de futebol enfrenta o Haiti nesta sexta-feira (19) pela Copa do Mundo, e a empolgação da torcida se reflete nas ruas. Bandeiras, adesivos e enfeites em verde, amarelo e azul se espalham pelos automóveis em circulação. No entanto, motoristas precisam ter atenção às regras estabelecidas pela legislação para evitar multas e problemas na fiscalização. Uma portaria recente da Prefeitura de São Paulo liberou o uso de decorações alusivas ao torneio para táxis, vans e veículos de transporte por aplicativo, mas condutores particulares devem seguir limites técnicos rígidos de segurança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo o advogado e ex-secretário de transportes de Porto Alegre (RS), Marcelo Soletti, esse tipo de liberação municipal é uma prática comum em grandes capitais durante períodos festivos ou grandes eventos esportivos. Como os serviços de táxi e transporte por aplicativo são regulados pelos municípios, as prefeituras possuem autonomia para flexibilizar temporariamente as exigências estéticas e permitir o clima de celebração na frota pública local. Agora no g1 Para o motorista comum, o principal critério a ser observado é a manutenção da visibilidade e da segurança viária. A advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, explica que o Código de Trânsito Brasileiro permite a customização estética desde que ela não interfira nos componentes essenciais de dirigibilidade. Qualquer adereço posicionado de forma a obstruir a visão dos retrovisores pode resultar em punição administrativa para o condutor do veículo. "Também são problemáticas as adaptações que interfiram no funcionamento de equipamentos obrigatórios, como cintos de segurança, encostos de cabeça e sistemas de retenção", diz a advogada. O uso de adesivos nos vidros é um dos pontos que mais demandam atenção técnica. O advogado Marcos Poliszezuk, sócio fundador do Poliszezuk Advogados, ressalta que os enfeites não podem “desviar a visão do motorista durante o ato de dirigir” nem dificultar a identificação do veículo. Pietra Valentina envelopou o carro com as cores da bandeira do Brasil para a Copa do Mundo Arquivo Pessoal O descumprimento dos requisitos de segurança estipulados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) gera o enquadramento no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), configurando uma infração grave. A avaliação técnica dessa transparência nos vidros é regida por normas específicas federais. Marcelo Soletti detalha que uma resolução do Contran estipula limites para a chamada transmitância luminosa, estabelecendo que a visibilidade nos vidros essenciais do automóvel não pode ficar abaixo de 70%. Caso a fiscalização identifique que um adesivo comemorativo reduziu a transparência além do limite permitido ou bloqueou o campo de visão frontal e lateral do motorista, a penalidade prevista é uma multa no valor de R$ 195,23, a perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a retenção do veículo até a retirada do material irregular. Mudança de cor do carro A mesma penalidade de caráter grave é aplicada para quem exagera no tamanho das colagens sobre a lataria do carro. De acordo com outra resolução do Contran, modificações que alterem mais de 50% da cor predominante original da carroceria sem a devida atualização do registro de trânsito deixam o veículo em situação irregular. "Quando a adesivação modifica a cor predominante do veículo em mais de 50%, ocorre uma alteração de característica sujeita à atualização do registro junto ao órgão de trânsito", explica Daniela Poli Vlavianos. Ela destaca que a regra abrange tanto adesivos permanentes quanto envelopamentos temporários. Carros circulam pela capital paulista com bandeiras do Brasil André Fogaça/g1 A fixação de bandeiras externas e mastros também é monitorada pelos agentes públicos. Poliszezuk pondera que pequenas bandeiras fixadas de maneira adequada costumam ser toleradas, mas estruturas maiores ou suportes improvisados, que balancem ou tenham risco de desprendimento, representam risco à segurança viária e aos pedestres. "Uma bandeira presa em mastro, por exemplo, pode ser considerada irregular se houver risco de desprendimento ou se comprometer a estabilidade e a segurança do veículo", diz o advogado. Além disso, as decorações externas não podem ocultar as placas de identificação ou os dispositivos de iluminação obrigatórios do automóvel, sob risco de autuação e retenção do veículo até que a situação seja totalmente regularizada pelo proprietário. Gritar e buzinar O comportamento dos passageiros e o barulho excessivo durante as comemorações nas vias públicas são outros focos de atenção jurídica. Daniela Poli Vlavianos alerta sobre os riscos associados à conduta de torcedores mais entusiasmados em colocar partes do corpo para fora do automóvel em movimento. Segundo a especialista, colocar a cabeça, os braços ou o tronco para fora do veículo em movimento aumenta significativamente o risco de acidentes e lesões graves, o que gera responsabilização direta para o condutor por transporte de passageiros em condições inseguras e pode acarretar desdobramentos de responsabilidade civil e criminal em caso de acidentes. Marcelo Soletti reforça que o CTB proíbe o transporte de pessoas em partes externas do veículo e a projeção de partes do corpo para fora do automóvel em movimento. Em relação ao uso de buzinas e equipamentos de som em volume muito alto, Soletti menciona que, embora os agentes de trânsito costumem avaliar o contexto festivo e a plausibilidade do momento, o abuso próximo a escolas, hospitais ou após as 22h resulta em tolerância zero por violar o sossego público. O som excessivo atrai a aplicação de penalidades ambientais e municipais baseadas nas leis paulistanas do silêncio. ]]>
Financiamento mais barato para motoristas de app comea nesta sexta; veja como aumentar chances de aprovaohttp://gpideia.com.br/noticia/financiamento-mais-barato-para-motoristas
Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus e Dolphin GS podem entrar no programa Move arte/g1 A partir desta sexta-feira (19), motoristas cadastrados e que atendem aos critérios do programa Move Brasil Táxi e Aplicativos (Move Aplicativos) já podem procurar instituições financeiras para solicitar financiamento destinado à compra de um veículo zero km. O Move Aplicativos promete juros menores para a aquisição de automóveis novos de até R$ 150 mil. Entre os requisitos, os motoristas de app precisam ter mais de 12 meses na plataforma e mais de 100 corridas nesse período para ter direito ao programa. (veja as regras aqui) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A iniciativa do governo direciona uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para incentivar financiamento a motoristas de aplicativo e taxistas. Apesar das condições facilitadas, os candidatos precisam passar por uma etapa crucial: o crivo dos bancos. Como o financiamento depende da análise individual de risco de cada banco parceiro, o trabalhador autônomo precisa se preparar estrategicamente para não ter o crédito negado. Para entender como motoristas e taxistas podem aumentar as chances de aprovação, o g1 consultou especialistas em planejamento financeiro. Também há simulações que mostram que o programa pode diminuir em alguns casos R$ 17 mil no custo total na compra de um carro novo. Direitos do consumidor no financiamento de carros 1. Mostre que você tem capacidade de pagamento O primeiro passo fundamental para conquistar a confiança das instituições parceiras é provar que você consegue arcar com o compromisso assumido. Segundo Henrique Soares, planejador financeiro pela Planejar, a melhor forma é manter as contas em dia, evitar atrasos recorrentes e reduzir o nível geral de endividamento. E manter organizada a documentação de comprovação de renda é essencial. “Ajuda a dar uma entrada maior para o veículo, porque isso reduz o valor financiado e, consequentemente, o risco para a instituição financeira", detalha o planejador. Antes de solicitar formalmente o crédito, vale revisar eventuais pendências cadastrais e verificar a real situação do seu CPF nos órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa. 2. Cuide do seu score de crédito O score, segundo o especialista, funciona como um dos principais termômetros utilizados pelas instituições para mensurar o risco de inadimplência de cada consumidor. Ele não deve ser encarado como o único critério da avaliação, mas tem um papel central ao ajudar o banco a entender todo o histórico financeiro daquele cliente. 🔎 De forma geral, quanto melhor for o seu histórico de pagamentos e menor for a incidência de atrasos, maiores tendem a ser as chances de aprovação da proposta e melhores podem ser as condições de taxas oferecidas. 3. Fique atento ao comprometimento da renda O comprometimento da renda é um dos fatores mais analisados no processo de concessão de crédito, explica Soares. O banco precisa avaliar detalhadamente se a parcela cabe no orçamento sem comprometer excessivamente a capacidade de subsistência e pagamento do cliente. “No caso dos motoristas de aplicativo, esse cuidado é ainda mais importante porque a renda costuma variar ao longo dos meses”, diz Soares Por isso, o especialista reforça que, mais importante do que saber qual o teto do valor máximo que pode ser financiado, é entender perfeitamente qual parcela pode ser paga de forma sustentável no longo prazo. 