GPIDEIA TECNOLOGIA http://gpideia.com.br/ Noticias sobre tecnologias, web, aplicativos, e muito mais pt-BR Quer comprar carro pelo Move Brasil? Governo amplia prazo de financiamento para 84 meseshttp://gpideia.com.br/noticia/quer-comprar-carro-pelo-move-brasil
Motorista de aplicativo, app, Uber, 99 Maksim Goncharenok/Pexels O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou as condições de financiamento do programa Move Brasil para taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas. Agora, os veículos poderão ser financiados em até 84 meses, contra os 72 meses previstos anteriormente, e o valor máximo do automóvel passou de R$ 150 mil para R$ 200 mil. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A mudança foi aprovada em reunião extraordinária do CMN nesta quinta-feira (27). O programa é voltado à compra de veículos novos usados no transporte individual de passageiros. O prazo maior permite que o valor financiado seja dividido em mais parcelas, o que pode reduzir o valor pago mensalmente pelos motoristas. O programa mantém a possibilidade de até seis meses de carência para o pagamento do valor principal — período em que o beneficiário não precisa começar a quitar essa parte da dívida. Move Brasil: após baixa procura, governo aumenta limite de crédito para motoristas de app comprarem carros Programa 'Move Brasil': Teto para financiar veículos sobe para R$ 200 mil Mais modelos de carros poderão ser financiados O aumento do limite de R$ 150 mil para R$ 200 mil amplia a quantidade de veículos que podem ser comprados pelo programa. Segundo levantamento do próprio ministério da Fazenda, feito com base nos emplacamentos de 2025, o limite anterior incluía cerca de 63% do mercado analisado. Com a inclusão dos carros que custam entre R$ 150 mil e R$ 200 mil, outras 486 mil unidades passam a fazer parte do grupo de veículos que podem ser financiados pelo critério de preço. Com isso, a cobertura sobe para aproximadamente 88% do mercado considerado. A mudança também permite que os motoristas tenham acesso a mais modelos e versões de veículos, inclusive carros que atendem a categorias de aplicativos que exigem maior nível de conforto. Como posso participar? Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma. Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo. No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar. Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; Motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Move Brasil tem baixa procura O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou na última quarta-feira (20) que bancos públicos têm participado mais da operação, enquanto os privados demonstram menos apetite. “Estamos sempre em contato para entender por que, mesmo com a garantia do governo, [o Move Brasil] não tem tido a adesão que a gente inicialmente esperava”, disse Durigan. ]]>
'Efeito China': mais 4 marcas chinesas desembarcam no Brasil; veja os carros e os planos de cada umahttp://gpideia.com.br/noticia/-efeito-china-mais-4-marcas-chinesas
ICaur V27 está confirmado para o Brasil em 2027. Divulgação / iCaur O desembarque de marcas chinesas no Brasil continua. O g1 percorreu os estandes do Festival Interlagos nesta semana para mostrar os destaques de quatro novidades que chegam ao mercado brasileiro. Foram confirmadas ou detalhadas as operações de BAIC, iCAUR, DFM e IM — esta última, uma marca britânica de "DNA chinês". ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Cada vez mais marcas chinesas vêm se instalando no Brasil. E não é à toa: dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mostram que a importação de veículos chineses para o Brasil mais que dobrou nos sete primeiros meses de 2026. Os embarques da China para o mercado brasileiro cresceram 105,4% contra o mesmo período do ano passado. O ritmo é muito mais forte que a média: no período, o Brasil importou 344,1 mil autoveículos ao todo até julho, volume 25,7% superior ao registrado nos primeiros sete meses de 2025. Veja abaixo o que cada marca pretende nos próximos meses. Agora no g1 BAIC BAIC Arcfox T1 chega ao Brasil em 2026 Divulgação / BAIC A fabricante chinesa BAIC iniciou suas atividades no mercado brasileiro durante o Festival Interlagos. A montadora apresentou os crossovers Arcfox T1 e Arcfox T5, primeiros modelos confirmados para o Brasil. O Arcfox T1 chega em 2026 com foco em volume de vendas. O diretor de operações da BAIC no país, Oswaldo Ramos, disse que a meta é convencer o brasileiro a trocar o carro a combustão por um elétrico. O modelo ainda está em homologação. Na China, tem 95 cv. O modelo será lançado nos próximos meses, com entregas previstas para outubro, após a pré-venda. O preço ainda não foi divulgado, mas, na apresentação, o executivo posicionou o T1 acima de Jeep Avenger, VW Tera e Hyundai i20 e abaixo de Jeep Renegade, VW T-Cross e Hyundai Creta. Essa faixa de preço fica em torno de R$ 130 mil. A operação no Brasil inclui rede de concessionários, equipe local e planejamento comercial próprio. O grupo chinês BAIC confirmou que pretende lançar 10 carros no Brasil até 2028, incluindo uma picape, e também anunciou a construção de uma fábrica no país. A operação será dividida em três submarcas: BAIC, voltada a SUVs híbridos; Arcfox, focada em crossovers; e Stelato, destinada aos modelos de luxo. A marca já trabalha para adaptar alguns de seus modelos híbridos para rodar também com etanol. O primeiro será o BAIC X55. Segundo a empresa, a tecnologia será posteriormente aplicada a outros modelos. A estratégia de expansão da BAIC prevê a abertura de 150 pontos de venda no Brasil até o fim de 2027. Atualmente, 50 lojas já estão prontas e devem começar a funcionar em dezembro. BAIC Arcfox T5 Divulgação / BAIC A empresa pretende cobrir 112 zonas de influência. A estratégia é instalar lojas em cidades que também possam atender municípios próximos, ampliando a área de atuação da rede. A Stelato terá uma estratégia diferente das demais submarcas. A marca de luxo terá uma operação própria e será lançada somente depois que a rede da BAIC estiver estabelecida no país. Segundo Ramos, a fábrica anunciada pelo grupo terá um modelo de produção com importação das peças separadamente para montagem no Brasil. O sistema é o mesmo utilizado pela GWM, onde o executivo também trabalhou. Com isso, a operação não seguirá os modelos SKD e CKD utilizados por outras fabricantes, como a BYD, MG e Chevrolet. Ramos afirma que o objetivo é colocar a BAIC entre as 10 marcas mais vendidas no Brasil até 2028 e entre as cinco primeiras em 2030. Fundada em 1958, em Pequim, a BAIC tem cerca de 130 mil funcionários e presença comercial em mais de 130 países e regiões. Em 2025, o grupo vendeu 1,75 milhão de veículos no mundo, dos quais 308 mil foram enviados ao exterior. iCAUR iCAUR chega ao Brasil com o V27 no ano que vem. Divulgação / iCAUR A iCAUR, divisão do grupo Chery International, iniciou oficialmente sua operação no Brasil durante o Festival Interlagos, com a apresentação do SUV V27. O modelo tem linhas retas inspiradas em utilitários clássicos e inaugura entre os SUVs da marca o estilo de carroceria mais quadrado. As primeiras unidades devem chegar às concessionárias brasileiras no primeiro semestre de 2027. Na configuração Premium, o modelo usa um sistema elétrico de autonomia estendida (REEV), combinado a um motor 1.5 turbo a gasolina. O conjunto tem tração integral inteligente iAWD e dois motores elétricos que entregam 455 cv de potência e mais de 50 kgfm de torque. Essa combinação permite acelerar de zero a 100 km/h em 5,9 segundos. A bateria de lítio-ferro-fosfato tem capacidade de 34,31 kWh. A iCAUR faz parte da ofensiva do grupo Chery no Brasil, que prevê lançar a marca Lepas em 2027 e, depois, as marcas de luxo Freelander, Exeed e Luxeed. DFM DFM Box divulgação/DFM A montadora DongFeng anunciou sua estreia no mercado brasileiro sob o nome comercial DFM. A empresa prevê iniciar as entregas de veículos em meados de novembro e abrir 60 lojas em 22 estados e no Distrito Federal. A primeira unidade ficará em Curitiba (PR). O presidente executivo da DFM para as Américas, Wang Jiong, afirmou que as concessionárias estarão prontas entre outubro e novembro. A marca vai oferecer garantia de sete anos ou 300 mil quilômetros para os veículos e de 10 anos, sem limite de quilometragem, para motores elétricos e baterias. Os primeiros modelos importados