GPIDEIA TECNOLOGIA http://gpideia.com.br/ Noticias sobre tecnologias, web, aplicativos, e muito mais pt-BR Segundo SUV mais vendido do pas, Volkswagen Tera vai bem na cidade, mas no anima na estradahttp://gpideia.com.br/noticia/segundo-suv-mais-vendido-do-pais
Volkswagen Tera: erros e acertos Lançado em meados de 2025, o Volkswagen Tera já conseguiu ultrapassar rivais como Jeep Renegade, Fiat Pulse e Renault Kardian em vendas mensais, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Só no primeiro trimestre deste ano, o SUV compacto registrou mais de 18 mil unidades emplacadas, conquistando o segundo lugar entre os mais vendidos do país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em termos de equipamentos, o Tera não traz grandes novidades. Volante, câmbio, comandos do ar-condicionado e outros botões são muito semelhantes ou quase idêni em diversos modelos da Com preços a partir de R$ 107,2 mil, o Tera foi o primeiro modelo totalmente inédito da Volkswagen desde o lançamento do Nivus, em 2020. O g1 passou uma semana com o SUV, testando-o em uso urbano e durante uma viagem de 120 km, e descreve agora seus principais acertos e limitações. Visual e tecnologia Volkswagen Tera Rafael Peixoto/g1 O visual do Tera merece atenção especial. Nesse aspecto, a marca alemã corrige escolhas anteriores e aprimora soluções que já vinham funcionando bem. O interior do Tera não segue exatamente o padrão conhecido do chamado “plástico Volkswagen”, presente em modelos como Polo, T-Cross, Nivus e Taos. Ainda assim, o carro não deve ser visto como um SUV compacto capaz de rivalizar com os modelos chineses no quesito acabamento macio ao toque. A comparação mais direta é com a Fiat. Assim como a marca italiana faz em modelos como Argo e Pulse, a Volkswagen adotou plásticos com diferentes texturas e acabamentos em áreas distintas da cabine. A estratégia adiciona contraste ao interior e afasta o Tera da sensação de que, “do Polo ao Taos, por dentro tudo é sempre igual”. Em termos de equipamentos, o Tera não traz grandes novidades. Volante, câmbio, comandos do ar-condicionado e outros botões são muito semelhantes ou quase idênticos aos que existem em diversos modelos da Volkswagen, assim como o painel de instrumentos digital, que se destaca pela ampla possibilidade de personalização. Volkswagen Tera por dentro A central multimídia, no entanto, chama atenção por ficar destacada do console central, o que reforça ainda mais seu visual de “tablet”. Os ícones e aplicativos seguem o mesmo padrão gráfico, aproximando a experiência da de um iPad ou de um tablet Android dentro do carro. Essa proposta se estende aos aplicativos que podem ser instalados diretamente no sistema, sem a necessidade de parear com um celular. Entre eles estão Spotify, Waze, PlayKids, SemParar, Estapar e até o iFood. Além disso, o modelo conta com uma inteligência artificial embarcada chamada Otto. No dia a dia, o sistema ajuda a explicar trechos do manual do Tera, indica necessidades de manutenção, informa a previsão do tempo e até sugere rotas. É importante destacar que, ao contrário das inteligências artificiais disponíveis em celulares, o Otto não é gratuito. Para ter acesso ao assistente, é necessário pagar uma mensalidade de R$ 59,90. Volkswagen Tera tem freio de mão manual em todas as versões Rafael Peixoto/g1 Apesar do conjunto tecnológico ser positivo, dois pontos desagradaram na cabine. O primeiro está ligado à tecnologia e envolve o freio de mão manual. Ele ajuda a manter o preço mais baixo nas versões de entrada, mas perde o sentido no modelo mais completo, que foi o avaliado pelo g1. O segundo ponto negativo é o apoio de braço do motorista. Pequeno e fixado ao assento, ele indica a ausência de um compartimento para objetos entre os bancos. Com isso, o descanso fica restrito apenas ao condutor, algo que não ocorre, por exemplo, no Fiat Pulse. Por fora, o visual também foge do padrão seguido por outros modelos da Volkswagen, embora o Tera ainda transmita a sensação de ser “um Polo mais alto”. Essa possível falta de criatividade, no entanto, desaparece na dianteira, que traz um desenho exclusivo nas luzes diurnas em LED. Com isso, quem vê o carro de frente identifica rapidamente que não se trata de um Polo, de um Nivus ou de um T-Cross. Desempenho O Tera testado pelo g1 também herdou o motor 1.0 turbo do Polo. Como as dimensões dos dois modelos são muito próximas — incluindo o peso —, o conjunto mecânico transmite ao volante uma sensação bastante semelhante. Volkswagen Tera tem o mesmo motor turbo do Polo Rafael Peixoto/g1 Essa percepção é positiva graças ao bom acerto da suspensão, à direção bem calibrada e à posição de condução típica dos modelos da Volkswagen. Ela envolve a forma como o motorista se senta, a disposição dos comandos, a visibilidade da estrada e o conforto em viagens mais longas. No Tera, tudo isso funciona bem. No entanto, assim como ocorre no Polo, há um atraso perceptível entre o momento em que o motorista pisa no acelerador e a resposta do carro em ganho de velocidade. Em arrancadas no semáforo, esse comportamento é menos evidente, mas na estrada ele se torna incômodo. Na prática, foram cerca de três segundos entre o acelerador totalmente pressionado e a reação do Tera. Em uma ultrapassagem em velocidade mais alta, na estrada para Santos (SP), foi preciso antecipar a manobra para realizá-la com segurança. Galerias Relacionadas Esse atraso na resposta do motor não é exclusividade da Volkswagen, mas, entre todos os carros testados pelo g1, o Tera está entre os que apresentam maior intervalo entre o acelerador totalmente pressionado e a reação do veículo. O g1 apurou, junto a outras fabricantes, que esse atraso na resposta do motor está ligado à redução das emissões de gases. O comportamento é resultado direto do Proconve L8, fase atual do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, em vigor desde 1º de janeiro de 2025. Deixando de lado o atraso na resposta do acelerador, o Volkswagen Tera se saiu bem no trânsito urbano de São Paulo (SP), onde a velocidade máxima raramente ultrapassa os 60 km/h. Na experiência ao volante, ele está muito mais próximo do que o Polo oferece do que do T-Cross. Isso também se reflete no porta-malas, que oferece 350 litros de capacidade. O volume está dentro da média dos concorrentes diretos, com bom desempenho no segmento. Veja abaixo: Fiat Pulse: 370 litros; Renault Kardian: 358 litros; Citroën Basalt: 490 litros; Jeep Renegade: 320 litros. Vale a pena? Após uma semana com o carro, foi possível perceber que a Volkswagen finalmente começou a acertar no acabamento. Ainda assim, o modelo testado — a versão topo de linha — segue atrás de concorrentes chineses mais baratos nesse quesito. Pelo preço de R$ 146.190 do Volkswagen Tera Highline, você encontra: Chevrolet Spark: a partir de R$ 144.990; BYD Dolphin: a partir de R$ 149.990; Geely EX2: a partir de R$ 123.800; GAC GS3: a partir de R$ 129.990; Caoa Chery Tiggo 5X Sport: a partir de R$ 124.990. Todos os modelos listados oferecem acabamento mais confortável, melhor qualidade geral e uma lista de equipamentos mais completa. Com exceção do GAC GS3 e do Tiggo 5X Sport, todos são elétricos. Por outro lado, nenhum deles tem o mesmo tempo de mercado da Volkswagen no Brasil, nem a estrutura de pós-venda já consolidada. Também é mais fácil encontrar mecânicos familiarizados com o motor três cilindros do Tera. Se a ideia for buscar um SUV mais econômico e permanecer em uma marca já consagrada no Brasil, sem se aventurar muito fora do uso urbano, o Volkswagen Tera entrega exatamente a experiência que quem já dirigiu um modelo da marca espera. Já para quem está mais aberto a experimentar outras marcas, o GAC GS3 se destaca por oferecer mais espaço, melhor acabamento e um conjunto mecânico superior. O Tiggo 5X Sport segue a mesma linha, e ambos custam menos que o Tera topo de linha já nas versões de entrada. ]]>
Por que um financiamento pode sair muito mais caro do que parece?http://gpideia.com.br/noticia/por-que-um-financiamento-pode-sair-muito