4. Organize os comprovantes (mesmo sem contracheque) Por se tratar de um trabalho autônomo, não existe um contracheque ou holerite tradicional, mas isso não deve ser um impedimento para buscar o benefício do Move Brasil. Os bancos já adotam como critério a análise da movimentação financeira de profissionais independentes. Para facilitar e agilizar a análise de crédito, reúna a seguinte documentação: Declaração do Imposto de Renda; Extratos bancários recentes; Histórico completo de movimentação da conta corrente; Comprovantes e relatórios consolidados de recebimentos emitidos pelas plataformas de aplicativo. Quanto mais organizada estiver essa documentação, mais fácil tende a ser a análise realizada pela mesa de crédito. 5. Use o relacionamento com o seu banco a seu favor Se você já movimenta dinheiro ou possui conta em uma instituição financeira específica, começar a busca por ela pode facilitar bastante a aprovação. Ter um relacionamento prévio ajuda porque a instituição já detém um histórico consolidado dos seus hábitos financeiros, diz o especialista. “Quando o banco consegue visualizar entrada de renda, comportamento de pagamento e relacionamento ao longo do tempo, a análise tende a ser mais completa”, explica. 🔎 Isso não é garantia automática de aprovação, mas contribui diretamente para uma avaliação mais precisa e justa do perfil de crédito do motorista. 6. Evite os erros mais comuns Muitas das negativas de crédito acontecem por falhas recorrentes que poderiam ser sanadas na fase de planejamento. Os principais motivos de reprovação identificados pelo mercado incluem: Renda declarada incompatível com o valor solicitado para o veículo; Excesso de endividamento e outras linhas de crédito simultâneas; Histórico recente de contas atrasadas ou restrições cadastrais ativas; Falta de documentação adequada e comprovações inconsistentes. Outro deslize muito frequente apontado pelo planejador é escolher modelos de veículos com parcelas muito próximas do limite máximo do próprio orçamento mensal. "O ideal é buscar um financiamento que caiba com folga no orçamento, considerando não apenas a parcela, mas também custos como combustível, seguro, manutenção e até períodos de menor faturamento. ", ressalta Soares. 7. Faça uma preparação para o 'sim' Para quem pretende solicitar o financiamento do Move Brasil, a preparação ideal deve começar bem antes do envio do pedido formal. A recomendação prática do planejador financeiro é organizar rigorosamente os documentos, reduzir ao máximo as dívidas existentes, regularizar pendências no CPF e focar na construção de uma reserva financeira. Isso servirá tanto para aumentar o valor de entrada do veículo quanto para protegar o motorista contra imprevistos de manutenção. “Também é importante acompanhar a própria renda ao longo dos meses para entender qual parcela realmente cabe no orçamento”, aconselha. Segundo Soares, o financiamento facilitado é uma ferramenta importante para a aquisição de um veículo de trabalho, mas a aprovação do crédito é apenas o passo inicial. “O mais importante é garantir que essa dívida seja sustentável ao longo do tempo”, diz. Juros menores "A taxa do programa, entre 11,5% e 12,6% ao ano, é menos da metade da taxa média de mercado para aquisição de veículos para pessoa física", explica Carlos Castro, planejador financeiro CFP pela Planejar. Na prática, segundo o especialista, essa vantagem permite que, em um financiamento de 48 parcelas com 50% de entrada, a economia em juros pagos possa ultrapassar R$ 17 mil para um carro com preço de R$ 150 mil. 🔎 Embora o programa ofereça facilidades, é preciso atenção aos detalhes contratuais. "A carência de 6 meses ajuda o caixa do motorista no início, mas os juros incidem sobre o saldo devedor nesse período”, diz Castro Portanto, o custo final tende a subir quando comparado a uma tabela sem carência. Por fim, a estratégia de poupança continua sendo o melhor caminho para quem quer economizar de verdade. Mesmo com taxa subsidiada, dar a maior entrada possível continua sendo a regra. “O juro, ainda que menor, é composto e incide sobre todo o saldo devedor", explica. 🔎 A lógica financeira, segundo Castro, é simples e implacável: reduzir o principal sempre reduz o custo total da operação para o motorista. Vamos às contas Veja abaixo a simulação de financiamento de um Volkswagen Virtus 170 TSI; a economia no final em juros é de mais de R$ 20 mil. Vale lembrar que o programa prevê taxas de juros diferentes para homens e mulheres: Faça as suas contas O consumidor tem direito a ter todas as informações claras no momento de adquirir um financiamento. O g1 já mostrou quais são as obrigações dos vendedores ao apresentar um financiamento, quais são os direitos do consumidor e como calcular o custo real de um empréstimo para evitar um mau negócio na compra de um carro. O consumidor tem direito à informação adequada e clara sobre todos os elementos relevantes da contratação, especialmente preço, encargos, juros, custo efetivo total e consequências econômicas do negócio”, explica Jefferson Leão, advogado da Poliszezuk Advogados. 🔎 O chamado custo efetivo total (CET) representa o valor real de um financiamento. Ele inclui juros, tarifas, impostos e quaisquer outras despesas da operação. Segundo Leão, omitir informações durante a negociação verbal e apresentá-las apenas no contrato, de forma a confundir o consumidor, é uma prática vedada pela lei. Assim, é necessário que todos os custos e informações estejam claros, tanto na conversa quanto na documentação. ]]>
Carro esportivo de Lego em tamanho real atinge 111 km/h e quebra recorde de velocidadehttp://gpideia.com.br/noticia/carro-esportivo-de-lego-em-tamanho-real
Koenigsegg Sadair’s Spear feito de Lego na escala 1:1 bate recorde de velocidade Divulgação / Lego Uma réplica em tamanho real do Koenigsegg Sadair's Spear, com carroceria construída inteiramente com peças de Lego, atingiu a velocidade de 111 km/h. O veículo pesa 1.800 kg e registrou na pista de Goodwood, Inglaterra, o recorde de modelo montável mais rápido já feito pela empresa de brinquedos dinamarquesa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A marca anterior, de 2018, era de 50 km/h e pertencia a um Bugatti Chiron também na escala 1:1. O projeto foi executado pela equipe de modelistas da Lego em Kladno, na República Tcheca, e precisou de mais de 9,4 mil horas de mão de obra para ser concluído. Agora no g1 O veículo foi feito com cerca de 327 mil peças da linha Technic, que correspondem a 400 kg do veículo, e montado sobre um chassi de metal customizado com gaiola de proteção nos padrões de segurança da Federação Internacional do Automóvel (FIA). A construção utiliza rodas de fibra de carbono originais da Koenigsegg, pneus da Pirelli, suspensão real e freios a disco de competição. Koenigsegg Sadair’s Spear feito de Lego na escala 1:1 bate recorde de velocidade divulgação / Lego Para alcançar a velocidade recorde e superar os modelos anteriores da marca, o veículo foi equipado com um motor elétrico que traciona as rodas traseiras, substituindo o motor V8 biturbo original de 1.603 cavalos do modelo real. A Lego e a montadora sueca não revelaram dados técnicos desse propulsor elétrico. A réplica também inclui o sistema automatizado da montadora sueca, que permite abrir simultaneamente as portas, o capô e a tampa do motor. Essa forma de acessar o carro é algo característico da Koenigsegg. Koenigsegg Sadair’s Spear feito de Lego na escala 1:1 Divulgação / Lego Diversas partes do veículo foram adaptadas com peças incomuns da marca, como componentes de naves de Star Wars nos faróis dianteiros, janelas de trens de brinquedo nas lanternas traseiras e aros de rodas da linha Ninjago para simular os amortecedores do carro real. O lançamento do megacarro em tamanho real ocorreu em conjunto com o anúncio de uma versão comercial menor do Koenigsegg Sadair's Spear em escala 1:8. O kit voltado para o público adulto possui 4.104 peças e reproduz as funções mecânicas do veículo original, incluindo o motor de pistões V8 funcionais e a transmissão de nove marchas. ]]>
Move Aplicativos: 7 dicas para conseguir aprovao no financiamento para motoristas de apphttp://gpideia.com.br/noticia/move-aplicativos-7-dicas-para-conseguir
BYD Dolphin Mini é dos veículos que se encaixam no critério do Move Aplicativos Divulgação / BYD A partir desta sexta-feira (19), os motoristas que fizeram o cadastro e atendem aos requisitos do programa Move Brasil Táxi e Aplicativos (também chamado de Move Aplicativos) podem procurar instituições financeiras e solicitar um financiamento para a compra do carro zero km. A iniciativa do governo direciona uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para incentivar financiamento a motoristas de aplicativo e taxistas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O Move Aplicativos promete juros menores para a aquisição de automóveis novos de até R$ 150 mil. Entre os requisitos, os motoristas de app precisam ter mais de 12 meses na plataforma e mais de 100 corridas nesse período para ter direito ao programa. (veja as regras aqui) Apesar das condições facilitadas, os candidatos precisam passar por uma etapa crucial: o crivo dos bancos. Como o financiamento depende da análise individual de risco de cada banco parceiro, o trabalhador autônomo precisa se preparar estrategicamente para não ter o crédito negado. Para entender como motoristas e taxistas podem aumentar as chances de aprovação, o g1 consultou especialistas em planejamento financeiro. Também há simulações que mostram que o programa pode diminuir em alguns casos R$ 17 mil no custo total na compra de um carro novo. Direitos do consumidor no financiamento de carros 1. Mostre que você tem capacidade de pagamento O primeiro passo fundamental para conquistar a confiança das instituições parceiras é provar que você consegue arcar com o compromisso assumido. Segundo Henrique Soares, planejador financeiro pela Planejar, a melhor forma é manter as contas em dia, evitar atrasos recorrentes e reduzir o nível geral de endividamento. E manter organizada a documentação de comprovação de renda é essencial. “Ajuda a dar uma entrada maior para o veículo, porque isso reduz o valor financiado e, consequentemente, o risco para a instituição financeira", detalha o planejador. Antes de solicitar formalmente o crédito, vale revisar eventuais pendências cadastrais e verificar a real situação do seu CPF nos órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa. 2. Cuide do seu score de crédito O score, segundo o especialista, funciona como um dos principais termômetros utilizados pelas instituições para mensurar o risco de inadimplência de cada consumidor. Ele não deve ser encarado como o único critério da avaliação, mas tem um papel central ao ajudar o banco a entender todo o histórico financeiro daquele cliente. 