serão o hatch compacto Box e o SUV médio Vigo, ambos elétricos. DFM Vigo divulgação/DFM O Box tem motor elétrico dianteiro de 95 cv, 16 kgfm de torque e bateria de 43,8 kWh. O interior traz uma tela de 12,3 polegadas e painel de instrumentos digital. Já o SUV Vigo tem motor elétrico de 165 cv, 23 kgfm de torque e bateria de 51,8 kWh. O modelo tem tampa do porta-malas com acionamento elétrico e carregador de celular por indução. A empresa pretende iniciar a produção de veículos no Brasil entre o fim de 2027 e o início de 2028, com prioridade para versões híbridas plug-in. IM MG apresenta a marca de luxo IM no Brasil; SUV IM6 é elétrico e tem versão com 767 cv Divulgação / MG A MG Motor Brasil apresentou o SUV elétrico IM6, modelo que marca a estreia da marca de luxo IM no país. A previsão da marca, controlada pela chinesa SAIC, é iniciar as vendas ainda em 2026. Na versão Performance, trazida para demonstração, o IM6 tem dois motores elétricos que entregam juntos 767 cv e 81,7 kgfm de torque. O modelo acelera de zero a 100 km/h em 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h. MG apresenta a marca de luxo IM no Brasil; SUV IM6 é elétrico e tem versão com 767 cv. Divulgação / MG Na Inglaterra, a versão com um motor elétrico traseiro entrega 407 cv e tem bateria de 96,5 kWh. O g1 já testou a novidade no Autódromo de Interlagos. O interior do utilitário traz um painel composto por duas telas integradas, sendo uma de 26,3 polegadas e outra de 10,5 polegadas, além de um painel sensível ao toque no console central para ajustar as funções do carro. O veículo tem esterçamento das rodas traseiras para facilitar manobras, além de sistemas de assistência à condução voltados ao controle de estabilidade e à prevenção de colisões. SUV IM6 da MG Motors (carro do meio) esterça as quatro rodas para facilitar manobras divulgação/MG ]]>
At 900 km de autonomia e 767 cv: veja 6 novos SUVs que chegam ao Brasil; VDEOhttp://gpideia.com.br/noticia/ate-900-km-de-autonomia-e-767-cv-veja-6
Veja os principais SUVs anunciados no Festival Interlagos Nesta semana, o g1 esteve no Festival Interlagos, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), para mostrar as principais novidades anunciadas para o mercado automotivo. E não há como escapar de uma lista de SUVs. Confira a seguir seis destaques, com informações técnicas e, em alguns casos, preço já confirmado: BMW iX3; Leapmotor B10 REEV; Jaecoo 5; DFM Vigo; IM6; GAC GS9. BMW iX3 BMW iX3 O SUV totalmente elétrico inaugura a nova linguagem visual da marca alemã, com linhas mais quadradas e um toque de retrofuturismo dos anos 1980. No Brasil, já está disponível em versão única por R$ 582.950. O principal destaque é a autonomia proporcionada pela bateria de 108,7 kWh: são 570 km com uma única carga. No modo de máxima economia, a marca promete alcance de até 800 km, suficiente para percorrer os cerca de 600 km entre São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG). No interior, chama a atenção uma tela que atravessa o painel de ponta a ponta, posicionada próxima à base do para-brisa. O efeito visual lembra um holograma, embora não seja um. Voltar ao início. Leapmotor B10 REEV Leapmotor B10 REEV O B10 REEV tem uma proposta mais simples que a do iX3. O SUV chega em setembro e ainda não tem preço divulgado. O utilitário tem o mesmo visual do Leapmotor B10 já lançado no Brasil, que é totalmente elétrico e custa entre R$ 164.390 e R$ 182.990. O desenho traz poucos ângulos retos e um interior minimalista: até o ajuste dos retrovisores é feito pela central multimídia. Nesta versão, o motor 1.5 aspirado a gasolina serve apenas para gerar energia. Quem movimenta as rodas é o motor elétrico, alimentado pela bateria. A Leapmotor promete até 900 km de autonomia com o tanque cheio e a bateria totalmente carregada. A distância equivale a cerca de 90% dos 1.000 km que separam São Paulo (SP) de Brasília (DF). Voltar ao início. Jaecoo 5 Jaecoo 5 Com uma proposta mais simples que a dos demais, o Jaecoo 5 também chega ao Brasil em setembro e ainda não teve o preço divulgado. Entre os modelos da lista, é o que tem o sistema de eletrificação mais simples: um híbrido pleno. Nesse tipo de híbrido, a bateria é menor e não precisa ser ligada à tomada ou a um eletroposto. Ela é recarregada automaticamente pelo próprio funcionamento do carro, inclusive durante as frenagens. É o mesmo tipo de sistema híbrido usado no Toyota Corolla Cross, por exemplo. Apesar do porte semelhante, o Jaecoo 5 tem quase o dobro da potência. O Jaecoo 5 entrega 224 cv, contra 122 cv do Corolla Cross híbrido. Voltar ao início. DFM Vigo DFM Vigo A DFM é uma marca inédita no Brasil, e os primeiros carros chegam entre outubro e novembro. O Vigo é um dos dois modelos de estreia. O SUV elétrico tem proposta mais discreta e chega ao Brasil a partir de outubro, ainda sem preço divulgado. O Vigo tem porte semelhante ao do BYD Yuan Pro e ao do GWM Ora 5. Entre os modelos a combustão, pode ser comparado ao Hyundai Creta. Suas linhas mais retas também lembram o visual do SUV coreano. O interior é mais minimalista que o de outros carros chineses. Um exemplo é o painel de instrumentos digital, "escondido" entre dois vincos do painel. Voltar ao início. IM6 IM6 Entre os modelos mais luxuosos da lista, o IM6 marca a estreia da divisão de luxo IM no Brasil. O SUV elétrico de estilo cupê chega ao país no fim de 2026 e terá até 767 cv de potência e 81,7 kgfm de torque. Para efeito de comparação, a potência supera os 541 cv do Porsche 911 GTS. O painel reúne duas telas digitais, uma de 26,3 polegadas e outra de 10,5 polegadas. O interior também tem sistema de som e bancos que lembram poltronas. A marca não divulgou o preço, mas o g1 apurou que o modelo custará cerca de R$ 400 mil, aproximadamente um terço do valor cobrado pelo Porsche 911 GTS, que parte de R$ 1,2 milhão. Voltar ao início. GAC GS9 GAC GS9 Este é o maior e mais caro carro já lançado pela GAC no Brasil. O preço é de R$ 399.990, e o modelo já está disponível nas concessionárias da marca. Um dos destaques é a bateria de 44,5 kWh do sistema híbrido plug-in. A capacidade supera a do carro elétrico mais vendido do país, o BYD Dolphin Mini, que tem até 38,8 kWh. Segundo o Inmetro, o GS9 pode rodar até 114 km apenas no modo elétrico. A autonomia é suficiente para percorrer os cerca de 95 km entre São Paulo (SP) e Campinas (SP). O SUV acomoda seis pessoas, tem acabamento em couro nappa e oferece ventilação, aquecimento e até massagem nos bancos da primeira e da segunda fileiras. Os assentos também podem ser reclinados, em uma configuração que lembra a primeira classe de aviões. Voltar ao início. SUVs anunciados no Festival Interlagos arte/g1 ]]>
Golpes do Free Flow: quase 500 sites falsos cobram falso pedgio por PIX; veja como se protegerhttp://gpideia.com.br/noticia/golpes-do-free-flow-quase-500-sites
Pórtico do Free Flow no Rio Grande do Sul Gustavo Mansur/Palácio Piratini Em um ano, o número de sites falsos que prometem regularizar passagens pelo sistema "free flow" chegou a 480, segundo levantamento da Kaspersky. 🔎 O free flow é um sistema de pedágio eletrônico sem cancelas que permite cobrar a tarifa sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em apenas uma semana, foram criados 80 sites que supostamente identificam a passagem por pórticos do free flow e geram uma falsa cobrança por PIX. Segundo o estudo, os sites falsos vão direto ao assunto: Há pouco texto que permita perceber que a página não pertence à concessionária responsável pelo trecho onde o motorista passou; Em destaque, uma caixa de texto pede a placa do veículo; Em seguida, o valor é exibido junto com o PIX para pagamento. Agora no g1 O estudo identificou casos em que a cobrança era de cerca de R$ 25. O valor baixo ajuda a reduzir a desconfiança dos motoristas e a imitar tarifas reais de pedágio. Na BR-101, por exemplo, a passagem de carros de passeio pelo trecho entre Paraty (RJ) e Rio de Janeiro (RJ) pode custar R$ 4,80. “Ao acreditar na legitimidade da cobrança, o usuário paga via PIX, e o dinheiro é transferido para contas de ‘laranjas’”, diz o estudo. Aplicativo da CNH resolve parte do problema Na semana passada, o Ministério dos Transportes atualizou o aplicativo CNH do Brasil. Com a mudança, os motoristas passaram a consultar na plataforma as passagens registradas em pedágios do sistema free flow. No aplicativo, que já reunia informações