Vídeos de negociações em vendas de veículos viralizam nas redes Divulgação Vídeos de negociações de carros financiados que viralizaram nas redes sociais reacenderam uma dúvida comum entre consumidores: afinal, quanto um financiamento realmente custa? Nos comentários dessas publicações, internautas questionam valores que vão muito além das parcelas anunciadas. Isso acontece porque, além dos juros, as operações de crédito têm o chamado Custo Efetivo Total (CET), que reúne tarifas, seguros e outros encargos e está presente em todas as modalidades de crédito — do financiamento de veículos e imóveis ao crédito consignado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entenda nesta reportagem o que é o CET, quais são os seus direitos como consumidor e como avaliar se um empréstimo vale a pena. O que é o Custo Efetivo Total (CET) O Custo Efetivo Total (CET) é a taxa que mostra o custo real de um empréstimo ou financiamento. Além dos juros, ele reúne todas as despesas envolvidas na operação, o que permite uma comparação mais precisa entre diferentes ofertas de crédito. Custo Efetivo Total (CET) Arte/g1 Veja o que entra no cálculo do CET: Juros: valor cobrado pelo banco para conceder o empréstimo — funciona como o “aluguel” do dinheiro ao longo do tempo. Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): tributo obrigatório cobrado pelo governo em operações de crédito, que aumenta o custo final da dívida. Tarifas: incluem cobranças como taxa de cadastro e outros serviços administrativos definidos pela instituição financeira. Seguros: como o seguro prestamista, que quita a dívida em caso de morte ou invalidez. Nem sempre são obrigatórios e devem ser autorizados pelo consumidor. Outros encargos: despesas adicionais da operação, que podem variar conforme o banco e o tipo de crédito. 🔎OOs juros são o principal componente do CET e, ao longo do tempo, concentram a maior parte do valor pago. Por isso, pequenas variações na taxa podem elevar significativamente o custo final da dívida. No crédito em geral, eles ficam entre 30% e 60% ao ano, mas no cartão — especialmente no rotativo — podem superar 400% ao ano, o que o torna uma das modalidades mais caras do mercado. Por determinação do Banco Central do Brasil (BC), bancos e instituições financeiras são obrigados a informar o CET antes da contratação, junto com uma planilha que detalha cada custo e seu peso no valor final da dívida. Esse demonstrativo também deve constar de forma clara no contrato. Como comparar o CET Na prática, o CET ajuda a revelar quanto o crédito realmente custa. Em um financiamento de R$ 1.000, por exemplo, com juros de 12% ao ano, a inclusão de taxas como cadastro e IOF pode elevar o custo total para cerca de 43,9% ao ano. Isso mostra que olhar apenas para a taxa de juros ou para o valor da parcela pode dar uma falsa impressão de que o empréstimo é barato, segundo especialistas consultados pelo g1. “Mesmo sem dominar matemática financeira, dá para usar uma regra simples: quanto eu pego hoje e quanto vou devolver no total”, afirma Marcos Crivelaro, professor de finanças da Fundação Vanzolini, da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, encargos como seguros e serviços adicionais muitas vezes passam despercebidos. “A pessoa acha que está pagando só juros, mas há vários custos embutidos que elevam o valor final”, diz. Relação com o endividamento O tema ganha ainda mais relevância em um cenário de endividamento elevado. Em março, 80,4% das famílias brasileiras tinham dívidas a vencer, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o maior nível da série histórica. Já a inadimplência — quando há contas em atraso — ficou em 29,6%, estável em relação a fevereiro, mas acima dos 28,6% registrados um ano antes. Mesmo com o início da queda da taxa Selic, os juros seguem altos, o que mantém o crédito caro e pressiona o orçamento das famílias. A alta dos combustíveis também encarece o custo de vida e tende a estimular o uso do crédito. Para Crivelaro, decisões tomadas sem pleno entendimento dos custos podem agravar a situação financeira. “No fim, o que importa é o total pago. Às vezes a parcela cabe no bolso, mas o valor final assusta”, afirma. Diante desse cenário, a recomendação é cautela. “Não é o momento de assumir novas dívidas, a não ser para substituir uma mais cara por outra mais barata — e, ainda assim, com análise cuidadosa”, diz. Quando os juros podem ser abusivos? Não existe um percentual fixo na lei que defina juros abusivos. Na prática, eles são considerados abusivos quando ficam muito acima da média de mercado ou quando há irregularidades no contrato. A legislação brasileira obriga a divulgação clara do CET em todas as etapas da contratação. Segundo Stefano Ribeiro Ferri, especialista em direito do consumidor, a transparência é essencial para evitar prejuízos. “O CET deve refletir o custo total da operação e aparecer de forma destacada tanto no contrato quanto na publicidade. O consumidor precisa saber exatamente quanto vai pagar”, afirma. De acordo com ele, a omissão de informações, a inclusão de serviços sem consentimento ou a chamada venda casada podem configurar práticas abusivas. “Se houver falta de transparência ou cobrança indevida, o consumidor pode buscar a revisão do contrato na Justiça. Em alguns casos, ele pode até ser anulado ou ajustado”, conclui. ]]>
Carro de R$ 20 mil, dvida de R$ 64 mil: como evitar um mau negcio ao financiar um veculohttp://gpideia.com.br/noticia/carro-de-r-20-mil-divida-de-r-64-mil
Direitos do consumidor no financiamento de carros Vídeos que viralizaram nas redes sociais mostram sempre o mesmo roteiro: um vendedor de carros usados risca o papel com uma caneta. Do outro lado da mesa, o cliente ouve valores de entrada, prestações e prazos do financiamento. A negociação segue com ajustes de taxas, parcelas e descontos, até ser fechada com um aperto de mãos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Nos comentários dessas publicações, diversos internautas questionam a quantia paga pelos consumidores, que muitas vezes ultrapassa o valor do próprio veículo. “O carro ele paga os R$ 50 mil, mas esqueceu de avisar que os R$ 35 mil financiados viram mais de R$ 70 mil”, diz um comentário. “Cai quem quer, mas em nenhum momento ele fala que vai ficar 60 vezes de R$ 1.200, o que dá R$ 72 mil”, comenta outro. O formato dos vídeos chama atenção e, embora não necessariamente envolva irregularidades, especialistas alertam que esse tipo de negociação pode dificultar a compreensão dos clientes sobre o custo total do financiamento. Nesta reportagem, o g1 explica quais são as obrigações dos vendedores ao apresentar um financiamento, quais são os direitos do consumidor e como calcular o custo real de um empréstimo para evitar um mau negócio na compra de um carro usado. O g1 também ouviu Daniel Ribeiro, vendedor que aparece nos vídeos que viralizaram, para apresentar sua versão sobre as negociações. Navegue no menu abaixo: O que diz a lei Me senti enganado, posso recorrer? Cuidados na hora de financiar De olho nas parcelas — e nos juros também O que diz o vendedor Veja o checklist do carro usado O consumidor tem de ficar de olho para garantir seus direitos ao financiar um veículo Divulgação O que diz a lei “O consumidor tem direito à informação adequada e clara sobre todos os elementos relevantes da contratação, especialmente preço, encargos, juros, custo efetivo total e consequências econômicas do negócio”, explica Jefferson Leão, advogado da Poliszezuk Advogados. 🔎 O chamado custo efetivo total (CET) representa o valor real de um financiamento. Ele inclui juros, tarifas, impostos e quaisquer outras despesas da operação. (Entenda mais abaixo) Segundo Leão, omitir informações durante a negociação verbal e apresentá-las apenas no contrato, de forma a confundir o consumidor, é uma prática vedada pela lei. Assim, é necessário que todos os custos e informações estejam claros, tanto na conversa quanto na documentação. “Quando o vendedor destaca apenas as parcelas mensais ou vantagens aparentes, sem explicar o custo total do financiamento, há risco de violação do dever de transparência”, explica o advogado. Especialistas alertam que o vendedor também tem a obrigação de fornecer todas as informações sobre o veículo que está sendo vendido. “Caso o vendedor omita informações sobre o estado do veículo, as formas de pagamento, não cumpra o que foi ofertado ou descumpra os termos de garantia, isso fere as regras de proteção ao consumidor, que pode exigir o cumprimento da oferta ou o cancelamento da compra”, explica Joana D’Arc Pereira, assessora técnica do Procon-SP. A assessora também alerta para outra prática comum que fere o direito do consumidor: a venda casada. “É uma prática abusiva, por exemplo, a imposição de um seguro específico da loja”, alerta. Voltar ao início. É preciso somar todos os custos da prestação de um financiamento Cacá Trovó/EPTV Me senti enganado, posso recorrer? Sim. Segundo Arystóbulo Freitas, sócio da Arystóbulo Freitas Advogados, o consumidor pode entrar na Justiça para pedir a redução dos juros, dos encargos ou de qualquer acréscimo do contrato. Também é possível solicitar a ampliação do prazo de pagamento previsto no contrato original. “Em casos de abuso na venda do veículo — inclusive quando o financiamento apresenta valores diferentes dos acordados —, o consumidor pode pedir a revisão do contrato para adequá-lo à proposta apresentada pelo vendedor”, explica. O advogado alerta que o comprador deve guardar toda e qualquer anotação feita pelo vendedor durante a negociação — inclusive solicitando que o profissional entregue essas anotações. “O comprador também deve ler com atenção todas as condições da venda e do financiamento”, diz. A rescisão do contrato, com a restituição integral dos valores pagos, e a possibilidade de indenização por perdas e danos também podem ser reivindicadas, a depender do caso. “Não se pode descartar, ainda, a ocorrência de dano moral, sobretudo quando a prática envolve engano relevante ou comprometimento financeiro significativo do consumidor”, diz Leão, da Poliszezuk Advogados. De acordo com o especialista, o direito do consumidor “não exige prova de intenção dolosa” — ou seja, o cliente não precisa comprovar que o