🔎 De forma geral, quanto melhor for o seu histórico de pagamentos e menor for a incidência de atrasos, maiores tendem a ser as chances de aprovação da proposta e melhores podem ser as condições de taxas oferecidas. 3. Fique atento ao comprometimento da renda O comprometimento da renda é um dos fatores mais analisados no processo de concessão de crédito, explica Soares. O banco precisa avaliar detalhadamente se a parcela cabe no orçamento sem comprometer excessivamente a capacidade de subsistência e pagamento do cliente. “No caso dos motoristas de aplicativo, esse cuidado é ainda mais importante porque a renda costuma variar ao longo dos meses”, diz Soares Por isso, o especialista reforça que, mais importante do que saber qual o teto do valor máximo que pode ser financiado, é entender perfeitamente qual parcela pode ser paga de forma sustentável no longo prazo. 4. Organize os comprovantes (mesmo sem contracheque) Por se tratar de um trabalho autônomo, não existe um contracheque ou holerite tradicional, mas isso não deve ser um impedimento para buscar o benefício do Move Brasil. Os bancos já adotam como critério a análise da movimentação financeira de profissionais independentes. Para facilitar e agilizar a análise de crédito, reúna a seguinte documentação: Declaração do Imposto de Renda; Extratos bancários recentes; Histórico completo de movimentação da conta corrente; Comprovantes e relatórios consolidados de recebimentos emitidos pelas plataformas de aplicativo. Quanto mais organizada estiver essa documentação, mais fácil tende a ser a análise realizada pela mesa de crédito. 5. Use o relacionamento com o seu banco a seu favor Se você já movimenta dinheiro ou possui conta em uma instituição financeira específica, começar a busca por ela pode facilitar bastante a aprovação. Ter um relacionamento prévio ajuda porque a instituição já detém um histórico consolidado dos seus hábitos financeiros, diz o especialista. “Quando o banco consegue visualizar entrada de renda, comportamento de pagamento e relacionamento ao longo do tempo, a análise tende a ser mais completa”, explica. 🔎 Isso não é garantia automática de aprovação, mas contribui diretamente para uma avaliação mais precisa e justa do perfil de crédito do motorista. 6. Evite os erros mais comuns Muitas das negativas de crédito acontecem por falhas recorrentes que poderiam ser sanadas na fase de planejamento. Os principais motivos de reprovação identificados pelo mercado incluem: Renda declarada incompatível com o valor solicitado para o veículo; Excesso de endividamento e outras linhas de crédito simultâneas; Histórico recente de contas atrasadas ou restrições cadastrais ativas; Falta de documentação adequada e comprovações inconsistentes. Outro deslize muito frequente apontado pelo planejador é escolher modelos de veículos com parcelas muito próximas do limite máximo do próprio orçamento mensal. "O ideal é buscar um financiamento que caiba com folga no orçamento, considerando não apenas a parcela, mas também custos como combustível, seguro, manutenção e até períodos de menor faturamento. ", ressalta Soares. 7. Faça uma preparação para o 'sim' Para quem pretende solicitar o financiamento do Move Brasil, a preparação ideal deve começar bem antes do envio do pedido formal. A recomendação prática do planejador financeiro é organizar rigorosamente os documentos, reduzir ao máximo as dívidas existentes, regularizar pendências no CPF e focar na construção de uma reserva financeira. Isso servirá tanto para aumentar o valor de entrada do veículo quanto para protegar o motorista contra imprevistos de manutenção. “Também é importante acompanhar a própria renda ao longo dos meses para entender qual parcela realmente cabe no orçamento”, aconselha. Segundo Soares, o financiamento facilitado é uma ferramenta importante para a aquisição de um veículo de trabalho, mas a aprovação do crédito é apenas o passo inicial. “O mais importante é garantir que essa dívida seja sustentável ao longo do tempo”, diz. Juros menores "A taxa do programa, entre 11,5% e 12,6% ao ano, é menos da metade da taxa média de mercado para aquisição de veículos para pessoa física", explica Carlos Castro, planejador financeiro CFP pela Planejar. Na prática, segundo o especialista, essa vantagem permite que, em um financiamento de 48 parcelas com 50% de entrada, a economia em juros pagos possa ultrapassar R$ 17 mil para um carro com preço de R$ 150 mil. 🔎 Embora o programa ofereça facilidades, é preciso atenção aos detalhes contratuais. "A carência de 6 meses ajuda o caixa do motorista no início, mas os juros incidem sobre o saldo devedor nesse período”, diz Castro Portanto, o custo final tende a subir quando comparado a uma tabela sem carência. Por fim, a estratégia de poupança continua sendo o melhor caminho para quem quer economizar de verdade. Mesmo com taxa subsidiada, dar a maior entrada possível continua sendo a regra. “O juro, ainda que menor, é composto e incide sobre todo o saldo devedor", explica. 🔎 A lógica financeira, segundo Castro, é simples e implacável: reduzir o principal sempre reduz o custo total da operação para o motorista. Vamos às contas Veja abaixo a simulação de financiamento de um Volkswagen Virtus 170 TSI; a economia no final em juros é de mais de R$ 20 mil. Vale lembrar que o programa prevê taxas de juros diferentes para homens e mulheres: Faça as suas contas O consumidor tem direito a ter todas as informações claras no momento de adquirir um financiamento. O g1 já mostrou quais são as obrigações dos vendedores ao apresentar um financiamento, quais são os direitos do consumidor e como calcular o custo real de um empréstimo para evitar um mau negócio na compra de um carro. O consumidor tem direito à informação adequada e clara sobre todos os elementos relevantes da contratação, especialmente preço, encargos, juros, custo efetivo total e consequências econômicas do negócio”, explica Jefferson Leão, advogado da Poliszezuk Advogados. 🔎 O chamado custo efetivo total (CET) representa o valor real de um financiamento. Ele inclui juros, tarifas, impostos e quaisquer outras despesas da operação. Segundo Leão, omitir informações durante a negociação verbal e apresentá-las apenas no contrato, de forma a confundir o consumidor, é uma prática vedada pela lei. Assim, é necessário que todos os custos e informações estejam claros, tanto na conversa quanto na documentação. ]]>
CAOA Changan lana CS75; SUV custa R$ 199.990 e ser fabricado no Brasil http://gpideia.com.br/noticia/caoa-changan-lanca-cs75-suv-custa-r
CAOA Changan CS75 Divulgação / CAOA Changan A CAOA Changan anunciou nesta terça-feira (16) o lançamento do SUV CS75 no mercado brasileiro. O modelo será produzido na fábrica da montadora em Anápolis (GO) e chega inicialmente em versão única, a Infinity, com preço promocional de lançamento de R$ 199.990, válido por tempo limitado. O utilitário esportivo é equipado com motor 1.5 TGDi turbo flex que desenvolve 180 cv de potência e 29,2 kgf.m de torque. O conjunto mecânico traz transmissão automática com oito marchas e suspensão Multilink no eixo traseiro. As rodas são de 20 polegadas. Nas dimensões, o veículo tem 4,77 m de comprimento, 1,91 m de largura, 1,70 m de altura e tem 2,80 m de entre-eixos. Medidas mais generosas do que as do Jeep Commander e GWM Haval H6. O compartimento de bagagem tem capacidade para 725 litros na medição até o teto. A medida aumenta para 1.620 litros com os assentos traseiros rebatidos. O modelo conta ainda com teto solar panorâmico e maçanetas externas retráteis. Agora no g1 Muitas telas A cabine do CS75 possui um painel digital integrado com três telas e área total de 37,2 polegadas. Essa superfície une o quadro de instrumentos de 10,3 polegadas, a central multimídia de 14,6 polegadas e uma tela de 12,3 polegadas voltada para o passageiro do banco dianteiro. O sistema de entretenimento oferece conectividade sem fio para os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos por voz e som com 14 alto-falantes. Interior do CAOA Changan CS75 tem três telas Divulgação / CAOA Changan O assento do passageiro dianteiro oferece 14 regulagens elétricas, suporte para pernas, aquecimento, ventilação e funções de massagem. O banco do condutor dispõe de ajustes elétricos e memória, aquecimento e ventilação. Na segunda fileira, os bancos têm inclinação ajustável, aquecimento e saídas de ventilação. O interior inclui ar-condicionado de duas zonas, console central com refrigeração e iluminação ambiente configurável em até 256 cores. Segurança O pacote de assistência ao motorista inclui controle automático de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de saída e permanência em faixa, assistente de congestionamento (que leva o SUV no anda e para), aviso de colisão frontal e frenagem automática de emergência. O carro vem equipado também com controle de estabilidade, controle de tração e airbags frontais, laterais e de cortina. CAOA Changan CS75 Divulgação / CAOA Changan O SUV traz um sistema de câmeras de 540 graus com visualização em alta definição e função de chassi transparente. Essa tecnologia reproduz na tela do multimídia o entorno do veículo e projeta uma imagem 3D translúcida do CS75. Há também um recurso para movimentar o carro em linha reta à distância usando a chave. Ideal para tirar o modelo de vagas estreitas. O sistema de iluminação do veículo é composto inteiramente por lâmpadas de LED. A grade frontal tem abertura controlada eletronicamente para dosar a entrada de ar. O fabricante oferece garantia de sete anos ou 150 mil quilômetros para o modelo. Galerias Relacionadas ]]>