da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sobre multas, o motorista pode consultar as passagens por pedágios eletrônicos em rodovias municipais, estaduais e federais, independentemente da concessionária. Além de informar quando o veículo passou pelo pórtico, o app CNH do Brasil mostra onde e como pagar a tarifa. Antes da nova funcionalidade, o motorista precisava acessar os canais de atendimento de cada concessionária para consultar e pagar as tarifas. A falta de um sistema centralizado dificultava os pagamentos e abria espaço para golpes com sites falsos. O estudo da Kaspersky destaca os benefícios de concentrar as informações em um só lugar. Porém, mesmo com a novidade, ainda são identificados "novos sites falsos que simulam cobranças do free flow. Os cibercriminosos acompanham os assuntos em destaque no noticiário e nas redes sociais para adaptar rapidamente suas estratégias, e fica o alerta para possíveis novas iscas relacionadas ao tema nos próximos meses”, diz Fabio Assolini, pesquisador da Kaspersky. O estudo não identificou um número expressivo de aplicativos que se passam pelo CNH do Brasil, mas apontou que já existem apps para Android e iPhone com nomes muito parecidos com o oficial. Como evitar o golpe Consulte o free flow apenas pelo aplicativo oficial CNH Digital, disponível para Android e iPhone; Se você utiliza uma tag de pagamento, a cobrança é feita pelo sistema já adotado pela operadora, como fatura mensal ou pagamento antecipado; Não clique em alertas de passagens enviados por mensagem nem em anúncios exibidos em buscadores; Fique atento ao destinatário do PIX: o valor do pedágio não deve ser pago a pessoas físicas nem a fintechs. ]]>
#FAKE que Michelin vai embora do Brasil aps fechar fbrica em Guarulhoshttp://gpideia.com.br/noticia/-fake-que-michelin-vai-embora-do
Fechamento de fábrica em Guarulhos não significou fim da produção da Michelin no Brasil g1 Circula nas redes sociais uma publicação dizendo que fabricante de pneus Michelin vai deixar o Brasil após fechar uma unidade em Guarulhos, na Grande São Paulo. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são os posts? Publicações que viralizaram neste mês em redes como Instagram, Facebook e X exibem uma montagem em que aparecem a fachada de uma fábrica e o mascote da Michelin, além de duas caixas de texto dizendo:"Mais uma que vai embora: Michelin fecha fábrica com mais de 70 anos e demite centenas de trabalhadores" ; e "Mais uma empresa que vai embora do Brasil do desgoverno Lula" . Veja um exemplo de legendas que acompanharam as postagens: "A Michelin anunciou o fechamento gradual de sua fábrica em Guarulhos, na Grande São Paulo, encerrando as atividades de uma unidade que operava há mais de 70 anos no Brasil. A decisão afeta cerca de 350 trabalhadores, que deverão ser desligados ao longo do processo de desativação da planta". Mas isso não é verdade. Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa da empresa enviou uma nota dizendo: "A informação não procede. A Michelin anunciou, em junho do ano passado, a decisão de encerrar as atividades na fábrica de Guarulhos (SP) de forma gradual até o fim de 2025. Mesmo com esse fechamento, a marca mantém seu comprometimento com o Brasil, onde possui o ciclo completo da produção, e segue com as suas operações no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo". A companhia informou que demissões ocorreram até o fim de 2025, e não recentemente: "Na época [final do ano passado], um pacote social foi aprovado com o sindicato e incluia apoio financeiro e serviço de orientação profissional para os afetados". Nas últimas semanas, o Fato ou Fake desmentiu conteúdos semelhantes, envolvendo outras empresas. Veja dois exemplos: É #FAKE que fabricação de produtos de Adidas, Nike e Umbro vai ser transferida do Brasil para o Paraguai É #FAKE que Toyota vai deixar o Brasil e demitiu 1,5 mil funcionários de fábrica no interior de São Paulo ⚠️ Por que É #FAKE? Leia outro trecho do comunicado enviado ao Fato ou Fake pela assessoria da Michelin: "A unidade [de Guarulhos] produzia, principalmente, câmaras de ar para pneus de motos e bicicletas, pneus industriais e produtos semiacabados. A decisão foi resultado de uma supercapacidade de produção gerada a partir da entrada expressiva de produtos importados da Ásia, que muitas vezes chegam abaixo do custo de produção local, impactando fortemente o segmento de câmaras de ar para pneus de motos e bicicletas". Em nota publicada em junho de 2026 com o título "Fabricantes de pneus vão ao MDIC pedir medidas contra importados", a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) relatou ter procurado o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para "pedir medidas contra a concorrência desleal de pneus importados no mercado brasileiro". A Anip diz que as empresas que produzem pneus nacionalmente terminaram o primeiro quadrimestre deste ano com 31% de participação nas vendas totais. Segundo a entidade, esse foi o menor patamar da série histórica. Já os importados abarcaram 69% do mercado. Em 2019, essa relação era inversa: 69% dos nacionais, contra 31% dos estrangeiros. Fechamento de fábrica em Guarulhos não significou fim da produção da Michelin no Brasil g1 Veja também É #FAKE vídeo de Haaland tomando susto ao se ver de boca cheia em espelho de restaurante' É #FAKE vídeo de Haaland tomando susto ao se ver de boca cheia VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Agora no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake ]]>
Fiat Strada o veculo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a listahttp://gpideia.com.br/noticia/fiat-strada-e-o-veiculo-mais-vendido-no
Fiat Strada e Volkswagen Polo lideram o ranking dos carros mais vendidos g1 O primeiro semestre de 2026 fechou com a Fiat Strada como veículo mais vendido do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A picape alcançou a marca de 83.032 emplacamentos e ficou bem à frente do vice-líder Volkswagen Polo. O hatch, nos seis primeiros meses do ano, chegou a 54.091 unidades vendidas, e foi seguido pelo ‘irmão’ T-Cross, que teve 48.048 emplacamentos. Veja a lista de mais vendidos entre janeiro e junho de 2026: Fiat Strada: 83.032 unidades; Volkswagen Polo: 54.091 unidades; Volkswagen T-Cross: 48.048 unidades; Fiat Argo: 46.029 unidades; Chevrolet Onix: 45.109 unidades; Volkswagen Tera: 41.420 unidades; Hyundai HB20: 38.930 unidades; Hyundai Creta: 35.925 unidades; BYD Dolphin Mini: 35.669 unidades; Fiat Mobi: 33.492 unidades. Agora no g1 Vendas em junho A ordem do pódio de mais vendidos em junho é a mesma do semestre. As diferenças são que o Volkswagen Tera aparece à frente do Chevrolet Onix no mês passado, mas está atrás no acumulado. E, nos primeiros seis meses de 2026, só o BYD Dolphin Mini aparece como eletrificado na lista dos 10 mais vendidos. Já em junho ele aparece atrás do BYD Song. Fiat Strada: 14.303 unidades; Volkswagen T-Cross: 11.753 unidades; Volkswagen Polo: 10.939 unidades; Fiat Argo: 9.831 unidades; Volkswagen Tera: 9.289 unidades; Chevrolet Onix: 7.972 unidades; Hyundai HB20: 6.914 unidades; BYD Song: 6.632 unidades; BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades; Hyundai Creta: 5.533 unidades. BYD Song Plus divulgação/BYD Carros elétricos e híbridos ganham espaço No primeiro semestre, a BYD lidera como a queridinha nos segmentos de híbridos e de elétricos. Nas vendas de híbridos, ela é seguida por Toyota e GWM. Já entre os elétricos, aparecem Geely e GM entre os principais concorrentes. No acumulado do ano, a BYD mantém liderança expressiva no segmento de elétricos, com 64,45% de participação no mercado. Entre janeiro e junho de 2026, foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país. Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%. ]]>
Venda de carros eltricos no Brasil trs vezes maior em 2026 quando comparada a 2025http://gpideia.com.br/noticia/venda-de-carros-eletricos-no-brasil-e
100% elétrico, BYD Dolphin Mini Divulgação/BYD Entre janeiro e junho de 2026, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país. Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Embora os volumes ainda não sejam tão grandes quanto os demais, os elétricos vêm ampliando sua participação no mercado interno, de forma consistente”, analisa Arcelio Junior, presidente da Fenabrave. Agora no g1 Os veículos híbridos também mostram crescimento. Nos primeiros seis meses de 2026 foram vendidos no Brasil 154.472 veículos híbridos, um salto de 85% ante os 83.468 híbridos vendidos no primeiro semestre de 2025. Em relação a maio, o mês de junho deste ano mostrou aumento de 8,9% nas vendas de híbridos. Em relação a junho de 2025, os emplacamentos aumentaram 116%. “Os carros híbridos têm tido uma aceitação expressiva no mercado nacional e representam o maior volume entre os eletrificados”, disse Arcelio Junior. ]]>