vendedor agiu de propósito para enganá-lo: se a forma como o negócio for apresentado puder confundir o consumidor, já pode ser considerada irregular. Segundo Leão, embora o direito brasileiro não proíba a persuasão comercial — estratégias usadas pelos vendedores para convencer o consumidor a comprar um produto ou serviço —, a lei exige que ela seja exercida com transparência, lealdade e boa-fé. “Sempre que esses limites são ultrapassados, especialmente em operações financeiramente complexas, pode haver responsabilização civil, revisão do contrato e indenização ao consumidor”, alerta Leão. Volte ao início. Descuidos na hora de financiar o carro podem virar dor de cabeça Divulgação Cuidados na hora de financiar Os especialistas consultados pelo g1 também alertam para os cuidados necessários para evitar financiamentos que possam comprometer o orçamento. Segundo Wanessa Guimarães, planejadora financeira CFP pela Planejar, a regra tradicional do mercado financeiro é comprometer, no máximo, 30% da renda líquida mensal com todas as dívidas. Isso significa considerar não apenas as prestações do financiamento do veículo, mas também outros parcelamentos, como cartão de crédito e empréstimos. “Para o financiamento do carro, isoladamente, o recomendável é não ultrapassar 15% da renda, já que o veículo traz custos adicionais inevitáveis, como seguro, IPVA, manutenção e combustível, que juntos podem representar outros 10% a 15% da renda”, explica. Veja algumas simulações: A planejadora também alerta que, embora uma entrada maior reduza o valor financiado e possa diminuir o total de juros pagos, gastar todas as economias ainda representa um risco. “Quem zera o colchão financeiro para dar uma entrada grande fica vulnerável. Qualquer imprevisto — como uma doença ou uma demissão — pode levar ao atraso das parcelas, gerando multa, juros de mora e até nome negativado”, alerta. Veja abaixo como o tamanho do pagamento inicial pode influenciar o financiamento. As simulações foram feitas por Guimarães e consideram dois diferentes valores de entrada para o financiamento de um carro de R$ 50 mil. infográfico com simulações de financiamento de veículo Arte / g1 Nesse cenário, o consumidor que consegue pagar R$ 25 mil (50%) de entrada, pode pagar R$ 11,3 mil a menos em juros e ter uma parcela 44% menos do que quem paga um valor inicial de R$ 5 mil (10%). Ou seja, o mesmo carro pode ter um custo total de R$ 75,4 mil ou de R$ 64,1 mil, a depender do valor pago na entrada. Voltar ao início. De olho nas parcelas — e nos juros também Outro ponto de atenção, alerta Guimarães, é o chamado Custo Efetivo Total (CET). Ele representa o valor real de um financiamento e é composto por: Taxa efetiva mensal de juros Taxa dos juros por atrasos Total de encargos previstos para o atraso no pagamento Montante das prestações Segundo Guimarães, uma diferença de apenas 0,6 ponto percentual na taxa de juros mensal pode representar mais de R$ 7,6 mil de impacto no bolso do consumidor. "Por isso, a pergunta certa ao banco não é ‘qual é a taxa?’, mas sim ‘qual é o CET?’”, aconselha. O documento também precisa trazer o prazo de validade da oferta — que deve ser, no mínimo, de dois dias —, e os dados do fornecedor, incluindo o nome, endereço físico e endereço eletrônico. ⚠️ Vale lembrar que o CET deve ser apresentado em toda operação de crédito, e não apenas no financiamento de veículos. Além disso, alerta a planejadora financeira CFP da Planejar Paula Bazzo, também é preciso atenção ao prazo de financiamento — que também influencia diretamente no montante de juros pago em um financiamento. Na prática, quanto maior é o prazo e o número de parcelas, maior tende a ser o valor pago em juros. “O prazo do financiamento costuma ser subestimado. Apesar de um período mais longo resultar em parcelas menores, a vantagem não é tão significativa”, diz Bazzo. Abaixo, veja simulações feitas por Guimarães e Bazzo, respectivamente, que mostram a diferença do valor pago ao ser considerada a taxa anunciada pelo vendedor e o CET e como a quantidade de parcelas pode impactar o montante pago em juros. infográfico com simulações de financiamento de veículo Arte / g1 infográfico com simulações de financiamento de veículo Arte / g1 Voltar ao início. O que diz o vendedor O g1 entrou em contato com o vendedor Daniel Ribeiro, que aparece com clientes nos vídeos que viralizaram, para apresentar sua versão sobre as negociações. O empresário tem uma loja em Curitiba e costuma produzir vídeos para as redes sociais. Questionado se informa o custo efetivo total (CET) aos compradores — um dos pontos levantados por internautas nos comentários de seus vídeos —, Ribeiro afirma que seus clientes recebem o documento do banco. "Eu não vendo dinheiro, eu vendo o carro. O banco imprime a CET, que lá tem todos os encargos: IOF, taxa, seguro prestamista, inclusão de gravame [registro de que o veículo foi dado como garantia em caso de não pagamento], alienação fiduciária [que garante que o banco é proprietário do carro até que a dívida seja quitada], mais a taxa aplicada, a quantidade de vezes. E o cliente assina essa CET de forma digital", diz. Ribeiro destaca ainda que o contrato é enviado junto ao carnê, de forma que os clientes podem "esmiuçar toda e qualquer dúvida" no documento. "Eu também costumo deixar claro qual é a taxa de juros que meu cliente está pagando, qual é a quantidade de vezes, e eu faço sempre a conta do valor final em todas as minhas negociações", acrescenta o vendedor. Questionado sobre as informações do CET não aparecerem nos vídeos, Ribeiro afirma que cada negociação é única. "Eu vendo uma média de 150 carros no mês. Tem cliente que tem essa dor, que quer saber esse questionamento; tem cliente que só quer saber se foi aprovado o financiamento; tem cliente que só quer saber se a parcela cabe no orçamento dele", diz. O vendedor reforça ainda que seu trabalho é “facilitar a jornada de compra” dos clientes e trazer clareza para a transação. "Ele [o cliente] tem que saber o valor que está financiando, o valor da taxa de juros, o valor da parcela, a quantidade de vezes. E isso é esmiuçado na negociação. Eu viro a tela do computador para todos os meus clientes. Esse é o meu formato de negociação há mais de cinco anos", acrescenta. Por fim, ao ser questionado se acredita que os consumidores concluem a negociação com pleno entendimento do CET e cientes de que os custos vão além das taxas bancárias, Ribeiro afirma que a compreensão final cabe ao consumidor. "Eu sou responsável por fazer a minha parte. A minha parte é esmiuçar isso, é trazer clareza para o cliente. Agora, se o cliente compreende, cabe a ele. Eu não sou professor deles, eu sou empresário, e cabe a mim trazer clareza e eu faço isso com toda certeza", conclui. Voltar ao início. Vai comprar um carro usado? Veja o checklist Além do valor pago no veículo, o consumidor também deve ter atenção a diversos outros fatores na hora de comprar um carro seminovo. Existem cuidados importantes que ajudam a reduzir as chances de levar um problema para casa. Veja, abaixo 15 orientações essenciais para quem está pensando em fechar negócio: Solicite o laudo cautelar: ao comprar o carro em lojas, peça um laudo cautelar. Esse documento serve para verificar a origem do veículo e identificar se há multas ou pendências que impeçam a venda. Avalie o estado dos pneus e do interior: observe se o desgaste dos pneus, bancos e volante é compatível com a quilometragem informada. Sinais de desgaste excessivo podem indicar adulteração. Confira a originalidade dos componentes: verifique se as numerações dos vidros, faróis, lanternas e demais peças são compatíveis entre si. Diferenças podem indicar substituições, que devem ser esclarecidas com o vendedor. Veja o funcionamento do ar-condicionado e de todos os vidros elétricos. Faça um teste de condução: sempre que possível, peça para dirigir o carro e avalie se o funcionamento está adequado. Peça o histórico de revisões: solicite informações sobre a última revisão, o que foi trocado e onde o serviço foi realizado, além do histórico completo de manutenções. Verifique a bateria: confira se a bateria é nova. Caso seja, pergunte o motivo da troca, pois pode haver algum problema elétrico sendo mascarado. Observe a carroceria: analise as bordas em busca de ferrugem ou sinais de pintura mascarando imperfeições. Avalie a pintura à luz do dia: observe o carro na luz do sol para identificar diferenças de tonalidade ou partes foscas, o que pode indicar repintura. Cheque os itens obrigatórios: verifique a presença de estepe, macaco e chave de roda. Se estiverem novos, questione o vendedor sobre o motivo. Inspecione os cintos de segurança: observe a integridade dos cintos, já que em alguns casos eles precisam ser substituídos após colisões. Leve a um mecânico de confiança: se possível, peça para um mecânico avaliar o carro ou leve o veículo até um profissional antes de fechar o negócio. Atenção à garantia legal: ao comprar em uma loja de seminovos, há garantia para vícios ou defeitos ocultos que apareçam no prazo de três meses. Confira o óleo do motor: Ele precisa estar límpido e dentro do nível especificado pelo fabricante Verifique borrachas de portas e vedações: Umidade que invade a cabine pode danificar estofamento. ]]>