Tesla apresentou dados enganosos para aprovar carros autnomos na Europa, diz agnciahttp://gpideia.com.br/noticia/tesla-apresentou-dados-enganosos-para
Robotáxi da Tesla em Austin, no Texas. Joel Angel Juarez/Reuters Em seus esforços para obter a aprovação europeia de seu sistema de condução autônoma “Full Self-Driving” (FSD, na sigla em inglês), a Tesla apresentou às autoridades reguladoras da Suécia e da Holanda estatísticas de segurança que, segundo pesquisadores, configurariam em uma prática de marketing enganoso. Os dados foram elaborados pela própria empresa. Uma análise da Reuters publicada no mês passado mostrou que o presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, e outros líderes da empresa têm citado com frequência crescente, ao longo do último ano, estatísticas que indicam que o FSD seria até 10 vezes mais seguro do que motoristas humanos. A Reuters, no entanto, identificou diversas comparações inválidas de dados por trás desses números, o que teria inflado as alegações de segurança da Tesla. A Tesla apresentou dados de segurança potencialmente exagerados a algumas autoridades reguladoras europeias, de acordo com correspondência obtida pela Reuters por meio de pedidos de acesso a registros públicos. Agora no g1 A fabricante busca uma aprovação mais ampla do FSD em uma região onde tenta recuperar participação de mercado. A empresa entrou em contato com a RDW, a agência reguladora de trânsito holandesa, no fim de 2024 para dar início ao processo. Em uma carta enviada à RDW em novembro de 2024, a Tesla forneceu um link para seu relatório de segurança e afirmou que “o aumento do uso” do FSD “contribui para estradas mais seguras”. A empresa cobra uma assinatura mensal pelo sistema, que pode conduzir o veículo em determinadas situações, mas ainda exige que o motorista permaneça atento. Após mais de um ano de testes e discussões com a Tesla, a RDW aprovou, em abril, o uso do FSD na Holanda. A agência reguladora agora busca a aprovação do sistema em toda a União Europeia em nome da empresa. A RDW se recusou a comentar as questões apontadas pela Reuters sobre as estatísticas de segurança da Tesla. Em comunicado, a agência afirmou que “não se baseia em alegações de marketing ou estatísticas externas” para tomar decisões e que realiza seus próprios “testes, análises e verificações” do sistema em vias públicas e pistas de teste. A agência não informou se avaliou as estatísticas de segurança da Tesla nos Estados Unidos. A RDW ainda afirmou que a Tesla “coletou muitos dados” durante os testes e que a agência “validou, testou e auditou essas informações”. O órgão, no entanto, não especificou que tipo de dados foi coletado nem o que foi medido. A Tesla não respondeu aos pedidos de comentário. Salvando 32 mil vidas? Logo após o anúncio da decisão, em 10 de abril, o gerente de políticas da Tesla, Ivan Komusanac, enviou um e-mail a reguladores suecos pedindo uma aprovação semelhante para o FSD. Ele anexou uma apresentação de slides com a alegação de que veículos da Tesla equipados com o sistema podem percorrer uma distância mais de sete vezes maior entre acidentes do que o motorista humano médio nos Estados Unidos. A apresentação também afirmava que o FSD poderia ter salvo 32 mil vidas e evitado 1,9 milhão de feridos. Pesquisadores ouvidos pela Reuters afirmaram que esses números são altamente enganosos, pois se baseiam na suposição irrealista de que todos os veículos dos Estados Unidos — incluindo caminhões de carga e motocicletas, mais propensos a acidentes — seriam substituídos por carros Tesla equipados com o sistema FSD. A estimativa também pressupõe que cada veículo da Tesla seja, de fato, ao menos sete vezes mais seguro do que aquele que substituiria. A análise da Reuters também apontou que a Tesla tende a superestimar a segurança da tecnologia ao comparar a taxa de acidentes em veículos com FSD que acionaram airbags com a taxa geral de acidentes nos Estados Unidos, que inclui ocorrências menos graves. A empresa também compara seus carros ao veículo médio do país, que é significativamente mais antigo do que o Tesla médio, o que pode distorcer os resultados, já que novos recursos de segurança vêm sendo incorporados gradualmente pela indústria. Anders Eriksson, investigador da Agência Sueca de Transportes, recusou-se a comentar os dados fornecidos pela Tesla, mas afirmou que os reguladores “olham além dos números principais” e que a avaliação de sistemas desse tipo não se baseia “apenas em alegações agregadas de segurança, mas no conjunto de evidências apresentadas”. O órgão regulador não respondeu às perguntas da Reuters sobre quais outras evidências foram apresentadas pela Tesla. Dudley Curtis, porta-voz do Conselho Europeu de Segurança nos Transportes, afirmou que a organização está “certamente preocupada” com o fato de a Tesla ter apresentado “dados de segurança não confiáveis” dos Estados Unidos aos reguladores suecos, após ser informada pela Reuters sobre a correspondência. Ele acrescentou que, se a Tesla quiser sustentar alegações de segurança, deveria “fornecer os dados a uma universidade, submetê-los à verificação independente por um pesquisador qualificado e, então, poderemos debatê-los”. Tesla aposta no FSD para recuperação na Europa A Tesla afirma que a aprovação do FSD na Europa é fundamental para o crescimento das vendas na região. A empresa tenta recuperar participação de mercado após a queda nas vendas no ano passado, em meio a protestos contra as atividades políticas de Elon Musk, incluindo apoio a partidos europeus de extrema direita. A falta de aprovação pode dificultar a competição da Tesla em uma região onde fabricantes chinesas de veículos elétricos ganham espaço de forma constante. Nos próximos meses, será necessária a aprovação de representantes de ao menos 55% dos Estados-membros, que somem 65% da população do bloco, para que o FSD seja liberado em toda a União Europeia. Enquanto isso, países do bloco podem aprovar a tecnologia de forma individual. Na Grécia, o órgão regulador afirmou no mês passado que pretende autorizar o FSD e citou dados “do outro lado do Atlântico” que indicariam uma “redução significativa nos acidentes”. O Ministério dos Transportes da Grécia se recusou a responder se os dados citados eram provenientes do relatório de segurança da Tesla. Reguladores de outros países europeus também têm recebido um volume crescente de mensagens de motoristas que citam estatísticas da Tesla e pedem a aprovação rápida do FSD, segundo e-mails obtidos pela Reuters. Na Noruega, motoristas da Tesla escreveram a reguladores rodoviários citando o relatório de segurança da empresa. Um deles afirmou que a tecnologia é “significativamente mais segura do que a direção manual” e poderia “reduzir os acidentes em até 90%”, com potencial para salvar vidas nas estradas do país. Stein-Helge Mundal, da Administração Norueguesa de Estradas Públicas, respondeu a alguns desses pedidos afirmando que os números divulgados pela Tesla “são produzidos pela própria empresa”, o que torna “difícil estabelecer correlação com as estatísticas oficiais de acidentes”. ]]>
Lula lana linha de crdito para compra de motos e bicicletas eltricas por entregadores de app; veja regrashttp://gpideia.com.br/noticia/lula-lanca-linha-de-credito-para-compra
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesta sexta-feira (12), no Palácio do Planalto, uma linha de crédito especial para a compra de motos e bicicletas elétricas por entregadores que trabalham por aplicativos. Entre os objetivos da linha de crédito, que estará disponível a partir de 13 de julho, estão a descarbonização e a renovação da frota de motos e bicicletas em circulação. Conforme o governo, poderão adquirir os veículos os motociclistas ou ciclistas que prestam serviços de transporte urbano individual de passageiros ou de carga. A linha também contemplará motoristas celetistas. "O ponto central é reconhecer a importância desses trabalhadores, o papel que essa linha tem de aumentar o bem-estar, reconhecer o papel desses trabalhadores para sociedade. Vai levar ao aumento de produtividade, renovação e descarbonização. Tem, mais ou menos, 1 milhão de trabalhadores nessa situação", afirmou Bruno Moretti, ministro do Planejamento. Regras básicas Agora no g1 Para participar, os profissionais devem comprovar pelo menos: seis meses de atividade; e um histórico mínimo de 100 corridas realizadas. O processo de adesão ocorrerá por meio de um portal digital oficial, disponível a partir desta sexta, no qual o usuário autorizará o compartilhamento de dados para validar sua elegibilidade junto a instituições, como a Caixa e o Banco do Brasil. Segundo o governo, poderão ser financiados: motos flex – até 160 cilindradas bicicletas e autoprop0elidos elétricos - até 1000 Watts motos, motonetas e ciclomotores elétricos – até 7500 Watts Cada motorista poderá adquirir um veículo por meio da nova linha de financiamento. Taxas e prazos Segundo o anúncio feito pelo governo federal no Palácio do Planalto, a taxa será de: 12,5% ao ano (0,99% ao mês) para homens; e de 11,5% ao ano (0,91% ao mês), para mulheres. O prazo do financiamento será de 48 meses. A carência, prazo de tolerância concedido pela instituição financeira antes que o pagamento da primeira parcela seja iniciado, será de dois meses. Ao apresentar a linha de crédito, o governo deu como exemplo uma operação financeira de R$ 21 mil. A prestação, nesse caso, ficaria em R$ 552. Os recursos para a linha de crédito, segundo o governo, tem origem no Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS). Já o Fundo de Garantia de Operações (FGO), um fundo público, será utilizado para reduzir o risco do crédito, com coberturas de 50% da carteira e 100% da operação. Para viabilização do programa, foi assinada uma medida provisória, um decreto e uma resolução do FIIS. Linha de crédito para empresas Motociclistas de app cobram mais ações educativas para passageiros para melhorar segurança Thiago Gadelha/SVM O governo Lula também anunciou uma linha de financiamento para empresas com o objetivo de expansão da infraestrutura de serviço de troca de bateria e de sistemas de recarga de motos elétricas. Itens pré-determinados: baterias, postos de troca de bateria. E capital de giro associado, limitado a 30% do valor dos investimentos. Essa linha também prevê taxa de 12,5%, prazo de 48 meses e carência de dois meses. O limite da linha será de R$ 70 milhões. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, anunciou a realização de feirões para negociação de motos. "No dia 13 de julho, vamos colocar no calendário, vamos ter polos de feirões, locais para convidar as concessionárias, para fazer uma feira para participar, para fazer que a agilidade aconteça", afirmou Vieira. ]]>
Hyundai lana i20 no Brasil por R$ 99.990, desafia onda dos SUVs com novo hatch; veja o testehttp://gpideia.com.br/noticia/hyundai-lanca-i20-no-brasil-por-r
Hyundai i20 chega como HB20 moderno e maior A Hyundai apresentou nesta sexta-feira (12) seu principal lançamento de 2026: o hatch i20. Em um momento em que a maior parte das montadoras aposta em SUVs de diferentes tamanhos no mercado brasileiro, a marca coreana lança mais um compacto para dividir espaço com um de seus campeões de vendas, o HB20. O mercado, inclusive, chegou a especular que o i20 poderia substituir o HB20. A Hyundai, porém, afirma que os dois modelos vão conviver em harmonia, sem disputar o mesmo público. Para isso, o novo hatch aposta em um visual mais moderno, acabamento interno mais refinado e preços que vão de R$ 99.990 a R$ 139.990. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Fabricado em Piracicaba (SP) e exportado para outros mercados, p carro tem linhas mais marcadas e adota a nova moda da faixa de LED que conecta os faróis na dianteira. Na traseira, as lanternas também são interligadas, mas tem um desenho geral mais parecido com o HB20. Galerias Relacionadas As rodas são de 17 polegadas, o que acompanha o estilo mais agressivo. O i20 também é um pouco maior que o HB20: tem 12 centímetros a mais de comprimento, seis de largura, dois de altura e cinco de entre-eixos. Mas as diferenças mais importantes estão no interior. O novo volante dispensa o tradicional "H" da marca. O i20 também traz um novo painel digital, mais bonito e com mostradores fixos, além de uma central multimídia bem aumentada, agora com 12,3 polegadas. Mesmo que a pegada seja mais tecnológica que o HB20, os botões físicos ainda predominam. Os comandos do ar-condicionado ganharam nova disposição e formam uma espécie de torre, ligando o console central à central multimídia. Quem tem estatura mediana e se senta no banco traseiro dificilmente encosta os joelhos no assento da frente. O porta-malas comporta 346 litros de bagagem, 46 litros a mais que o do HB20. E aí terminam as diferenças. O i20 terá versões de motor 1.0 aspirado e 1.0 turbo, praticamente idênticas às possibilidades encontradas no irmão menor. Agora, são 115 cv de potência, combinados a 17,5 kgfm de torque. A perda de 5 cv mantém a experiência ao conduzir já conhecida de quem dirigiu um HB20. A posição ao volante também é praticamente a mesma, mantendo uma das principais qualidades do modelo: a sensação de um hatch leve e ágil. Galerias Relacionadas O ajuste da suspensão do i20 privilegia o conforto, uma tradição da Hyundai que vai dos modelos mais básicos aos SUVs. Tanto nas ondulações do circuito fechado em Tuiuti (SP) quanto em trechos de terra e cascalho, a suspensão do i20 absorveu melhor os impactos do que a de rivais como Volkswagen Polo e Fiat Argo. Ao mesmo tempo, mantém a firmeza esperada de um hatch em curvas mais fechadas. A calibração do câmbio automático também é um acerto. Ao puxar com mais força em uma subida, o i20 reduz rapidamente uma marcha para a retomada e é preciso no momento de engatar a próxima marcha para soltar a aceleração. Além disso, o atraso entre o comando do acelerador e a resposta do carro é pequeno e não chega a incomodar quem busca reações mais rápidas. Por que apostar em um hatch? O Brasil vive a era dos SUVs. Desde o ano passado, mais da metade dos carros zero quilômetro vendidos no país pertence ao segmento, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Por isso, todos os lançamentos recentes e importantes do mercado automotivo foram SUVs. As montadoras que apostaram em hatches nos últimos anos preferiram mudanças pontuais. A Chevrolet renovou o Onix sem grandes transformações, enquanto o Volkswagen Polo está há bastante tempo sem alterações relevantes. Surge a pergunta: qual a estratégia da Hyundai? Ao g1, Maurício Jordão, gerente de relações públicas e imprensa da montadora, afirmou que o i20 deve disputar espaço com SUVs de entrada, e não com outros hatches. “Se você pegar no line-up das outras marcas, você até tem essa proximidade entre um SUV menor, um SUV compacto e aí depois você tem os SUVs maiores. A Hyundai tem o HB20 e já tem o Creta. E é esse nicho do Kardian, do Pulse, do Tera, que o [i20] aqui vai entrar”, afirma Jordão. Sobre a proximidade do HB20, o executivo afirma que o espaço interno será um dos principais diferenciais do novo modelo. "A Hyundai não costuma deixar as versões muito próximas para tirar o mesmo preço. Então, se você olhar uma diferença de R$ 1.500 ou R$ 2.000, pode ser que o consumidor escolha pelo pacote de equipamentos", complementou. *Essa reportagem está em atualização. ]]>
Hyundai lana i20 no Brasil e desafia onda dos SUVs com novo hatch; veja o testehttp://gpideia.com.br/noticia/hyundai-lanca-i20-no-brasil-e-desafia
Hyundai i20 chega como HB20 moderno e maior A Hyundai apresentou nesta sexta-feira (12) seu principal lançamento de 2026: o hatch i20. Em um momento em que a maior parte das montadoras aposta em SUVs de diferentes tamanhos no mercado brasileiro, a marca coreana lança mais um compacto para dividir espaço com um de seus campeões de vendas, o HB20. O mercado, inclusive, chegou a especular que o i20 poderia substituir o HB20. A Hyundai, porém, afirma que os dois modelos vão conviver em harmonia, sem disputar o mesmo público. Para isso, o novo hatch aposta em um visual mais moderno, acabamento interno mais refinado e espaço mais generoso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Fabricado em Piracicaba (SP) e exportado para outros mercados, p carro tem linhas mais marcadas e adota a nova moda da faixa de LED que conecta os faróis na dianteira. Na traseira, as lanternas também são interligadas, mas tem um desenho geral mais parecido com o HB20. Galerias Relacionadas As rodas são de 17 polegadas, o que acompanha o estilo mais agressivo. O i20 também é um pouco maior que o HB20: tem 12 centímetros a mais de comprimento, seis de largura, dois de altura e cinco de entre-eixos. Mas as diferenças mais importantes estão no interior. O novo volante dispensa o tradicional "H" da marca. O i20 também traz um novo painel digital, mais bonito e com mostradores fixos, além de uma central multimídia bem aumentada, agora com 12,3 polegadas. Mesmo que a pegada seja mais tecnológica que o HB20, os botões físicos ainda predominam. Os comandos do ar-condicionado ganharam nova disposição e formam uma espécie de torre, ligando o console central à central multimídia. Quem tem estatura mediana e se senta no banco traseiro dificilmente encosta os joelhos no assento da frente. O porta-malas comporta 346 litros de bagagem, 46 litros a mais que o do HB20. E aí terminam as diferenças. O i20 terá versões de motor 1.0 aspirado e 1.0 turbo, praticamente idênticas às possibilidades encontradas no irmão menor. Agora, são 115 cv de potência, combinados a 17,5 kgfm de torque. A perda de 5 cv mantém a experiência ao conduzir já conhecida de quem dirigiu um HB20. A posição ao volante também é praticamente a mesma, mantendo uma das principais qualidades do modelo: a sensação de um hatch leve e ágil. Galerias Relacionadas O ajuste da suspensão do i20 privilegia o conforto, uma tradição da Hyundai que vai dos modelos mais básicos aos SUVs. Tanto nas ondulações do circuito fechado em Tuiuti (SP) quanto em trechos de terra e cascalho, a suspensão do i20 absorveu melhor os impactos do que a de rivais como Volkswagen Polo e Fiat Argo. Ao mesmo tempo, mantém a firmeza esperada de um hatch em curvas mais fechadas. A calibração do câmbio automático também é um acerto. Ao puxar com mais força em uma subida, o i20 reduz rapidamente uma marcha para a retomada e é preciso no momento de engatar a próxima marcha para soltar a aceleração. Além disso, o atraso entre o comando do acelerador e a resposta do carro é pequeno e não chega a incomodar quem busca reações mais rápidas. Por que apostar em um hatch? O Brasil vive a era dos SUVs. Desde o ano passado, mais da metade dos carros zero quilômetro vendidos no país pertence ao segmento, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Por isso, todos os lançamentos recentes e importantes do mercado automotivo foram SUVs. As montadoras que apostaram em hatches nos últimos anos preferiram mudanças pontuais. A Chevrolet renovou o Onix sem grandes transformações, enquanto o Volkswagen Polo está há bastante tempo sem alterações relevantes. Surge a pergunta: qual a estratégia da Hyundai? Ao g1, Maurício Jordão, gerente de relações públicas e imprensa da montadora, afirmou que o i20 deve disputar espaço com SUVs de entrada, e não com outros hatches. “Se você pegar no line-up das outras marcas, você até tem essa proximidade entre um SUV menor, um SUV compacto e aí depois você tem os SUVs maiores. A Hyundai tem o HB20 e já tem o Creta. E é esse nicho do Kardian, do Pulse, do Tera, que o [i20] aqui vai entrar”, afirma Jordão. Sobre a proximidade do HB20, o executivo afirma que o espaço interno será um dos principais diferenciais do novo modelo. "A Hyundai não costuma deixar as versões muito próximas para tirar o mesmo preço. Então, se você olhar uma diferença de R$ 1.500 ou R$ 2.000, pode ser que o consumidor escolha pelo pacote de equipamentos", complementou. *Essa reportagem está em atualização. ]]>