BYD lana primeiro SUV Compacto Super-hbrido Flex Fuel do mundo: BYD Atto 2http://gpideia.com.br/noticia/byd-lanca-primeiro-suv-compacto
BYD Atto 2 é compacto por fora e espaçoso por dentro. BYD/Divulgação A BYD escolheu o Brasil para apresentar o BYD Atto 2 e seu sistema Super-híbrido Flex, uma tecnologia exclusiva que combina motor elétrico, motor a combustão e compatibilidade com gasolina ou etanol. Primeiro SUV Compacto Super-híbrido Flex Fuel no mundo, o modelo traz atributos inéditos para a categoria, unindo a eficiência de um veículo elétrico com a liberdade de um híbrido. Pensado para quem deseja conhecer a mobilidade eletrificada e ter a opção de diversas fontes de energia, o lançamento tem na flexibilidade de uso o grande diferencial. O usuário pode optar por um veículo 100% elétrico no dia a dia, por exemplo, e contar com gasolina ou etanol para viagens mais longas. Segundo o vice-presidente sênior da BYD do Brasil, Alexandre Baldy, a greentech colocou os times de engenharia no Brasil e na China para trabalharem juntos, com o objetivo de unir a liderança global em eletrificação da marca à vocação brasileira para os biocombustíveis. “Apresentar o BYD Atto 2 agora reforça o Brasil como um polo estratégico para o futuro da nossa mobilidade. Queremos entregar a melhor experiência da tecnologia DM-i no segmento que mais cresce no país”, afirma Baldy, também head de marketing e comercial da BYD Auto. Autonomia combinada pode ultrapassar os 1.000 km O BYD Atto 2 chega ao consumidor em duas versões, GL (entrada) e GS (topo de linha), e se destaca pela eficiência energética nas duas opções de combustível. Na versão GL o alcance total chega a até 1.045 km de autonomia combinada na versão GS e até 1.000 km na versão GL. No modo 100% elétrico, a autonomia é de até 110 km, na configuração GS, e 45 km na GL. Conforme as exigências dos percursos ou do estilo do condutor, a tecnologia híbrida inteligente DM-i escolhe automaticamente a motorização mais eficiente, priorizando o uso do motor elétrico. Os benefícios revelam-se numa condução silenciosa, com excelente desempenho, fazendo eficiência e potência caminharem juntos, como explica o diretor de produto da BYD Auto Brasil, Alexandre Aquino. “Desenvolvemos um conjunto propulsor que entrega 300 Nm de torque combinado em ambas as versões, garantindo acelerações fortes e agilidade para o uso urbano e rodoviário. A versão GL entrega 177 cv de potência combinada e vai de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Já a GS atinge 197 cv e cumpre a mesma prova em 8,4 segundos”, detalha. Modelo está disponível a partir de R$ 149.990 na versão GL. Divulgação/BYD Praticidade urbana com conforto Além de um design atraente que inclui lanternas traseiras em LED, rodas de liga leve de 17 polegadas e teto panorâmico (de série na versão GS), o BYD Atto 2 é aquele compacto por fora e surpreendente por dentro, com espaço e acabamento premium. Ao conforto, somam-se conectividade e segurança. A distância entre-eixos de 2,62 metros garante um interior amplo, com acabamento em couro ecológico (GS). A cabine traz o painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas e o sistema multimídia DiLink em tela de 12,8” (GS). O pacote de segurança é completo: o BYD ATTO 2 DM-i vem de série com um sistema avançado de assistência ao condutor, combinado com câmeras panorâmicas de 360°. A versão GS acrescenta o pacote ADAS 2, com controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, alertas de colisão e muito mais. O SUV está disponível a partir de R$ 149.990 na versão GL e R$ 169.990 na versão GS, na modalidade de venda direta, com previsão de entrega no terceiro trimestre de 2026. Confira cada detalhe do BYD Atto 2 no site da BYD e aproveite para encontrar a concessionária mais próxima. It’s not a car. It’s a BYD. Interior tem acabamento premium e toda a tecnologia BYD. BYD/Divulgação ]]>
Argentina zera imposto de exportao de veculos; entenda se preos de carros no Brasil mudamhttp://gpideia.com.br/noticia/argentina-zera-imposto-de-exportacao-de
Linha de produção do Fiat Cronos no complexo de Ferreyra, na Argentina Divulgação / Stellantis O imposto de exportação de veículos na Argentina foi zerado a partir desta quarta-feira (1). Essa medida vale até julho de 2027. A alíquota até então era de 4,5% e era cobrada de carros que saíam da Argentina para outros mercados, como o Brasil. Atualmente, Ford, Volkswagen, Toyota e Stellantis produzem carros na Argentina e os exportam para os consumidores brasileiros. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No segmento de picapes, a Ford produz a Ranger e a Volkswagen fabrica a Amarok. A Renault já confirmou a produção da Niagara na Argentina; a novidade chega ao Brasil em setembro deste ano e não teve preço revelado. A Toyota produz também picape, a Hilux, e o utilitário esportivo “irmão” SW4. Além da van comercial Hiace. Já a Stellantis fabrica dois modelos da Fiat, Titano e Cronos, e dois carros da Peugeot, 208 e 2008. A RAM Dakota também é feita na Argentina. Segundo Cássio Pagliarin, especialista da Bright Consulting, existe a possibilidade de redução de preço no mercado brasileiro. "Pode haver reflexo, principalmente nas picapes. A diminuição desse imposto afeta o custo de produção e pode fazê-las mais atrativas", explica o consultor. Pagliarin também explica que ainda é difícil saber o quanto desse desconto será repassado ao cliente. Segundo o consultor, também existe a possibilidade de algumas marcas somarem esse desconto à sua margem, mas ainda é impossível prever esse fato. O g1 entrou em contato com todas as montadoras para verificar se o preço para o consumidor brasileiro será reduzido. Nenhuma havia respondido até a publicação da reportagem. A matéria será atualizada assim que possível. Agora no g1 Setor argentino comemora A Associação de Fabricantes de Automóveis da Argentina (ADEFA) afirmou que a redução gradual dos impostos sobre exportações anunciada pelo presidente Javier Milei é um passo importante para aumentar a competitividade da indústria automotiva. Segundo a entidade, a definição de um cronograma até meados de 2027 dá previsibilidade para que as montadoras planejem a produção, as exportações e os investimentos. "A redução da carga tributária sobre as exportações representa um estímulo direto para recuperar a competitividade nos mercados regionais e globais, em um cenário mundial extremamente desafiador", acrescentou Rodrigo Pérez Graziano, presidente de ADEFA. A entidade também defendeu que províncias e municípios eliminem impostos e taxas locais que, segundo ela, reduzem a competitividade das exportações e podem representar um impacto de até 10% sobre o valor dos veículos exportados. ]]>
GWM confirma nova fbrica no Esprito Santo; ORA 5 ser um dos modelos produzidoshttp://gpideia.com.br/noticia/gwm-confirma-nova-fabrica-no-espirito