Verso rara do Fusca vai a leilo e pode alcanar R$ 570 mil; veja outros veculos raroshttp://gpideia.com.br/noticia/versao-rara-do-fusca-vai-a-leilao-e
Volkswagen Sedan "Zwitter" 1953 que vai a leilão pelo Museu CARDE de Campos do Jordão (SP) Divulgação / Museu CARDE Consumidores e colecionadores aficionados por automóveis raros terão a oportunidade de arrematar veículos no próximo leilão do Museu de Arte & Design. O leilão beneficente acontece em 2 de maio e reúne 45 automóveis raros, como o icônico cupê esportivo Lotus Esprit, um Chrysler Imperial de 1954, um Rolls-Royce Silver Cloud II e um Zwitter — versão rara do Fusca que já conta com lances a partir de R$ 230 mil. (Veja mais abaixo) Os interessados já podem se cadastrar no site do escritório de arte Magalhães Gouveia, fazer lances e até garantir a compra sem precisar disputar com outros participantes. A modalidade, chamada de Buy It Now (compre agora, em inglês), permite pagar o preço fixo indicado no anúncio e retirar o carro do pregão. Mas atenção: o Buy It Now vai até 21 de abril. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “Queremos dar um parâmetro mais real aos preços dos carros antigos no Brasil. Existem muitos anúncios com valores exorbitantes. Com o leilão, temos um dado real de venda e uma referência de preço para o mercado”, explica Luiz Goshima, curador do CARDE. Não é só um Fusquinha Galerias Relacionadas O Volkswagen Fusca foi um dos modelos mais vendidos da história e, ainda assim, suas versões raras são cobiçadas. O Sedan 1200 é chamado de “Zwitter”, termo que, em tradução livre, significa “híbrido”. Nesse caso, no entanto, o Fusca não tem propulsão elétrica. O apelido de “híbrido” vem da combinação de elementos de diferentes versões, como a transição da janela traseira bipartida para a janela oval. O modelo foi produzido em poucas unidades entre o fim de 1952 e o começo de 1953. A estimativa é de que o carro raro da Volkswagen seja arrematado por R$ 570 mil. Até a última atualização desta reportagem, os lances já haviam alcançado R$ 230 mil. Veja outras joias que estão no leilão: Galerias Relacionadas ]]>
Placas novas? Associao diz que mudanas podem impor custos ao cidadohttp://gpideia.com.br/noticia/placas-novas-associacao-diz-que
A Associação Nacional dos Detrans (AND) disse que recebeu com cautela a aprovação pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados do projeto de lei que prevê recolocar nomes dos estados e dos municípios nas placas dos veículos. Se tornado lei, a AND afirmou que "as mudanças tendem a impor novos custos ao cidadão, sem que haja, até o momento, evidências claras de ganhos efetivos e termos de segurança pública ou eficiência na fiscalização". Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil O texto, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, foi aprovado pelo Senado em junho de 2024. Na Câmara, ainda precisará ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o que ainda não tem prazo pra acontecer. Se não for modificado pelos deputados, poderá então seguir para a sanção do presidente da República. O argumento central da proposta é que a presença da informação sobre o estado e o município auxilia o trabalho de fiscalização, permitindo que as autoridades policiais consigam identificar com mais facilidade a origem de um veículo em situações de roubo, furto - e de infração de trânsito. Ainda de acordo com a entidade, o atual modelo de placas ainda enfrenta desafios de consolidação e uniformização em todo o país.  "Alterações estruturais neste momento podem ampliar a fragmentação do sistema, gerar inconsistências operacionais e dificultar avanços necessários na padronização", acrescentou a ANP. Padrão Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020. Desde então, o modelo precisa ser seguido nos emplacamentos de automóveis novos, nas transferências de propriedade (com alteração do município) e nos casos em que a placa antiga tenha sofrido algum dano, furto, roubo ou perda. Placa Mercosul na região de Campinas Patrícia Teixeira/g1 Uma das principais características da placa Mercosul é a diferente combinação de sete caracteres alfanuméricos. Emplacamento O serviço de emplacamento é feito pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). O custo varia de estado para estado. No caso dos veículos novos, são comumente cobradas duas taxas: uma inicial, para a solicitação da nova placa, e outra, para a vistoria. Nos demais casos, com a atualização da placa cinza para o padrão Mercosul e da placa amarela para o modelo atual, é feita uma cobrança só. Em Minas Gerais, por exemplo, o primeiro emplacamento tem um custo total de R$ 283,71 (taxa inicial de R$ 150,54 + taxa de vistoria de R$ 133,17). Decisão do Supremo Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a validade de norma do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece que os serviços de fabricação e estampagem de placas de identificação de veículos serão feitos por meio do credenciamento de empresas interessadas sem licitação. O STF julgou improcedente a ação proposta pela Associação Nacional dos Fabricantes de Placas contra essa resolução do Contran. A associação alegava que a atuação do Contran seria contrária à autonomia dos estados. Outro argumento era de que, os Detrans teriam a possibilidade de contratação ilegal e inconstitucional, o que permitiria a instalação de placas de identificação em desacordo com as normas internacionais. ]]>
Placas novas? Associao que representa os Detrans diz que mudanas podem impor custos ao cidadohttp://gpideia.com.br/noticia/placas-novas-associacao-que-representa
A Associação Nacional dos Detrans (AND) disse que recebeu com cautela a aprovação pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados do projeto de lei que prevê recolocar nomes dos estados e dos municípios nas placas dos veículos. Se tornado lei, a ANP afirmou que "as mudanças tendem a impor novos custos ao cidadão, sem que haja, até o momento, evidências claras de ganhos efetivos e termos de segurança pública ou eficiência na fiscalização". Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil O texto, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, foi aprovado pelo Senado em junho de 2024. Na Câmara, ainda precisará ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o que ainda não tem prazo pra acontecer. Se não for modificado pelos deputados, poderá então seguir para a sanção do presidente da República. O argumento central da proposta é que a presença da informação sobre o estado e o município auxilia o trabalho de fiscalização, permitindo que as autoridades policiais consigam identificar com mais facilidade a origem de um veículo em situações de roubo, furto - e de infração de trânsito. Ainda de acordo com a entidade, o atual modelo de placas ainda enfrenta desafios de consolidação e uniformização em todo o país.  "Alterações estruturais neste momento podem ampliar a fragmentação do sistema, gerar inconsistências operacionais e dificultar avanços necessários na padronização", acrescentou a ANP. Padrão Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020. Desde então, o modelo precisa ser seguido nos emplacamentos de automóveis novos, nas transferências de propriedade (com alteração do município) e nos casos em que a placa antiga sofra algum dano, furto, roubo ou perda. Placa Mercosul na região de Campinas Patrícia Teixeira/g1 Uma das principais características da placa Mercosul é a diferente combinação de sete caracteres alfanuméricos. Emplacamento O serviço de emplacamento é feito pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). O custo varia de estado para estado. No caso dos veículos novos, são comumente cobradas duas taxas: uma inicial, para a solicitação da nova placa, e outra, para a vistoria. Nos demais casos, com a atualização da placa cinza para o padrão Mercosul e da placa amarela para o modelo atual, é feita uma cobrança só. Em Minas Gerais, por exemplo, o primeiro emplacamento tem um custo total de R$ 283,71 (taxa inicial de R$150,54 + taxa de vistoria de R$133,17). Decisão do Supremo Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a validade de norma do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece que os serviços de fabricação e estampagem de placas de identificação de veículos serão feitos por meio do credenciamento de empresas interessadas sem licitação. O STF julgou improcedente a ação proposta pela Associação Nacional dos Fabricantes de Placas contra essa resolução do Contran. A associação alegava que a atuação do Contran seria contrária à autonomia dos estados. Outro argumento era de que, os Detrans teriam a possibilidade de contratação ilegal e inconstitucional, o que permitiria a instalação de placas de identificação em desacordo com as normas internacionais. ]]>
'Padro Mercosul': como so as placas de carro de cada pas? Veja modelos e entenda projeto de mudana no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/-padrao-mercosul-como-sao-as-placas