Cmara avana com projeto de lei que promete aumentar multa e pontos na CNH para escapamento barulhentohttp://gpideia.com.br/noticia/camara-avanca-com-projeto-de-lei-que
Para ser modificado, escapamento de moto precisa estar dentro do que permite lei Sérgio Oliveira/EPTV A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) um projeto de lei que quer endurecer as punições para motoristas e motociclistas flagrados com escapamentos adulterados para produzir mais barulho. A proposta prevê o enquadramento da infração como gravíssima (hoje é classificada como grave), com multa, retenção do veículo até a regularização e punições mais severas em caso de reincidência. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O projeto de lei agora segue para a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado na Câmara e no Senado. O texto em discussão alteraria o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para incluir de forma explícita os veículos com sistema de escapamento modificado para amplificação sonora. Pela proposta, quem for flagrado com descarga livre ou silenciador defeituoso, inoperante ou adulterado estará sujeito à penalidade máxima prevista para infrações de trânsito. A infração deixaria de ser grave e passaria a ser gravíssima. Os pontos na CNH subiriam de 5 para 7 pontos e a multa sairia de R$ 195 para R$ 293. Agora no g1 Em caso de reincidência no período de 12 meses, a multa seria aplicada em dobro e o motorista poderia ter o direito de dirigir suspenso por seis meses. Além disso, segundo a proposta, a ocorrência deverá ser comunicada ao órgão ambiental competente para apuração de eventual crime de poluição sonora. O projeto também propõe alteração na Lei de Crimes Ambientais para incluir como infração a poluição sonora causada pela adulteração do sistema de escapamento de veículos automotores com o objetivo de produzir ruído acima dos limites legais. A comprovação, segundo o texto, poderá ser feita por meio de inspeção veicular ou medição técnica com decibelímetro. Escapamento da Gintani para Porsche 911 GT3 não tem silenciadores e aumenta ruído Divulgação / Gintani A proposta ainda prevê aumento da pena quando a infração ocorrer em áreas hospitalares, escolares ou residenciais entre 22h e 6h. Nesses casos, a punição poderá ser ampliada entre um terço e metade. De autoria do deputado Fausto Santos Jr. (União-AM), o projeto 4086/2025 foi apresentado com o argumento de que as penalidades atuais não têm sido suficientes para coibir a prática. "Escapamentos adulterados em motos frequentemente ultrapassam os 100 decibéis, equiparando-se ao som de disparos de armas de fogo. Tais ruídos causam não apenas desconforto, mas distúrbios psicológicos, problemas cardíacos, insônia e estresse crônico", justifica o deputado no projeto. Após a aprovação na comissão, o texto seguirá para análise das demais etapas de tramitação na Câmara antes de ser encaminhado ao Senado. Se aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República. ]]>
Volkswagen lana T-Cross Rock in Rio por R$ 142.990http://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-lanca-t-cross-rock-in-rio-por
Volkswagen T-Cross Rock in Rio divulgação / Volkswagen A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (10) o T-Cross Rock in Rio, edição especial baseada na versão 200 TSI. O SUV tem detalhes visuais e adesivos exclusivos na carroceria. O interior é escurecido com sistema de som com 6 alto-falantes e logo nos bancos e painel. O preço não teve alteração na versão, custa R$ 142.990 mesmo com os itens extras. O modelo pode ser encomendado em quatro cores: vermelho, preto e duas opções de cinza. O modelo também tem nessa versão a fila iluminada na dianteira, que só estava disponível em versões mais caras. As maçanetas e retrovisores são escurecidos. Parachoques dianteiros também têm detalhes. As rodas são de 17 polegadas. Agora no g1 ]]>
China exporta 73% mais carros em maio com corrida por eltricos aps alta dos combustveishttp://gpideia.com.br/noticia/china-exporta-73-mais-carros-em-maio-com
BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD As exportações chinesas de carros cresceram 73% em maio em relação a igual mês do ano anterior, alcançando cerca de 809 mil veículos, informou a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis (CAAM, na sigla em inglês), nesta quarta-feira (10). O avanço ocorreu em meio ao aumento dos preços da gasolina e do diesel provocado pela guerra no Irã, o que elevou o interesse por veículos elétricos. A associação informou que as exportações de veículos totalmente elétricos e híbridos plug-in mais que dobraram em maio em relação a um ano antes, chegando a cerca de 435 mil unidades — mais da metade do total exportado. O resultado supera os cerca de 796 mil automóveis de passeio exportados em abril, segundo dados da própria CAAM. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês BYD exibe maquete da nova picape que chega ao mercado para competir com Fiat Toro Montadoras chinesas, como a BYD, vêm acelerando sua expansão internacional, com foco em mercados da América Latina, Ásia e Europa, em um momento em que a demanda doméstica enfrenta pressões, em parte devido à redução dos incentivos governamentais para a troca de veículos convencionais por elétricos. As vendas de automóveis no mercado chinês caíram 23,4% em maio na comparação anual, para 1,44 milhão de unidades. Foi o sétimo mês consecutivo de queda. As vendas de veículos com motores de combustão interna — incluindo modelos movidos a gasolina e diesel — recuaram quase 42% em relação ao ano anterior, enquanto a participação dos elétricos continuou crescendo. Analistas do UBS esperam que as exportações anuais de automóveis de passeio da China cresçam cerca de 40% em 2026 em relação ao ano anterior, com as exportações de veículos elétricos podendo avançar cerca de 80%. “O alto preço do petróleo certamente se traduziu em um interesse ainda maior pelos veículos elétricos”, afirmou Paul Gong, chefe de pesquisa da indústria automotiva chinesa no UBS. Segundo Gong, as exportações de veículos da China surpreenderam positivamente nos primeiros meses do ano, enquanto as vendas domésticas ficaram abaixo do esperado. Claire Yuan, analista do setor automotivo da S&P Global Ratings, espera que as exportações chinesas de automóveis de passeio mantenham forte ritmo de crescimento em 2026 e projeta uma expansão entre 30% e 50% na comparação anual. Segundo o mais recente relatório anual sobre veículos elétricos da Agência Internacional de Energia (IEA), divulgado em maio, aproximadamente um em cada quatro carros novos vendidos no mundo no ano passado foi elétrico. A participação deve continuar crescendo neste ano, apesar de um início mais lento. A IEA estima que as vendas globais de veículos elétricos possam atingir 23 milhões de unidades e representar quase 30% de todos os carros vendidos em 2026. A China é atualmente a maior produtora mundial de veículos elétricos, abastecendo a maior parte da demanda global. A BYD, maior fabricante chinesa de veículos elétricos, vendeu mais de 160 mil veículos no exterior em maio, alta de 80% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa pretende vender 1,5 milhão de veículos fora da China neste ano, mais de 40% acima dos 1,05 milhão comercializados em 2025. A montadora, sediada no sul da China, ultrapassou a Tesla no ano passado e se tornou a maior fabricante de veículos elétricos do mundo em volume de vendas. A expansão das vendas internacionais também pode melhorar a rentabilidade das montadoras chinesas, já que a intensa guerra de preços no mercado doméstico no ano passado reduziu as margens de lucro de muitas empresas do setor. Para Claire Yuan, da S&P, as vendas de automóveis na China podem ganhar força no segundo semestre, à medida que consumidores acelerem compras após o lançamento de novas linhas de veículos pelas montadoras. ]]>
BYD Atto 2 DM-i parte de R$ 149.990; SUV primeiro hbrido plug-in flex da marca no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/byd-atto-2-dm-i-parte-de-r-149-990-suv
BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD A BYD apresentou nesta terça-feira (9) o Atto 2 DM-i Flex, primeiro híbrido plug-in flex da marca. O modelo será produzido na fábrica de Camaçari (BA) em sistema CKD, ou seja, montado no Brasil neste primeiro momento. A versão GL tem preço de R$ 149.990. A versão GS ainda não teve preço divulgado. Assim que BYD divulgar, esta reportagem vai ser atualizada. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O SUV tem visual semelhante ao Yuan Pro, seu equivalente 100% elétrico. No entanto, a versão híbrida utiliza a tecnologia DM-i, com motor 1.5 aspirado de quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Atkinson. O propulsor a combustão entrega quase 100 cavalos de potência e trabalha em conjunto com um motor elétrico de quase 200 cavalos. O torque passa de 30 kgfm e é gerado principalmente pelo motor elétrico. Agora no g1 O modelo será oferecido em duas configurações de bateria. A versão com bateria de 7,8 kWh, GL, tem potência combinada de 177 cavalos. Já a opção com bateria de 18,3 kWh, GS, supera os 197 cavalos. O torque passa de 30 kgfm e é gerado principalmente pelo motor elétrico. Segundo a fabricante, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita 8,5 segundos na versão GL e 8,4 segundos na versão GS. A autonomia divulgada pela BYD no ciclo europeu (NEDC) é de 1.045 quilômetros, embora o valor seja reduzido após a correção aplicada nos testes do Inmetro. A velocidade máxima é de 180 km/h nas duas versões. Também utilizando o ciclo NEDC, o Atto 2 Flex na versão GL consegue percorrer até 45 km usando só a energia da bateria. Já a configuração GL percorre 110 km no mesmo teste. Um recurso novo é a regeneração de bateria em descidas de serra. O BYD aproveita o longo trecho em declive e usa o movimento das rodas para carregar as baterias e, oa mesmo tempo, frear o carro sem o uso das pastilhas nos discos. Por ser plug-in, o Atto 2 permite recarregar a bateria por wallbox. A capacidade máxima de recarga, ou seja, o quanto o carro suporta para "encher" as baterias é de 3,3 kW na versão GL e 6,6 kW na GS. BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD Nas dimensões, o SUV mede 4,33 m de comprimento, 2,62 m de entre-eixos, 1,83 m de largura e 1,67 m de altura. O peso ultrapassa 1.600 kg. O porta-malas tem capacidade de 455 litros, volume maior do que o do Yuan Pro, versão totalmente elétrica do modelo. Cabine do BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD Na cabine, o Atto 2 DM-i Flex mantém diversas semelhanças com o Yuan Pro. Uma das principais diferenças está no console central. Enquanto o modelo elétrico traz uma grande alavanca de câmbio no console, o híbrido tem comando por uma aleta na coluna de direção. O SUV também conta com central multimídia de grandes dimensões e painel de instrumentos digital, equipamentos presentes tanto na versão híbrida quanto na elétrica. O volante multifuncional, os painéis das portas e os bancos seguem um desenho semelhante ao encontrado no Yuan Pro. Há quatro modos de condução que podem ser escolhidos pelo motorista. São eles: Neve, Sport, Eco e Normal Equipamentos A versão GL tem como equipamentos de série de destaque câmera 360, conexões Apple CarPlay e Android Auto, ar-condicionado de duas zonas, frenagem de emergência, reconhecimento de placas, farol alto automático, controle automático da velocidade de cruzeiro, bancos de tecido com ajuste manual, sensor crepuscular e rodas de liga leve. A tela do multimídia tem 10,1 polegadas. A configuração GS tem tudo da versão de entrada, mas a tela do multimídia é maior, com 12,8 polegadas, e conta com Google Maps integrado. Além disso, a versão mais cara tem alerta de colisão traseira, alerta e frenagem de emergência para tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa e detecção de ponto cego. E não para por aí, há também carregador por indução, bancos em couro sintético com ajustes elétricos para o motorista, sensor de chuva, teto panorâmico com filtro UV e rack de teto. ]]>
Custo total de propriedade aponta vantagens dos eltricos em relao aos modelos a combustohttp://gpideia.com.br/noticia/custo-total-de-propriedade-aponta
BYD Dolphin Mini é o modelo mais vendido da greentech no Brasil. Divulgação/BYD A presença dos carros elétricos nas ruas do Brasil só aumenta, crescimento impulsionado por fatores que vão além da economia de combustível - um dos grandes atrativos de modelos como o BYD Dolphin Mini, o carro mais vendido do país no varejo em 2026. Além da redução significativa do custo por quilômetro rodado, as vantagens ficam evidentes em outros pontos do Total Cost of Ownership (TCO), o Custo Total de Propriedade. O cálculo, resultado da soma dos custos de propriedade do veículo, engloba despesas diretas e indiretas, como aquisição, depreciação, manutenção, consumo de combustível/energia, além de despesas como seguro, licenciamento e IPVA. É a partir dele que o consumidor tem uma visão completa e passa a perceber o quanto um elétrico é vantajoso em relação a um modelo a combustão. A empresa global de tecnologia faz frente nessa revolução mundialmente ao oferecer todas as vantagens da eletrificação, incluindo a alta eficiência, a um custo equivalente aos modelos de combustão. Ou seja: é possível ter um 100% elétrico da BYD por um valor acessível e rodar com desempenho, segurança, tecnologia e estética, marcas registradas da empresa global. Conta vai além do preço de tabela Pesquisar o Custo Total de Propriedade é um bom caminho na hora de fazer uma comparação antes de investir em um novo veículo. É importante para quem pensa no longo prazo ou quem prefere modelos que não sofram uma desvalorização brusca de um ano para o outro. O Dolphin Mini, por exemplo, desvalorizou apenas 7,8% entre 2024 e 2025, uma informação de grande relevância se comparado a diversos modelos tradicionais a combustão que chegaram a apresentar desvalorizações significativamente maiores no mesmo período, segundo a Mobiauto. Nos modelos 100% elétricos, o principal fator para a redução do custo de propriedade é o gasto por quilômetro rodado. Enquanto um veículo elétrico apresenta um custo médio de cerca de R$ 0,10 por km - considerando uma bateria de 38 kWh com custo aproximado de R$ 38 por recarga - um modelo a combustão chega a cerca de R$ 0,66 por km, com base em um tanque de 45 litros a R$ 6,66 por litro, totalizando aproximadamente R$ 300. Considerado “irmão” do Dolphin Mini, BYD Dolphin também é 100% elétrico. BYD/Divulgação A diferença também é clara quando se trata de manutenção. Na tabela da BYD, as revisões devem ocorrer a cada 20 mil quilômetros, diferentemente dos concorrentes a combustão. Além disso, um veículo elétrico tem em torno de 2 mil a 3 mil componentes a menos, o que torna a manutenção muito mais barata. No site da BYD, você pode consultar a tabela de Plano de Manutenção de todos os modelos da maior fabricante de carros eletrificados do mundo. Aproveite para conferir os modelos 100% elétricos e híbridos da marca, com ofertas exclusivas. ]]>
BYD Atto 2 DM-i primeiro hbrido plug-in flex da marca no Brasil, veja detalheshttp://gpideia.com.br/noticia/byd-atto-2-dm-i-e-primeiro-hibrido
BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD A BYD apresentou nesta terça-feira (9) o Atto 2 DM-i Flex, primeiro híbrido plug-in flex da marca. O modelo será produzido na fábrica de Camaçari (BA) em sistema CKD, ou seja, montado no Brasil neste primeiro momento. O SUV tem visual semelhante ao Yuan Pro, seu equivalente 100% elétrico. No entanto, a versão híbrida utiliza a tecnologia DM-i, com motor 1.5 aspirado de quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Atkinson. O propulsor a combustão entrega quase 100 cavalos de potência e trabalha em conjunto com um motor elétrico de quase 200 cavalos. O torque passa de 30 kgfm e é gerado principalmente pelo motor elétrico. Agora no g1 O modelo será oferecido em duas configurações de bateria. A versão com bateria de 7,8 kWh tem potência combinada de 177 cavalos. Já a opção com bateria de 18,3 kWh supera os 197 cavalos. O torque passa de 30 kgfm e é gerado principalmente pelo motor elétrico. Segundo a fabricante, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em pouco mais de sete segundos. A autonomia no ciclo europeu supera 1.000 quilômetros, embora o valor seja reduzido após a correção aplicada nos testes do Inmetro. BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD Nas dimensões, o SUV mede 4,33 m de comprimento, 2,62 m de entre-eixos, 1,83 m de largura e 1,67 m de altura. O peso ultrapassa 1.600 kg. O porta-malas tem capacidade de 455 litros, volume maior do que o do Yuan Pro, versão totalmente elétrica do modelo. Cabine do BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD Na cabine, o Atto 2 DM-i Flex mantém diversas semelhanças com o Yuan Pro. Uma das principais diferenças está no console central. Enquanto o modelo elétrico traz uma grande alavanca de câmbio, a versão híbrida plug-in adota comandos por botões. O SUV também conta com central multimídia de grandes dimensões e painel de instrumentos digital, equipamentos presentes tanto na versão híbrida quanto na elétrica. O volante multifuncional, os painéis das portas e os bancos seguem um desenho semelhante ao encontrado no Yuan Pro. ]]>
Porsche apresenta carros inspirados em Toy Story 5 no tapete vermelho do filme; veja modeloshttp://gpideia.com.br/noticia/porsche-apresenta-carros-inspirados-em