GWM Ora 5 BEV divulgação/GWM A GWM confirmou nesta terça-feira (30) a instalação de uma nova fábrica no Espírito Santo, no município de Aracruz. O projeto industrial surge a partir de um acordo firmado com a administração estadual para expandir as operações da montadora chinesa no Brasil. Fábrica deve começar a operar em 2029. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A planta capixaba terá um formato inédito no país ao adotar o conceito de multienergia, o que viabiliza a montagem de modelos movidos a eletricidade, híbridos e também versões convencionais a combustão. Todos utilizando a mesma base de produção. A GWM anunciou o hatch ORA 5 no cronograma de fabricação da nova planta. A implantação do complexo prevê a abertura de 9.000 postos de trabalho de forma direta. GWM Ora 5 chega ao Brasil por R$ 159 mil e entra atrasado na disputa dos SUVs elétricos Segundo comunicado do governo do Espírito Santo, a definição geográfica do novo parque fabril responde a critérios logísticos e institucionais avaliados pela direção da GWM. A nota também afirma que a proximidade com os grandes centros de consumo do país e o acesso à faixa litorânea de Aracruz foram apontados pela GWM como fatores determinantes para otimizar o fluxo de peças e a futura distribuição dos automóveis produzidos. Segundo o comunicado, a estabilidade regulatória do Espírito Santo e a articulação direta com a gestão pública estadual para a cessão do terreno completaram os requisitos para a consolidação do investimento. Xiangjun Meng, CPO da GWM, com o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço no lançamento da fábrica da marca em Aracruz (ES) Governo do Espírito Santo O novo polo industrial em Aracruz faz parte do cronograma de aportes da GWM no mercado nacional, que prevê a aplicação de R$ 10 bilhões em um período de uma década. A expectativa da fabricante é suprir a demanda interna de veículos e, em uma etapa posterior, direcionar a produção para o mercado externo, englobando países como Argentina, México, Chile, Colômbia e Uruguai. GWM ORA 5 A GWM lançou no mercado brasileiro o Ora 5, o primeiro SUV 100% elétrico da marca no país, pelo preço competitivo de R$ 159 mil. O modelo chega em versão única, sem nome de configuração específico, com o objetivo de acirrar a disputa e o posicionamento de preço no segmento de utilitários esportivos compactos movidos a bateria. O veículo é maior que o hatch Ora 03, medindo 4,47 m de comprimento e contando com 2,72 m de entre-eixos, o que garante um espaço interno confortável para os ocupantes. GWM Ora 5 BEV divulgação/GWM Apesar do ganho em porte físico, o volume do porta-malas de 362 litros fica abaixo da capacidade registrada por grande parte de seus concorrentes diretos na categoria. Na parte mecânica, o SUV é equipado com motor de tração dianteira de 204 cv de potência e torque instantâneo de 26,5 kgfm, além de uma bateria de 58 kWh que assegura autonomia de 349 quilômetros. O ajuste da suspensão é firme e a dirigibilidade se assemelha à do hatch da marca, diferenciando-se pela maior altura em relação ao solo e pela posição de condução mais elevada. GWM Ora 5 BEV divulgação/GWM O pacote de itens de série do modelo inclui teto solar panorâmico, central multimídia de 14,6 polegadas, carregador de celular por indução de 50 watts e roteador Wi-Fi nativo para até oito dispositivos. Na parte de segurança física e auxílio à condução, o modelo vem de fábrica com seis airbags, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e frenagem automática de emergência. ]]>
#FAKE que Toyota vai deixar o Brasil e demitiu 1,5 mil funcionrios de fbrica no interior de So Paulo http://gpideia.com.br/noticia/-fake-que-toyota-vai-deixar-o-brasil-e
Toyota não encerrá operação no Brasil e nem demitirá 1,5 mil funcionários g1 Circula nas redes sociais uma publicação dizendo que a Toyota sairá do Brasil e demitiu 1,5 mil funcionários, após o fechamento de uma fábrica em São Paulo. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são os posts? Publicações que viralizaram neste mês em redes como Instagram, Facebook e X exibem uma montagem em que aparecem a fachada de uma fábrica com o nome da montadora japonesa e o rosto do presidente Lula (PT). Uma caixa de texto sobreposta à imagem tem a seguinte mensagem: "Fechado. Enquanto Lula fala em crescimento, Toyota fecha fábrica em São Paulo e demite 1.500 colaboradores". Veja dois exemplos de legendas que acompanham o material:"Mais uma empresa indo embora graças a um país destroçado por Lula"; e "A marca de carros que mais vende no planeta, não conseguiu sobreviver no Brasil". Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa da empresa negou que deixará o Brasil e que demitiu 1,5 mil funcionários no país: "Não é verdade. O que ocorre é uma transferência das operações de Indaiatuba para Sorocaba. A movimentação faz parte do plano de investimentos de R$ 11 bilhões até 2030 da Toyota do Brasil e tem como objetivo fortalecer a competitividade e sustentar o crescimento de longo prazo" (leia mais detalhes abaixo). Em 2024, a companhia anunciou que encerraria a produção em Indaiatuba, abrindo uma segunda fábrica em Sorocaba. Instalada em 1998, a primeira unidade foi responsável pela fabricação de mais de 1 milhão de unidades do modelo Corolla. Em 29 de maio deste ano, a Toyota comunicou que a fábrica de Sorocoba será inaugurada em novembro. Em 20 de junho, ocorreu uma cerimônia para "homenagear" a produção do último Corolla em Indaiatuba. Toyota produz último Corolla em fábrica de Indaiatuba após 28 anos ⚠️ Por que É #FAKE? No e-mail enviado ao Fato ou Fake, a Toyota explicou: "A decisão [da mudança de cidade] está ligada à estratégia industrial e ao plano de investimentos da empresa, visando competitividade e expansão de capacidade produtiva. Essa estratégia foi comunicada ao longo do processo e vem sendo conduzida com previsibilidade e transparência desde 2024". Segundo a montadora, isso não resultou em demissões: "Não houve demissões unilaterais em Indaiatuba. Além disso, o fechamento da fábrica não levou à demissão de 1,5 mil funcionários. Com a expansão do complexo industrial de Sorocaba haverá a criação de aproximadamente 2 mil novos postos de trabalho até 2030, fortalecendo o desenvolvimento econômico regional. A consolidação das operações permite modernizar processos, ampliar capacidade produtiva e integrar operações industriais e cadeia de fornecedores de forma mais eficiente". A empresa disse ter oferecido a possibilidade de transferência dos colaboradores efetivos de Indaiatuba para Sorocaba, além da adesão opcional a um Programa de Demissão Voluntária (PDV). Entre os principais pontos do acerto estão o pagamento de 45 salários e de outros dois salários extras por ano trabalhado para os que optarem pela saída. O acordo foi selado com o Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região ainda em 2024. Por fim, a Toyota disse que as atividades em Indaiabuta foram encerradas, mas o destino da fábrica na cidade ainda será decidido. "As atividades produtivas da fábrica de Indaiatuba já foram encerradas. Agora acontece um trabalho de transferir a operação pra Sorocaba. Ainda não há deliberação sobre o destino da fábrica de Indaiatuba. Isso será discutido posteriormente". Toyota não encerrá operação no Brasil e nem demitirá 1,5 mil funcionários g1 Veja também É #FAKE que vacina da dengue foi aplicada como 'experimento' e usou população como 'cobaia' É #FAKE que vacina da dengue foi aplicada como 'experimento' e usou população como 'cobaia VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Agora no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake ]]>
Aps 28 anos e 1,5 milho de Corollas produzidos, Toyota fecha fbrica de Indaiatubahttp://gpideia.com.br/noticia/apos-28-anos-e-1-5-milhao-de-corollas
Planta da Toyota do Brasil em Indaiatuba Toyota do Brasil / Arquivo Pessoal Após 28 anos em atividade e com cerca de 1,5 milhão de Corollas produzidos, a montadora da Toyota em Indaiatuba (SP) encerra as atividades na cidade nesta terça-feira (30). A planta atendia todo o mercado brasileiro. Com o fechamento da unidade, o modelo passará a ser montado em Sorocaba (SP). A previsão é que a nova fábrica sejá inaugurada em novembro deste ano, de acordo com a Toyota, e fique responsável pela produção de novos carros e de modelos com tecnologia híbrida. ➡ O último Corolla montado em Indaiatuba foi apresentado aos funcionários em uma cerimônia de despedida, no dia 20 de junho, com direito a desfile automotivo em um tapete vermelho - veja no vídeo abaixo. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Toyota produz último Corolla em fábrica de Indaiatuba após 28 anos Unidade em Indaiatuba Em 2024, o Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região chegou a um acordo com a montadora para a transferência de colaboradores ou adesão ao plano de demissão voluntária. A planta chegou a reunir 1,5 mil funcionários. A fábrica de Indaiatuba foi a segunda da Toyota no Brasil, instalada em 1998 e responsável por fabricar mais de 1 milhão de unidades do modelo Toyota Corolla. Segundo a montadora, na planta foram produzidos os primeiros modelos híbridos flex do mundo. Nova fábrica A inauguração da nova fábrica em Sorocaba faz parte do plano de investimentos de R$ 11 bilhões da Toyota no Brasil, previsto para ser executado até 2030. De acordo com a empresa, o início das atividades da nova fábrica deve gerar cerca de 2 mil empregos. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região ]]>