Placas do Mercosul Reprodução Desde 2014, países que fazem parte do Mercosul podem adotar a placa veicular padronizada. Apesar do bloco econômico ter seis membros, só quatro deles utilizam as identificações em veículos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A Venezuela está temporariamente suspensa e a Bolívia ainda não implantou as placas padronizadas. Cada um dos quatro países implantou o modelo em momentos diferentes. O primeiro deles foi o Uruguai, ainda em 2015. Em seguida, veio a Argentina, em 2016. O Brasil só começou a implementar o padrão em 2018. O último a passar a usar as novas placas foi o Paraguai, padronizando o modelo a partir de 2024. As variações são poucas, e acontecem mais no padrão de ordem de letras e números. Todas têm a identificação do Mercosul, além do o nome e a bandeira do país acima, sem identificação de estado ou cidade, como propõe o projeto brasileiro (veja mais abaixo). LEIA TAMBÉM: Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil Como são as placas em cada um dos países? BRASIL Placa padrão Mercosul adotada no Brasil André Paixão/G1 No Brasil, as placas do Mercosul começaram a ser implementadas em 1º de dezembro de 2018 para início obrigatório em veículos novos e casos de mudança de domicílio. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a implantar o modelo. No início, a placa tinha a bandeira do estado e o brasão do município no qual o veículo estava registrado. Mas na época, o Ministério das Cidades, durante o governo Temer, decidiu retirar esses marcadores com o objetivo de reduzir custos para o proprietário do veiculo. Por aqui, a placa tem fundo branco, faixa azul, o nome Brasil com a bandeira ao lado direito. Também é obrigatório o emblema do Mercosul, um QR Code que serve para garantir a autenticidade, rastreabilidade e segurança do veículo, funcionando com uma espécie de "impressão digital eletrônica". A placa possui uma sequência três letras, um número, outra letra e mais dois números, no formato ABC 1D23. As cores dos caracteres variam a depender da categoria: preta (veículo particular), vermelha (comercial/aluguel), azul (oficial), verde (especial/teste), dourada (Diplomático) e cinza/prata (coleção/antigo). URUGUAI Placa do Mercosul no Uruguai Prefeitura de Montevidéo A implementação começou em março de 2015 para veículos que começassem a ser emplacados. No primeiro país do bloco a mudar suas placas veiculares, o modelo possui o mesmo padrão de faixa azul superior, com o nome do país no meio, o símbolo do Mercosul à esquerda e a bandeira do país à direita, além do QR Code para acesso de informações sobre o veículo. A diferença para a brasileira é a sequência de letras e números. São três letras e quatro números para particulares e variantes por categoria, no formato ABC 1234. ARGENTINA Placa do Mercosul na Argentina Presidência da Argentina A placa argentina segue o mesmo padrão visual do bloco — fundo branco, faixa azul com nome do país centralizado, bandeira à direita e emblema à esquerda. O QR Code para acesso de informações sobre o veículo também está presente. O que a diferencia é a sequência alfanumérica: duas letras, quatro números e mais duas letras, no formato AB 123 CD, escolha feita para evitar a formação de palavras. PARAGUAI Placa do Mercosul no Paraguai Corte Suprema de Justicia O Paraguai também adota o padrão visual comum: fundo branco, faixa azul superior com emblema do bloco no lado esquerdo e a bandeira do país no lado direito com o nome Paraguay centralizado acrescentando um QR Code para consulta de informações do veículo. Na combinação alfanumérica, o país usa ABCD 123 para automóveis e inverte a ordem — 123 ABCD — para motocicletas. Qual é o projeto de mudança no Brasil? Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. ➡️ O que mudaria: Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados ]]>
Ford faz recall de 1,4 milho de picapes F-150 nos Estados Unidoshttp://gpideia.com.br/noticia/ford-faz-recall-de-1-4-milhao-de-picapes
Ford F-150 Limited 2016 vendida nos Estados Unidos Divulgação / Ford A Ford anunciou o recall de aproximadamente 1,4 milhão de unidades da picape Ford F-150 nos Estados Unidos, após uma investigação conduzida pela National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA). A campanha foi convocada após relatos de reduções inesperadas de marcha na transmissão da picape. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo a NHTSA, a montadora tem conhecimento de dois casos de ferimentos “potencialmente” relacionados ao problema, além de um acidente. Como medida corretiva, as concessionárias irão atualizar o software do módulo de controle do motor e câmbio dos veículos afetados. Ainda de acordo com a NHTSA, a investigação sobre o defeito foi ampliada no início deste ano. A apuração preliminar havia sido aberta em março do ano passado, após o recebimento de diversas reclamações envolvendo picapes F-150 dos anos modelo 2015 a 2017, equipadas com a transmissão “6R80”. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Ford já havia informado anteriormente que a falha pode estar relacionada ao desgaste de conexões elétricas ao longo do tempo, causado por calor e vibração. Esse desgaste pode provocar perda de sinal do sensor de faixa da transmissão. A NHTSA aponta que sinais incorretos enviados por esse sensor podem levar à redução involuntária de marcha, aumentando o risco de acidentes. No Brasil A Ford do Brasil só começou a vender a F-150 no país em 2023. Portanto, não há unidades da picape envolvidas neste recall. Recentemente a picape já havia passado por outro recall no Brasil. Desta vez, por problema no módulo do reboque. Segundo a marca, luzes de freio, luzes indicadoras de direção e sistema de freios do reboque podem não funcionar se o módulo apresentar falha. "O sistema de reboque pode não funcionar corretamente devido à possibilidade de falha na calibração do módulo do reboque", explicou a Ford no comunicado. Nessas condições, segundo a marca, essa falha pode causar aumento do risco de acidentes, com possibilidade de danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros. ]]>
Projeto de nova placa: RJ j tentou incluir bandeira do estado, mas mudana foi invivel; entendahttp://gpideia.com.br/noticia/projeto-de-nova-placa-rj-ja-tentou
Placa utilizada no Rio de Janeiro, em 2018, durante a implementação do padrão Mercosul. Divulgação/Detran-RJ Um projeto de lei aprovado na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (14), quer colocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A medida é uma proposta do senador Esperidião Amin (PP-SC), e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara - entenda o projeto. Essa não é a primeira tentativa de mudança nesse sentido. Em 2018, durante a implantação das placas no padrão do Mercosul, o Rio de Janeiro colocou a bandeira do estado, além do brasão dos municípios, mas o Ministério das Cidades foi contrário. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado do país a disponibilizar o novo padrão durante a transição. A inclusão da bandeira e do brasão sairia do padrão e foi considerada inviável, na época, pois atrasaria a implantação do modelo em outras unidades da federação. Cancelar a inclusão da bandeira e do brasão, segundo a pasta, tinha como objetivo reduzir custos, mas manteria outros itens de segurança na placa. "Após análise técnica de viabilidade e impacto, decidimos retirar os brasões das novas Placas Padrão Mercosul. Com isso, evitaremos qualquer despesa extra aos condutores de nosso país, embora o objetivo tenha sido desde o início apenas adotar um modelo mundial de identificação veicular e proporcionar mais agilidade por parte da polícia e segurança a todos", afirmou o então ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados Para o autor do novo projeto, a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”. ➡️ O que muda Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. Texto aprovado em comissão do Senado. Reprodução/Senado Federal ➡️ Como é a placa do Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como: combinação de letras e números em um novo formato; aumento da quantidade de combinações possíveis; uso de QR Code para consulta de dados. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações. ]]>
Rio de Janeiro j tentou implantar placas com bandeira do estado, mas ministrio foi contra; relembrehttp://gpideia.com.br/noticia/rio-de-janeiro-ja-tentou-implantar
Novo modelo de placa veicular padrão Mercosul Gilia Amaral/Detran-M Um projeto de lei quer recolocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A medida é uma proposta do senador Esperidião Amin (PP-SC). Em 2018, durante a implantação das placas Mercosul, o Rio de Janeiro tentou colocar a bandeira do estado, além do brasão dos municípios, mas o Ministério das Cidades foi contrário. A medida, segundo a pasta, tinha como objetivo reduzir custos, mas manteria outros itens de segurança na placa. "Após análise técnica de viabilidade e impacto, decidimos retirar os brasões das novas Placas Padrão Mercosul. Com isso, evitaremos qualquer despesa extra aos condutores de nosso país, embora o objetivo tenha sido desde o início apenas adotar um modelo mundial de identificação veicular e proporcionar mais agilidade por parte da polícia e segurança a todos", afirmou o então ministro das Cidades, Alexandre Baldy. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A projeto atual foi aprovado na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para o autor do projeto, a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados ➡️ O que muda Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. ➡️ Como é a placa do Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como: combinação de letras e números em um novo formato; aumento da quantidade de combinações possíveis; uso de QR Code para consulta de dados. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações. ]]>