Porsche apresenta versões únicas do 911 inspiradas em Toy Story 5 Divulgação / Porsche A Porsche revelou nesta terça-feira (9) três versões exclusivas do esportivo 911 inspiradas nos personagens Woody, Buzz Lightyear e Jessie, de Toy Story 5. Os veículos foram desenvolvidos em parceria com a Disney e a Pixar e farão sua estreia mundial no tapete vermelho da première do novo filme, em Los Angeles. Os modelos foram personalizados pela divisão Sonderwunsch (termo em alemão para "desejos especiais"), responsável pelos projetos mais exclusivos da fabricante. Segundo a Porsche, a iniciativa busca unir a criatividade do universo de Toy Story à engenharia e ao design da marca alemã. Agora no g1 Além do caráter comemorativo, os três carros serão vendidos como parte de uma ação beneficente. Toda a arrecadação será destinada às organizações Big Brothers Big Sisters of America, American Red Cross e Starlight Children’s Foundation. "Ver Woody, Buzz Lightyear e Jessie ganharem vida nas ruas com a ajuda das equipes criativas da Disney, Pixar, Style Porsche e Sonderwunsch é muito emocionante", afirmou Timo Resch, presidente e CEO da Porsche Cars North America, em comunicado. Porsche apresenta carros inspirados em Toy Story 5 no tapete vermelho do filme Porsche Estreia no tapete vermelho Os três veículos serão apresentados ao público durante a estreia mundial de Toy Story 5. O novo filme da Pixar marca o retorno de Woody, Buzz, Jessie e dos demais brinquedos da franquia. Na nova história, os personagens enfrentam um desafio inédito: a concorrência da tecnologia. O enredo coloca os brinquedos frente a frente com um tablet chamado Lilypad, que passa a disputar a atenção de Bonnie, dona da turma. Toy Story 5 estreia exclusivamente nos cinemas em 19 de junho de 2026. Cada personagem, um Porsche diferente Porsche apresenta versão única do 911 GT3 RS inspirada em Buzz Lightyear em Toy Story 5 Divulgação / Porsche A versão inspirada em Buzz Lightyear foi criada a partir de um Porsche 911 GT3 RS equipado com o pacote Weissach, voltado para alto desempenho em pista. O carro recebeu pintura branca com detalhes em verde e roxo, reproduzindo as cores clássicas do patrulheiro espacial. O aerofólio traseiro faz referência às asas do personagem, enquanto as rodas exibem o logotipo dos Space Rangers. No interior, o modelo traz acabamentos especiais e soleiras iluminadas com a famosa frase de Buzz: "To Infinity and Beyond" ("Ao infinito e além"). Porsche apresenta versão única do 911 Targa 4 GTS inspirada na vaqueira Jessie em Toy Story 5 Divulgação / Porsche A cowgirl Jessie serviu de inspiração para um Porsche 911 Targa 4 GTS de 532 cavalos de potência. A carroceria recebeu uma nova tonalidade desenvolvida especialmente para o projeto, chamada Jessie White Metallic, criada para remeter aos botões perolados da camisa da personagem. O teto Targa vermelho faz referência ao chapéu de Jessie, enquanto detalhes em azul, amarelo e vermelho reproduzem elementos do figurino da personagem. Por dentro, o carro mistura couro azul, vermelho e cinza, além de tecidos com aparência de jeans, em referência às roupas usadas pela personagem nos filmes. As soleiras iluminadas exibem a expressão típica do universo western: "YEE HAW!". Porsche criou versão única do 911 T inspirada em Woody em Toy Story 5 Divulgação / Porsche O terceiro modelo é baseado em um Porsche 911 Carrera T e homenageia Woody, o famoso xerife da franquia. O destaque está na pintura desenvolvida especialmente para reproduzir a aparência e até mesmo a textura visual de um jeans desgastado. Segundo a Porsche, diferentes tonalidades de azul e branco foram utilizadas para criar o efeito. O interior combina couro marrom envelhecido, costuras personalizadas e detalhes que remetem à camisa xadrez do personagem. Assim como o modelo inspirado em Jessie, o carro também utiliza tecido semelhante ao jeans nos bancos. As soleiras iluminadas exibem a frase "Ride Like the Wind!", outra referência ao universo do personagem. ]]>
Risco de incndio: Stellantis faz recall de 1,3 milho de Jeeps Wrangler e Gladiatorhttp://gpideia.com.br/noticia/risco-de-incendio-stellantis-faz-recall
Jeep Wrangler e Gladiator de 2021 a 2025 têm chamada para recall Divulgação A Stellantis informou na terça-feira (9) a realização de um recall de mais de 1,3 milhão de SUVs e picapes Jeep em todo o mundo devido ao risco de incêndio. A empresa orientou os proprietários a estacionarem longe de estruturas ou de outros veículos até que o conserto seja concluído. O recall abrange picapes e utilitários Jeep Wrangler e Jeep Gladiator dos anos-modelo 2021 a 2025 devido a um problema de conexão elétrica na fiação da bomba eletro-hidráulica da direção hidráulica. Segundo a empresa, em circunstâncias raras, o problema pode causar o superaquecimento de materiais combustíveis, potencialmente levando a um incêndio no veículo. O recall inclui quase 1,08 milhão de veículos nos Estados Unidos, 106 mil no Canadá, 23 mil no México e cerca de 125 mil em outros mercados ao redor do mundo, informou a Stellantis. Agora no g1 ]]>
EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exrcito chinshttp://gpideia.com.br/noticia/eua-acusam-baidu-alibaba-byd-e-outras
Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 Reuters/Maxim Shemetov O Departamento de Guerra dos Estados Unidos atualizou na segunda-feira (8) a relação de empresas que, segundo o governo americano, colaboram com militares chineses. A nova versão da lista tem 188 empresas e incluiu mais nomes do setor de tecnologia. Entre elas, estão o buscador Baidu, as fabricantes de robôs Unitree e Robosense Technology, a gigante do comércio eletrônico Alibaba e as fabricantes de chips CXMT e YMTC. O documento passou a apresentar ainda a montadora BYD, a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a fabricante de equipamentos de telecomunicações Baicells. Por conta de uma lei recente, a partir do final de junho, o Departamento de Guerra não poderá contratar diretamente de empresas presentes no documento. E, a partir de 2027, o órgão não poderá comprar seus produtos e serviços por meio de terceiros. Agora no g1 No documento, o Departamento de Guerra afirmou que as empresas "se qualificam para a designação de 'empresas militares chinesas'" e operam nos EUA. Elas poderão pedir a remoção da lista, segundo o órgão. Embora o documento não imponha sanções formais às companhias chinesas, elas poderão sofrer danos concretos com a decisão. A inclusão na lista também dá uma mensagem prejudicial sobre essas companhias para fornecedores do governo americano. A Embaixada da China nos Estados Unidos disse que o governo chinês se opõe à "criação de listas discriminatórias para perseguir empresas chinesas" e que elas cumprem leis e regulações locais. "Os EUA devem cessar essa prática errônea e criar um ambiente justo, equitativo e não discriminatório para as empresas chinesas", afirmou a embaixada em nota, segundo a Reuters. A decisão atualiza uma lista do início de 2025 e é anunciada menos de um mês após o presidente americano Donald Trump se encontrar com seu correspondente chinês Xi Jinping em Pequim. O encontro teve troca de elogios, mas terminou com impasses em temas sensíveis como Taiwan, considerado pela China como parte de seu território. Trump ao lado de Xi Jinping na China, em 13 de maio de 2026 BRENDAN SMIALOWSKI/AFP ]]>
Guia g1 #2: como escolher entre pagamento vista, financiamento ou consrcio na compra de um carrohttp://gpideia.com.br/noticia/guia-g1-2-como-escolher-entre-pagamento
Guia g1 g1 Comprar um carro não é só escolher o modelo — é decidir como pagar. Neste episódio do podcast Guia g1, a planejadora Paula Bazzo explica quando vale mais a pena pagar à vista, financiar ou entrar em um consórcio — e como evitar erros que pesam no orçamento. Quem paga à vista elimina dívidas e pode conseguir descontos ou benefícios extras na concessionária. Em contrapartida, imobiliza um valor alto em um bem que se desvaloriza com o tempo, perdendo o rendimento que esse dinheiro poderia gerar em investimentos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O financiamento é indicado para quem precisa do carro de imediato, mas não tem o valor total. Exige uma entrada e cobra juros — hoje em torno de 2% ao mês. Já o consórcio não tem juros, mas cobra taxa de administração e fundo de reserva — e serve para os compradores que não têm tanta pressa em ter o veículo, já que pode depender de sorteio ou lance para liberação da carta de crédito. Bazzo ainda recomenda que os compradores se atentem ao Custo Efetivo Total (CET) do financiamento — que inclui juros, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), seguros e taxas — e avaliem o impacto da inflação no consórcio, já que as parcelas são corrigidas pelo IPCA. Segundo a educadora financeira, é essencial comparar planos equivalentes (mesmo valor e prazo) e desconfiar de ofertas que prometem “juros zero”, pois costumam ter entradas altas ou prazos curtos. Este episódio foi publicado originalmente em 10/11/2025. OUÇA AQUI: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]>
Guia g1 #3: vale a pena comprar um carro novo que vai sair de linha?http://gpideia.com.br/noticia/guia-g1-3-vale-a-pena-comprar-um-carro
Guia g1 g1 O Renault Clio, carro novo mais barato do Brasil, custa atualmente R$ 78.690. Por esse preço, muita gente considera migrar para um seminovo ou usado. Mas, dependendo do momento, é possível encontrar descontos significativos em modelos zero quilômetro que estão prestes a sair de linha. As promoções em veículos próximos da descontinuação podem variar de R$ 30 mil a até R$ 60 mil, como foi o caso da Volkswagen Amarok: em 2014 unidades do modelo antigo chegaram a ter R$ 60 mil de desconto em concessionárias, por conta da chegada de uma nova geração. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No entanto, esse tipo de oferta sempre levanta dúvidas: vale a pena comprar um carro que vai deixar de ser produzido? Quais são os cuidados necessários antes de fechar negócio? Neste episódio do podcast Guia g1, o especialista Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, explica o que muda quando um carro é descontinuado — e quando essa compra pode fazer sentido. Este episódio foi publicado originalmente em 17/11/2025. OUÇA AQUI: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]>