ndia oferece mais de R$ 5 mil para donos de carros antigos trocarem por eltricoshttp://gpideia.com.br/noticia/-ndia-oferece-mais-de-r-5-mil-para
Carros se acumulam no engarrafamento da via Nova Délhi-Gurgaon, perto da capital indiana. Mais da metade da população de 1,2 bilhão de pessoas da Índia foi afetada por um grande blecaute, um dia depois de outra grande queda de energia. AP' A capital da Índia, Nova Délhi, vai oferecer US$ 1.000 (R$ 5.169,50) para os proprietários que desejarem trocar carros antigos por veículos elétricos. A medida, que entra em vigor em 1º de julho, foi anunciada nesta segunda-feira (29) e visa reduzir os altos níveis de poluição do ar. O incentivo poderá ser usado na compra de veículos elétricos de duas rodas, carros e caminhões leves. Ao todo, o investimento será de 150 bilhões de rúpias (US$ 1,59 bilhão, ou R$ 8,2 bilhões) ao longo de quatro anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O governo também se comprometeu a instalar 32 mil pontos de recarga em toda a capital e prometeu isenção de imposto rodoviário e taxas de registro para quem comprar um veículo elétrico a bateria com preço de até 3 milhões de rúpias (US$ 31,8 mil, ou R$ 164 mil). Esses encargos normalmente representam de 4% a 10% do valor do carro. Agora no g1 De acordo com o governo, compradores de scooters e motocicletas elétricas receberão um incentivo de 30 mil rúpias (US$ 318, ou R$ 1.640) no primeiro e no segundo ano de vigência da nova política. O valor cairá para 10 mil rúpias (US$ 106, ou R$ 546,67) a partir do terceiro ano. O governo de Nova Délhi também determinou que apenas veículos elétricos poderão ser registrados a partir de abril de 2028, o que deve forçar consumidores a abandonar modelos a gasolina e outros tipos de propulsão. Os veículos híbridos não foram incluídos na política. A expectativa é que a medida impulsione as vendas de fabricantes de veículos elétricos, como Tata Motors, Mahindra & Mahindra, TVS Motors, Bajaj Auto e Ather Energy. ]]>
Land Rover do Brasil vai fazer recall por defeito em airbag; 250 mil carros foram afetados nos EUAhttp://gpideia.com.br/noticia/land-rover-do-brasil-vai-fazer-recall-por
Land Rover Discovery Divulgação / Land Rover A Land Rover anunciou na última semana, nos Estados Unidos, um recall de mais de 250 mil unidades dos modelos Discovery, Defender e Range Rover produzidos entre 2020 e 2026. O defeito detectado pode ocorrer no airbag dianteiro do lado do passageiro. Um dos conectores pode apresentar corrosão e, por causa disso, causar falha de acionamento do airbag quando necessário. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A campanha acontece após uma investigação da NHTSA, órgão de segurança de tráfego nos EUA. A reportagem do g1 entrou em contato com a JLR Brasil que confirmou que as unidades vendidas no país também vão passar por esse recall. Veja abaixo a resposta da empresa: “A campanha de recall também será realizada no Brasil. Neste momento, a JLR Brasil está conduzindo os procedimentos regulatórios necessários junto às autoridades competentes para o lançamento oficial da campanha no país. Assim que esse processo for concluído, os proprietários dos veículos potencialmente envolvidos serão notificados.” Agora no g1 Ainda não há confirmação de quantas unidades vendidas no Brasil farão parte do recall. A investigação da NHTSA começou em 2025. A entidade dos EUA percebeu um aumento de pedidos de reparo dentro do prazo de garantia de casos de "luz de alerta de mal funcionamento do airbag". A Land Rover descobriu, após testes, que a vibração poderia acarretar corrosão do conector do airbag do passageiro. A solução para o problema, segundo comunicado da NHTSA, é a aplicação de um gel protetor no terminal do conector. ]]>
Milhares de motoqueiros se renem em Roma para comemorar 80 anos da Vespa; FOTOS http://gpideia.com.br/noticia/milhares-de-motoqueiros-se-reunem-em
Vespa celebra 80 anos em Roma AP Photo/Alessandra Tarantino Mais de 10 mil vespas [modelo de moto tradicional na Itália] circularam com seu característico som de motor ao redor do Coliseu e pelo Fórum Romano no sábado (27), marcando o 80º aniversário da icônica scooter. Entusiastas vieram de toda parte. A AP conversou com pessoas da Europa continental, do norte da Inglaterra, de São Francisco, da Gold Coast da Austrália, das Filipinas e de outros lugares. Os visitantes a bordo de Vespas convergiram para as ruas de paralelepípedos da Cidade Eterna para celebrar uma marca que eles também consideram atemporal. Nem que fosse por apenas um dia, Ferrari e Ducati foram esquecidas enquanto a pequena Vespa as deixava para trás na poeira. "A paixão pela Vespa é pelo estilo italiano, pela liberdade, pelos anos 60", disse Natalie Dunand, uma aposentada da França que também estava comemorando seu próprio aniversário de 61 anos. "Eu amo isso." Agora no g1 O veículo de duas rodas que arranca sorrisos Mundialmente famosas pelo filme "A Princesa e o Plebeu" ("Roman Holiday") em 1953, quando Gregory Peck deu a Audrey Hepburn uma carona romântica pelo centro de Roma, as Vespas desde então apareceram em outros filmes, incluindo "O Talentoso Mr. Ripley" ("The Talented Mr. Ripley") e, mais recentemente, na animação "Luca". Com linhas curvas que evocam uma era passada, além da capacidade de arrancar sorrisos dos espectadores, a Vespa — que significa "vespa" em italiano — está para o transporte de duas rodas assim como o Fusca da Volkswagen está para os carros. Sua invenção foi um pouco por acaso, enquanto a Itália se reconstruía dos escombros após a Segunda Guerra Mundial. A Piaggio, uma grande fabricante de aeronaves que viu sua fábrica em Pontedera destruída por bombardeios, teve que mudar de rumo. Reduzindo consideravelmente o ritmo, a Piaggio começou a produzir scooters em massa. Vespa celebra 80 anos em Roma AP Photo/Alessandra Tarantino As mulheres estavam entre as clientes-alvo iniciais, de acordo com Davide Zanolini, vice-presidente executivo de marketing da Piaggio, já que podiam pilotá-las usando saias longas e sem mostrar as pernas. Isso se reflete no design da Vespa. "A forma, a elegância. Essa atitude muito charmosa da Vespa é muito mais de uma mulher do que de um homem", disse Zanolini. Aquele pequeno veículo de duas rodas ajudou a impulsionar a economia da Itália e, logo, as scooters estavam por toda parte. Um artigo da AP de 1950 dizia que as Vespas haviam se tornado tão predominantes que o seu "barulho intermitente de escapamento" fazia o centro de Roma parecer a Indy 500. "Provavelmente não existe uma scooter mais barulhenta em todo o mundo", dizia o texto. "Diz-se que as scooters que cruzam ruidosamente por Roma impressionam os americanos fascinados por motores tanto quanto a Basílica de São Pedro ou o Coliseu. A scooter ensina rapidamente os visitantes a olharem para quatro direções de uma só vez nos cruzamentos das ruas." Uma visão do passado Vespa celebra 80 anos em Roma AP Photo/Alessandra Tarantino Cenas como essas voltaram a ser comuns desde que os aficionados por Vespa começaram a chegar na quinta-feira, inundando as ruas por toda a cidade, com grupos de viagem marcando presença com camisetas combinando. O estacionamento do lado de fora do Estádio dos Mármores de Roma, na quinta-feira, tinha fileiras e mais fileiras de Vespas de todos os modelos das últimas oito décadas. Era como um encontro de motociclistas — só que adorável. Algumas Vespas apresentavam flores e bichos de pelúcia. O cão terrier Westie de Dunand viajava atrás dela, com o pelo tosado curto para aguentar o calor. Um homem de Tóquio, com sua filha de 8 anos na garupa, trocou a bandeira do clube de sua cidade natal com um italiano. Outros trocaram adesivos. E o logotipo da Vespa tatuado na panturrilha esquerda robusta de um alemão aparecia ao lado de quatro palavras em letra cursiva floreada: "La Dolce Vita" — A Doce Vida. Os aficionados falaram sobre como a marca desperta a nostalgia de uma certa época, mesmo entre aqueles que não estavam vivos naqueles tempos. Muitos também observaram que trocaram motocicletas maiores por Vespas mais ágeis e manejáveis porque são mais leves e automáticas, com o acelerador na manopla. "Você sobe, gira e vai. Moleza. Fácil", disse Andrew Walton, um motorista de caminhão de 59 anos que comprou sua primeira Vespa há quase 20 anos e nunca olhou para trás. Ele tinha acabado de passar oito dias