Entenda o projeto que pode mudar placas de veculos no Brasilhttp://gpideia.com.br/noticia/entenda-o-projeto-que-pode-mudar-placas
Placa no padrão do Mercosul Fábio Tito/G1 Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados ➡️ O que muda Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. ➡️ Como é a placa do Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como: combinação de letras e números em um novo formato; aumento da quantidade de combinações possíveis; uso de QR Code para consulta de dados. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações. ]]>
Comisso aprova projeto que recoloca estado e municpio nas placas de veculoshttp://gpideia.com.br/noticia/comissao-aprova-projeto-que-recoloca
Novo modelo de placa veicular padrão Mercosul Gilia Amaral/Detran-M Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A matéria foi aprovada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O Projeto de Lei 3214/23 é de autoria do Senador Esperidião Amim (PP-SC). O argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao veículo. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados A aprovação do projeto foi recomendada pelo relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “A iniciativa também resgatará o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o orgulho local e facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de veículos ‘de fora’”, afirmou Leal. Para se tornar lei, o projeto tem de ser aprovado na Câmara e no Senado e, depois, ser sancionado pela Presidência da República. ]]>
Brasil e Argentina firmam acordo para fortalecer o setor automotivo e reagir concorrncia chinesahttp://gpideia.com.br/noticia/brasil-e-argentina-firmam-acordo-para
Linha de montagem da Stellantis na cidade de Betim (MG) Divulgação / Stellantis Representantes de montadoras e fabricantes de autopeças do Brasil e da Argentina firmaram um acordo na última semana para fortalecer o setor automotivo da região, em meio à entrada cada vez maior de veículos chineses. (Entenda mais abaixo) O termo, chamado de ‘Declaração de Buenos Aires", foi assinado durante o evento Automechanika, realizado na capital argentina. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O texto estabelece uma agenda integrada, com foco em competitividade, atração de investimentos e fortalecimento da integração produtiva e, segundo as entidades que participaram do evento, é uma resposta ao aumento da competição global e às transformações tecnológicas do setor. De acordo com os representantes, a declaração também reforça a necessidade de o Mercosul avançar de um modelo centrado na administração do comércio para uma estratégia voltada à produção e à exportação. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Pelo lado do Brasil, o acordo foi firmado por Anfavea e Sindipeças; já pelo lado argentino, por Adefa e Afac. A expectativa é que as novas regras do acordo sejam definidas antes de 2029, de modo a criar um ambiente favorável de investimentos. Segundo dados divulgados no evento, o setor automotivo responde por cerca de 20% do PIB industrial brasileiro e 8,4% do argentino, empregando conjuntamente mais de 1,9 milhão de pessoas, direta e indiretamente. O que diz o acordo? Entre os principais pontos da declaração está o início de um trabalho conjunto orientado para: Especialização produtiva Complementação industrial entre Brasil e Argentina O objetivo é ampliar o intercâmbio comercial e fortalecer as cadeias de valor regionais. O documento também prevê processos de investimento equilibrados e sustentáveis entre os dois países. A agenda proposta inclui ainda a coordenação de políticas para incentivar o desenvolvimento de tecnologias automotivas regionais. Também há foco na produção de sistemas de autopeças de maior complexidade, como tecnologias de motores híbridos e elétricos. O documento também prevê avanços na padronização de regulamentos técnicos automotivos, inclusive aqueles aplicáveis ao mercado de reposição de peças. Outro ponto destacado é a necessidade de tornar mais fluidos os processos aduaneiros nas fronteiras, como forma de reduzir custos e aumentar a eficiência logística do comércio entre Brasil e Argentina. Ameaça da China A medida ocorre no momento em que os mercados do Brasil e da Argentina sentem o avanço agressivo de marcas chinesas. O tema tem sido o centro das atenções do setor automotivo há anos e chegou a gerar tensões no Brasil em 2025, quando diversas montadoras passaram a pressionar o governo federal para impedir a concessão de imposto para a importação sobre carros em estado semi-pronto. Em fevereiro deste ano, o presidente da Nissan para as Américas também defendeu a taxação de carros chineses, reiterando que o governo deveria adotar medidas para proteger a indústria nacional. Representantes de entidades do setor automotivo Brasil e Argentina assinam declaração na Automechanika 2026 Divulgação / Automechanika Buenos Aires ]]>
SUV eltrico GAC Hyptec HT 2027 chega ao Brasil com carregamento ultrarrpido e 340 cv de potnciahttp://gpideia.com.br/noticia/suv-eletrico-gac-hyptec-ht-2027-chega-ao
GAC Hyptec HT 2027 Divulgação / GAC A GAC lançou nesta quarta-feira (15) o Hyptec HT 2027. O SUV utiliza bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 83 kWh. O modelo suporta carregamento rápido de até 280 kW em corrente contínua, com recarga de 30% a 80% em cerca de 15 minutos. Em corrente alternada de um wallbox, por exemplo, o carregamento é de 6,6 kW Aí o tempo de recarga é de 6 horas e 40 minutos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A autonomia é de até 431 km no ciclo Inmetro o modelo é equipado com motor elétrico de 340 cv (250 kW) e 43,8 kgfm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos. O Hyptec HT 2027 será vendido no Brasil em duas versões: Elite, por R$ 314.990, e Ultra, por R$ 369.990. O veículo mede 4.935 mm de comprimento, 1.920 mm de largura e 2.935 mm de entre-eixos. As rodas são de 20 polegadas, com pneus 245/50R20. O porta-malas traseiro tem capacidade de 670 litros, com compartimento adicional de 80 litros sob o assoalho e 55 litros no compartimento dianteiro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A suspensão é double wishbone na dianteira e multilink na traseira. O modelo tem tração traseira. O interior conta com tela multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e painel digital de 8,9 polegadas. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos, memória, aquecimento, ventilação e massagem. O modelo possui ar-condicionado automático, iluminação interna configurável e sistema de som com alto-falantes integrados ao banco do motorista e outros itens. O sistema de assistência à condução é de nível 2, com 11 funções, incluindo assistência de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e monitoramento de tráfego. ]]>
4 em cada 10 multas de trnsito no Brasil so por excesso de velocidadehttp://gpideia.com.br/noticia/4-em-cada-10-multas-de-transito-noNissan vai enxugar oferta de carros e ampliar uso de direo com inteligncia artificialhttp://gpideia.com.br/noticia/nissan-vai-enxugar-oferta-de-carros-e
Nissan Versa produzido no México Divulgação A Nissan Motor planeja simplificar sua linha global de automóveis, eliminando modelos de baixo desempenho e implantando tecnologia de condução com uso de inteligência artificial em 90% da frota no longo prazo, anunciou a montadora japonesa nesta terça-feira (14). A estratégia segue um plano de reestruturação apresentado pelo presidente-executivo, Ivan Espinosa, no ano passado, e tem como objetivo revitalizar a quarta maior montadora do Japão após anos de turbulência. A empresa reduzirá o número de modelos de 56 para 45, terá como meta a venda anual de 1 milhão de veículos nos Estados Unidos e na China até o ano fiscal de 2030 e pretende aumentar as vendas anuais no Japão para 550 mil carros até essa data. "É assim que nossa estratégia de portfólio ganha vida, ancorada na lucratividade e construída em torno de uma linha mais enxuta e forte", disse Espinosa. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com o amplo plano de recuperação liderado por Espinosa, a Nissan está reduzindo sua presença global de fabricação e cortando a força de trabalho em 15%. A empresa também pretende produzir mais veículos nos Estados Unidos, elevando a taxa de produção local de cerca de 60% para 80% ao longo do tempo, além de rejuvenescer a marca de luxo Infiniti com novos modelos. A Nissan firmou parceria com a Uber e a startup britânica Wayve para o desenvolvimento de carros autônomos, com o objetivo de implantar um programa piloto de táxis sem motorista em Tóquio até o fim de 2026. ]]>