pilotando desde Newcastle, primeiro pegando uma balsa para Roterdã, depois seguindo o Rio Reno pela Alemanha até a "Estrada Romântica" da Áustria e, finalmente, descendo pela costa da Itália. Compre todos os acessórios na Vespa Village Vespa celebra 80 anos em Roma AP Photo/Alessandra Tarantino Assim que o prefeito de Roma cortou a fita no Estádio dos Mármores, os visitantes entraram cantando, gritando e acenando bandeiras. Muitos foram direto para a loja de presentes, onde podiam arrematar de tudo, desde jaquetas e bonés da Vespa até cobertores da Vespa, garrafas de água da Vespa e guarda-chuvas da Vespa. Mas a maioria dos primeiros a chegar estava de olho no capacete de edição limitada, com "80 Anos de um Ícone" estampado em sua lateral. Uma retrospectiva de fotos mostrava Vespas em cenas clássicas — casais fazendo piquenique em um campo florido, escapadas à beira-mar com biquínis e bola de praia, viagens de carro sob o sol do Mediterrâneo — além de outras que não se poderia imaginar, como o explorador Soren Nielsen chegando ao Círculo Polar Ártico em uma Vespa em 1963. Havia também Vespas impecáveis da coleção da Piaggio exibidas como modelos posando para serem admiradas, atraindo a atenção geralmente direcionada para as estátuas de mármore próximas com físicos idealizados. A empresa já vendeu cerca de 20 milhões de Vespas em todo o mundo desde 1946 e hoje vende em 110 países, disse Zanolini. Nos EUA, elas são populares na Flórida e na Califórnia e estão ganhando força em alguns outros lugares, como Austin. Mas ainda é um produto de nicho na América, disse ele. Burke Sandman, cuja família é dona de uma concessionária de carros de 108 anos em Indiana, disse à AP em Roma que comprou sua primeira Vespa há cerca de duas décadas — cativado por seu sidecar. Ele rapidamente percebeu que não havia revendedores por perto e entrou em contato com a Vespa para entrar no negócio. Desde então, ele já comercializou cerca de 1.000 delas pelos EUA, garantindo 15 para si mesmo. "Ninguém nunca diz nada de ruim sobre uma Vespa. Sabe, é uma loucura", disse Sandman dentro da Vespa Village. "Todos que trocam outras marcas por uma Vespa nunca mais voltam. Há algo especial nela. E todo mundo gosta de coisas italianas. Recebo muitas pessoas que voltam da Europa e pegam essa mania." ]]>
Move Aplicativos: BB ter cashback de at 3,5 parcelas em financiamento para motoristas da Uberhttp://gpideia.com.br/noticia/move-aplicativos-bb-tera-cashback-de
Aplicativo da Uber conta com botão de alerta para motoristas e passageiros O Banco do Brasil e a Uber anunciaram nesta sexta-feira (26) uma parceria para oferecer benefícios extras aos motoristas da plataforma que financiarem veículos por meio do Programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos. A parceria prevê o pagamento de cashback a cada 12 parcelas quitadas em dia. O benefício é calculado de forma progressiva e pode chegar ao equivalente a 3,5 parcelas do financiamento, dependendo do valor contratado, do prazo e da pontualidade nos pagamentos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Na prática, o incentivo reduz ainda mais o custo do financiamento, somando-se às taxas de juros mais baixas oferecidas pelo programa. Ao todo, a linha de crédito disponibiliza até R$ 30 bilhões para o setor. Desse total, pelo menos R$ 3 bilhões são reservados para mulheres e outros R$ 3 bilhões para taxistas. Durante o lançamento do programa, no início deste mês, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que a parcela do financiamento pode ser equivalente à metade do valor pago na locação de um veículo. “Quem eventualmente financiar R$ 100 mil para comprar um carro desse valor, hoje, paga em torno de R$ 4.200 por mês pela locação de um veículo de até R$ 100 mil. Financiando em até 72 meses, a parcela ficará em R$ 2.500”, disse. Quem tem direito? Para ter direito ao benefício, é preciso financiar um veículo novo pelo Banco do Brasil, manter as prestações em dia e realizar, em média, pelo menos 240 viagens por mês pela plataforma da Uber. Como funciona o Move Brasil O Programa Move Brasil permite financiar veículos novos de até R$ 150 mil, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex e movidos a etanol. O prazo de pagamento pode chegar a 72 meses, com carência de até seis meses. As taxas de juros partem de 0,91% ao mês para mulheres e de 0,99% ao mês para homens, o que amplia as possibilidades de renovação da frota com veículos mais eficientes e de menor impacto ambiental. Veja o passo a passo de como participar: Cadastro e consentimento: cadastre-se na plataforma oficial do governo clicando aqui e autorize que sejam avaliadas suas informações pessoais, elas são necessárias para verficar se você atende aos requisitos do programa; Confirmação da participação: depois, em até 5 dias úteis após o cadastro na plataforma, você será informado se atende ou não aos requisitos. Segundo o MDIC, a aprovação do cadastro na plataforma não garante à linha de financiamento, estando sujeito à análise de crédito dos bancos; Solicitação de financiamento: se você recebeu uma confirmação de participação do programa, já pode procurar os bancos com quais tenha relacionamento. Carro de Uber, aplicativo, transporte Erik Mclean/Pexels ]]>
O casal argentino que viajou 80 mil quilmetros de Kombi para ver Messi http://gpideia.com.br/noticia/-o-casal-argentino-que-viajou-80-milVolkswagen planeja cortar at 100 mil empregos, diz Financial Timeshttp://gpideia.com.br/noticia/volkswagen-planeja-cortar-ate-100-mil
Cabine dp Volkswagen T-Cross Rock in Rio divulgação / Volkswagen A Volkswagen planeja cortar até 100 mil empregos e encerrar a produção em quatro fábricas na Alemanha, publicou o jornal inglês Financial Times nesta sexta-feira (26). A medida marca uma intensificação do programa de corte de custos da companhia, pressionada pelo rápido avanço das montadoras chinesas no mercado global. Se confirmado, o plano eliminará quase um em cada seis dos cerca de 625 mil empregos da empresa no mundo, tornando-se um dos maiores programas de demissão da história da indústria automobilística. Se for implementado, o plano pode se tornar um dos maiores programas de demissão da história, superando os 74 mil empregos cortados pela General Motors nos anos 1990 e os 60 mil eliminados pela IBM em 1993. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A Volkswagen, sediada em Wolfsburg, já havia anunciado a intenção de eliminar 50 mil empregos na Alemanha até o fim de 2030 e reduzir em 500 mil veículos sua capacidade de produção no país. Segundo uma fonte familiarizada com o plano, a nova proposta — revelada inicialmente pela revista alemã Manager Magazin — pode levar ao corte de mais 50 mil postos de trabalho, além do previsto anteriormente. No passado, metas de redução de empregos na Volkswagen acabaram sendo suavizadas após negociações com os trabalhadores. NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho As novas medidas de reestruturação foram anunciadas logo após a venda da divisão de motores marítimos Everllence para a gestora americana Bain Capital, operação que deve render 7,4 bilhões de euros à companhia. O presidente-executivo da Volkswagen, Oliver Blume, vem promovendo um enxugamento da estrutura do grupo para concentrar esforços no negócio principal de automóveis. A expectativa é que a empresa também venda outros ativos para reforçar o caixa, diante da pressão crescente sobre o setor. Acordos e tarifas No fim de 2024, a Volkswagen fechou um acordo histórico com os sindicatos para reduzir empregos e a capacidade de produção na Alemanha. Agora, a montadora afirma que as tarifas impostas pelos Estados Unidos, o conflito no Oriente Médio e o agravamento da situação no mercado chinês tornaram necessárias novas medidas. Pelo plano anterior, a empresa fechou uma pequena fábrica em Dresden, no leste da Alemanha. Também busca um comprador para sua unidade em Osnabrück, cuja produção deve ser encerrada no próximo ano, e chegou a negociar a venda da fábrica com uma empresa ligada ao sistema de defesa antimísseis israelense Iron Dome. A nova proposta prevê o fim da produção em outras quatro fábricas: as unidades da Volkswagen em Emden, Zwickau e Hanover, além da fábrica da Audi em Neckarsulm. Blume já afirmou que fechar fábricas definitivamente não era sua opção preferida. Segundo ele, a empresa buscava soluções "inteligentes", como produzir nessas unidades modelos chineses da Volkswagen ou transferi-las para outras montadoras ou empresas do setor de defesa. As montadoras europeias vêm perdendo espaço para as fabricantes chinesas, que responderam por quase 10% dos veículos novos vendidos na Europa nos cinco primeiros meses deste ano, segundo a associação europeia da indústria automobilística, Acea. "Nunca o nível de risco foi tão alto", afirmou Blume aos acionistas durante a assembleia anual da Volkswagen, realizada na semana passada. A empresa pretende economizar 6 bilhões de euros por ano até 2030 com a reestruturação e afirmou que a redução de custos continua sendo "a área em que há maior necessidade de ação". A Volkswagen se recusou a comentar o novo plano ao Financial Times, cujos detalhes devem ser apresentados ao conselho de supervisão da companhia em 9 de julho. "Os assuntos em questão são discutidos e aprovados pelos órgãos competentes de governança. Não vamos antecipar esse processo", afirmou a empresa. Brasil bate recorde de acidentes e mortes no trabalho em 2025 ]]>