Leilo do Detran-SP tem Volkswagen Gol por menos da metade de um iPhone; veja como participarhttp://gpideia.com.br/noticia/leilao-do-detran-sp-tem-volkswagen-gol
Como funcionam os leilões O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na segunda quinzena de abril. Os veículos foram recolhidos por infrações de trânsito. O lote mais barato é referente a uma moto Dafra Speed 150, de 2012, com lance inicial de R$ 1.000. Já o mais caro é um Renault Logan de 2016, com lances a partir de R$ 7 mil. O leilão acontece de forma virtual a partir do dia 15 de abril. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Atenção às datas dos lances públicos: Veículos conservados destinados à circulação: acontece no dia 15 de abril, às 10h; Sucata aproveitável e sucata com motor inservível: acontece no dia 22 de abril, às 10h; Sucata para reciclagem: acontece no dia 24 de abril, às 10h. Volkswagen Gol 1.6 com lance inicial de R$ 2.400. arte/g1 Neste leilão, existem: 🚗 54 veículos aptos a circular; ⚙️ 217 sucatas com motor ainda podendo ser aproveitado; 🔧 70 sucatas com motor condenado, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos; ♻️ 140 sucatas para fundição e reciclagem. Segundo o edital do leilão, um carro ou moto apto a circular significa que ele pode voltar a trafegar em via pública, ficando o comprador responsável pelo registro do veículo junto ao órgão de trânsito competente, além do pagamento das taxas correspondentes. O Detran-SP não se responsabiliza pelas condições mecânicas do veículo e informa que o comprador já está ciente dessa situação, não sendo aceitas reclamações posteriores. Renault Logan de 2016, com lance mínimo de R$ 7.000 arte/g1 Veja outros destaques do leilão Chevrolet Agile LTZ de 2012 Lance inicial: R$ 6.500 Peugeot 207 Passion de 2010 Lance inicial: R$ 4.000 Renault Clio de 2011 Lance inicial: R$ 4.000 Honda CG 160 Titan S de 2021 Lance inicial: R$ 3.400 Chevrolet Corsa Wind de 2002 Lance inicial: R$ 2.800 Volkswagen Fox 1.0 Plus de 2007 Lance inicial: R$ 6.000 Peugeot 307 de 2007 Lance inicial: R$ 3.500 Honda Biz 100 KS de 2013 Lance Inicial: R$ 1.800 Suzuki EN125 Yes de 2008 Lance inicial: R$ 1.300 Honda Pop 110i de 2023 Lance inicial: R$ 2.200 A avaliação estimada de cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. O lance mínimo corresponde ao valor inicial para as ofertas. Os leilões são abertos a pessoas físicas e jurídicas, mas é vedada a participação de: Servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau; Leiloeiro, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; Proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho; Pessoas físicas e jurídicas impedidas de licitar e contratar com a administração, sancionadas com as penas previstas nos incisos III e IV do art. 156 da Lei federal n.º 14.133, de 2021 ou, ainda, no art. 7º da Lei federal n.º 10.520, de 17 de julho de 2002. Veja dicas para participar de leilões Leilão de veículos feito pelo Detran-SP divulgação/Governo de São Paulo Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão. Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos? Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados. Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata. “Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa. Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante. Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia. Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance. Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação. “Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista. Leilões particulares De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição. Simplificando o conceito: 🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras 🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados. Tipo de compra Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal. “Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes. Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes. Critérios para venda Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem: Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda; Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados; Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público. Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado. “Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta. Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”. Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir. Prudência e dinheiro no bolso De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão. “[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma. Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador. Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção. Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos. “Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina. É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo. “Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara. Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância. O que verificar: Documentação: incongruências jurídicas; Custos para regularização; Estado de conservação do carro; Custos para restauro; Condições de compra; Inspeção mecânica e de equipamentos. Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos. Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão; Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais; Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos; Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado; Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento. ▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo. ]]>
VDEO: Incndio destri carros em estacionamento da BYD na Chinahttp://gpideia.com.br/noticia/v-deo-incendio-destroi-carros-em
Grande incêndio atinge estacionamento da BYD na China Um grande incêndio atingiu um estacionamento da fabricante de carros elétricos BYD na cidade de Shenzeng, na China, na manhã desta terça-feira (14). Uma fumaça densa e escura tomou o céu nos arredores do local. Segundo a fabricante chinesa, o estacionamento servia para armazenar veículos de teste e sucateados. A chama se espalhou por vários andares do prédio localizado no parque industrial de Shenzeng, enquanto o corpo de bombeiros e policiais lidavam com o incidente. Segundo a BYD, o incendio foi controlado e não há ocorrência de vítimas. 👉 Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, veículos elétricos queimam de forma diferente dos carros com motores a combustão interna, com incêndios que costumam durar mais e serem mais difíceis de extinguir, pois tendem a se reacender. Ainda não havia informações sobre as causas do incêndio até a última atualização desta reportagem. Estacionamento da BYD é atingido por grande incêndio na China Redes sociais via Reuters Solução para incêndios em baterias A China está testando uma solução curiosa para o risco de incêndios em baterias de carros elétricos: ejetar o componente para longe do veículo. A proposta lembra o funcionamento do airbag, que se abre em frações de segundo para evitar o impacto do motorista com o volante. No caso da bateria, sensores identificam o superaquecimento e disparam o componente para fora do carro. Um vídeo, que circula na rede social chinesa Weibo, mostra um Chery iCar 03T adesivado com o logotipo do Centro de Pesquisa e Tecnologia em Reparos de Colisões de Veículos da China. Carro ejeta bateria superaquecida. Weibo/Reprodução A Chery, presente no Brasil desde 2009 e que vende atualmente os SUVs Tiggo, o sedã Arrizo e o compacto iCar, utilizou a mesma rede social para negar participação nos testes. No vídeo, o carro expulsa a bateria em alta velocidade, fazendo o componente se afastar do SUV vermelho. Segundo comentários na rede social, a bateria percorre de 3 a 6 metros para longe do veículo. A intenção é evitar que o carro pegue fogo, afastando a bateria superaquecida antes que provoque o incêndio. O problema é que a medida desconsidera a segurança de quem estiver por perto. Seja outro carro estacionado ou até mesmo um pedestre que esteja passando na calçada. Regras de segurança O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares (CNCGBM) publicou um conjunto de diretrizes para a instalação ideal de carregadores de veículos elétricos. A ideia é harmonizar as melhores práticas de segurança para todas as unidades de bombeiros do país. As diretrizes incluem: Ponto de desligamento manual de todas as estações de recarga, a não mais de 5,00 metros da entrada principal; Local para o corte de energia entre os módulos de recarga e a rede elétrica por meio de disjuntor no quadro de distribuição; Afastamentos em relação a riscos específicos como áreas com líquidos igníferos e gás liquefeito de petróleo devem seguir os parâmetros das Instruções Técnicas pertinentes; Sistema de detecção de incêndio: proteção onde houver ocupações com garagens, dimensionado conforme a Instrução Técnica específica; Sistema de chuveiros automáticos: nas áreas de garagens deverão ser calculados como risco ordinário 2 com chuveiros de resposta rápida. Caso o pavimento da edificação onde houver ocupações com garagens seja dotado de ventilação natural com abertura mínima de 50% do perímetro em pelo menos duas fachadas, o sistema de extração mecânica é dispensado. Possuir do tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) mínimo de 120 minutos para área destinada à garagem. ]]>