Marca britnica vai fabricar carros eltricos no Cear e deve gerar 600 empregoshttp://gpideia.com.br/noticia/marca-britanica-vai-fabricar-carros
Venda de carros elétricos dispara no 1º trimestre Dois modelos de veículos elétricos da empresa MG Motor serão fabricados no Ceará. Essa operação deve gerar 600 empregos e terá um investimento de R$ 400 milhões. O lançamento dos carros ocorreu neste quinta-feira (25). (CORREÇÃO: ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que o carro MG4 Urban fabricado no Brasil custará R$ 129 mil. Na verdade, o modelo ainda não tem preço definido. A informação foi corrigida às 12h21.) O modelo de entrada produzido será o MG4 Urban, um hatch elétrico inédito no mercado brasileiro. Ele não teve preço divulgado pela empresa. O g1 apurou que o valor do veículo importado é comercializado a R$ 129 mil. Já o MG S5, um SUV elétrico que já é comercializado em outros mercados, será vendido por R$ 199 mil. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp A expectativa é produzir 50 mil veículos nos próximos quatro anos. Conforme a empresa, a operação deve gerar inicialmente cerca de 600 empregos diretos e indiretos, além de atrair fornecedores locais e promover transferência de tecnologia. LEIA TAMBÉM: Governo renovou cota para importação de carros elétricos sem imposto Durante o anúncio, o head de marketing da MG Motor, Tiago Matos, afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para os planos de expansão da montadora. "É com grande orgulho que anuncio hoje a fabricação nacional dos veículos MG aqui no Brasil, a partir de 2026. Essa iniciativa será realizada por meio de uma parceria estratégica com a Comexport, utilizando a moderna e flexível Planta Automotiva do Ceará, localizada em Horizonte", disse. Segundo ele, a montagem nacional começará com o MG4 Urban e o MG S5, em uma operação estruturada para atender aos volumes iniciais de produção. Além dos recursos destinados à implantação da fábrica, a empresa informou que outros R$ 340 milhões serão investidos em infraestrutura, treinamento e inovação. A MG Motor também pretende ampliar sua rede de concessionárias para mais de 70 pontos de venda até o fim de 2026. R$ 400 milhões em investimento Carros elétricos fabricados no Ceará custarão a partir de R$ 129 mil e devem gerar 600 empregos diretos Gabriela Feitosa/g1 O anúncio da produção no Ceará acontece no momento em que o governo federal renovou a cota de importação de carros elétricos semimontados e desmontados sem cobrança de imposto de importação. A decisão foi tomada na terça-feira (23) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex). A medida vale por seis meses, a partir de 1º de julho de 2026, e prevê um volume de importações de US$ 463 milhões sem imposto. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, a medida busca evitar aumento nos preços dos carros elétricos e beneficiar o consumidor. "O governo federal tomou a decisão ontem [terça] não foi para causar danos para a produção indústria nacional, mas foi para favorecer sobretudo o consumidor, o mercado. E não ignorando que temos de ter uma série de medidas para acomodar todos os interesses, que são legítimos", disse Márcio Elias ao programa "Bom dia, Ministro", da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Pela decisão do governo, veículos montados no Brasil em sistema Completely Knocked Down (CKD) e semimontados no país em sistema Semi Knocked Down (SKD) não vão pagar imposto de importação pelos próximos seis meses, dentro do limite definido. "Precisamos garantir os melhores preços aos consumidores, na medida do possível. A indústria [automotiva] é essencial ao país, são mais de 110 mil empregos diretos", acrescentou o ministro. Carros elétricos fabricados no Ceará custarão a partir de R$ 129 mil e devem gerar 600 empregos diretos Gabriela Feitosa/g1 Assista aos vídeos mais vistos do Ceará: ]]>
Carros eltricos fabricados no Cear custaro a partir de R$ 129 mil e devem gerar 600 empregos diretoshttp://gpideia.com.br/noticia/carros-eletricos-fabricados-no-ceara
Venda de carros elétricos dispara no 1º trimestre Dois modelos de veículos elétricos da empresa MG Motor fabricados no Ceará serão vendidos por preços a partir de R$ 129 mil, confirmou nesta quinta-feira (25) a empresa, durante o anúnio de lançamento dos carros. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp O modelo de entrada será o MG4 Urban, um hatch elétrico inédito no mercado brasileiro, com preço inicial de R$ 129 mil. Já o MG S5, um SUV elétrico que já é comercializado em outros mercados, será vendido por R$ 199 mil. A expectativa é produzir 50 mil veículos nos próximos quatro anos. Conforme a empresa, a operação deve gerar inicialmente cerca de 600 empregos diretos e indiretos, além de atrair fornecedores locais e promover transferência de tecnologia. LEIA TAMBÉM: Governo renovou cota para importação de carros elétricos sem imposto Durante o anúncio, o head de marketing da MG Motor, Tiago Matos, afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para os planos de expansão da montadora. "É com grande orgulho que anuncio hoje a fabricação nacional dos veículos MG aqui no Brasil, a partir de 2026. Essa iniciativa será realizada por meio de uma parceria estratégica com a Comexport, utilizando a moderna e flexível Planta Automotiva do Ceará, localizada em Horizonte", disse. Segundo ele, a montagem nacional começará com o MG4 Urban e o MG S5, em uma operação estruturada para atender aos volumes iniciais de produção. Além dos recursos destinados à implantação da fábrica, a empresa informou que outros R$ 340 milhões serão investidos em infraestrutura, treinamento e inovação. A MG Motor também pretende ampliar sua rede de concessionárias para mais de 70 pontos de venda até o fim de 2026. R$ 400 milhões em investimento Planta Automotiva do Ceará vai produzir mais dois modelos elétricos da MG Motor, marca britânica. Divulgação O anúncio da produção no Ceará acontece no momento em que o governo federal renovou a cota de importação de carros elétricos semimontados e desmontados sem cobrança de imposto de importação. A decisão foi tomada na terça-feira (23) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex). A medida vale por seis meses, a partir de 1º de julho de 2026, e prevê um volume de importações de US$ 463 milhões sem imposto. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, a medida busca evitar aumento nos preços dos carros elétricos e beneficiar o consumidor. "O governo federal tomou a decisão ontem [terça] não foi para causar danos para a produção indústria nacional, mas foi para favorecer sobretudo o consumidor, o mercado. E não ignorando que temos de ter uma série de medidas para acomodar todos os interesses, que são legítimos", disse Márcio Elias ao programa "Bom dia, Ministro", da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Pela decisão do governo, veículos montados no Brasil em sistema Completely Knocked Down (CKD) e semimontados no país em sistema Semi Knocked Down (SKD) não vão pagar imposto de importação pelos próximos seis meses, dentro do limite definido. "Precisamos garantir os melhores preços aos consumidores, na medida do possível. A indústria [automotiva] é essencial ao país, são mais de 110 mil empregos diretos", acrescentou o ministro. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará: ]]>