Novo leilo do Detran-SP tem veculos a partir de R$ 1.000; veja como participarhttp://gpideia.com.br/noticia/novo-leilao-do-detran-sp-tem-veiculos-a
Como funcionam os leilões O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na segunda quinzena de abril. Os veículos foram recolhidos por infrações de trânsito. O lote mais barato é referente a uma moto Dafra Speed 150, de 2012, com lance inicial de R$ 1.000. Já o mais caro é um Renault Logan de 2016, com lances a partir de R$ 7 mil. O leilão acontece de forma virtual a partir do dia 15 de abril. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Atenção às datas dos lances públicos: Veículos conservados destinados à circulação: acontece no dia 15 de abril, às 10h; Sucata aproveitável e sucata com motor inservível: acontece no dia 22 de abril, às 10h; Sucata para reciclagem: acontece no dia 24 de abril, às 10h. Volkswagen Gol 1.6 com lance inicial de R$ 2.400. arte/g1 Neste leilão, existem: 🚗 54 veículos aptos a circular; ⚙️ 217 sucatas com motor ainda podendo ser aproveitado; 🔧 70 sucatas com motor condenado, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos; ♻️ 140 sucatas para fundição e reciclagem. Segundo o edital do leilão, um carro ou moto apto a circular significa que ele pode voltar a trafegar em via pública, ficando o comprador responsável pelo registro do veículo junto ao órgão de trânsito competente, além do pagamento das taxas correspondentes. O Detran-SP não se responsabiliza pelas condições mecânicas do veículo e informa que o comprador já está ciente dessa situação, não sendo aceitas reclamações posteriores. Renault Logan de 2016, com lance mínimo de R$ 7.000 arte/g1 Veja outros destaques do leilão Chevrolet Agile LTZ de 2012 Lance inicial: R$ 6.500 Peugeot 207 Passion de 2010 Lance inicial: R$ 4.000 Renault Clio de 2011 Lance inicial: R$ 4.000 Honda CG 160 Titan S de 2021 Lance inicial: R$ 3.400 Chevrolet Corsa Wind de 2002 Lance inicial: R$ 2.800 Volkswagen Fox 1.0 Plus de 2007 Lance inicial: R$ 6.000 Peugeot 307 de 2007 Lance inicial: R$ 3.500 Honda Biz 100 KS de 2013 Lance Inicial: R$ 1.800 Suzuki EN125 Yes de 2008 Lance inicial: R$ 1.300 Honda Pop 110i de 2023 Lance inicial: R$ 2.200 A avaliação estimada de cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. O lance mínimo corresponde ao valor inicial para as ofertas. Os leilões são abertos a pessoas físicas e jurídicas, mas é vedada a participação de: Servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau; Leiloeiro, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; Proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho; Pessoas físicas e jurídicas impedidas de licitar e contratar com a administração, sancionadas com as penas previstas nos incisos III e IV do art. 156 da Lei federal n.º 14.133, de 2021 ou, ainda, no art. 7º da Lei federal n.º 10.520, de 17 de julho de 2002. Veja dicas para participar de leilões Leilão de veículos feito pelo Detran-SP divulgação/Governo de São Paulo Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão. Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos? Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados. Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata. “Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa. Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante. Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia. Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance. Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação. “Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista. Leilões particulares De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição. Simplificando o conceito: 🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras 🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados. Tipo de compra Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal. “Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes. Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes. Critérios para venda Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem: Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda; Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados; Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público. Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado. “Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta. Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”. Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir. Prudência e dinheiro no bolso De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão. “[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma. Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador. Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção. Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos. “Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina. É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo. “Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara. Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância. O que verificar: Documentação: incongruências jurídicas; Custos para regularização; Estado de conservação do carro; Custos para restauro; Condições de compra; Inspeção mecânica e de equipamentos. Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos. Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão; Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais; Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos; Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado; Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento. ▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo. ]]>
VDEO: Incndio de grandes propores atinge estacionamento da BYD na Chinahttp://gpideia.com.br/noticia/v-deo-incendio-de-grandes-proporcoes
Grande incêndio atinge estacionamento da BYD na China Um grande incêndio atingiu um estacionamento da BYD na cidade de Shenzeng, na China, na manhã desta terça-feira (14). Uma fumaça densa e escura tomou o céu nos arredores do local. Segundo a fabricante de carros elétricos, o estacionamento servia para armazenar veículos de teste e sucateados. A chama se espalhou por vários andares do prédio localizado no parque industrial de Shenzeng enquanto o corpo de bombeiros e policiais lidavam com o incidente. Segundo a BYD, o incendio já havia sido controlado e não há ocorrência de vítimas. Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, veículos elétricos queimam de forma diferente dos carros com motores a combustão interna, com incêndios que costumam durar mais e serem mais difíceis de extinguir, pois tendem a se reacender. Ainda não há informações sobre as causas do incêndio. Estacionamento da BYD é atingido por grande incêndio na China Redes sociais via Reuters Solução para incêndios em baterias A China está testando uma solução curiosa para o risco de incêndios em baterias de carros elétricos: ejetar o componente para longe do veículo. A proposta lembra o funcionamento do airbag, que se abre em frações de segundo para evitar o impacto do motorista com o volante. No caso da bateria, sensores identificam o superaquecimento e disparam o componente para fora do carro. Um vídeo, que circula na rede social chinesa Weibo, mostra um Chery iCar 03T adesivado com o logotipo do Centro de Pesquisa e Tecnologia em Reparos de Colisões de Veículos da China. Carro ejeta bateria superaquecida Weibo/Reprodução A Chery, presente no Brasil desde 2009 e que vende atualmente os SUVs Tiggo, o sedã Arrizo e o compacto iCar, utilizou a mesma rede social para negar participação nos testes. No vídeo, o carro expulsa a bateria em alta velocidade, fazendo o componente se afastar do SUV vermelho. Segundo comentários na rede social, a bateria percorre de 3 a 6 metros para longe do veículo. A intenção é evitar que o carro pegue fogo, afastando a bateria superaquecida antes que provoque o incêndio. O problema é que a medida desconsidera a segurança de quem estiver por perto. Seja outro carro estacionado ou até mesmo um pedestre que esteja passando na calçada. Regras de segurança O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares (CNCGBM) publicou um conjunto de diretrizes para a instalação ideal de carregadores de veículos elétricos. A ideia é harmonizar as melhores práticas de segurança para todas as unidades de bombeiros do país. As diretrizes incluem: Ponto de desligamento manual de todas as estações de recarga, a não mais de 5,00 metros da entrada principal; Local para o corte de energia entre os módulos de recarga e a rede elétrica por meio de disjuntor no quadro de distribuição; Afastamentos em relação a riscos específicos como áreas com líquidos igníferos e gás liquefeito de petróleo devem seguir os parâmetros das Instruções Técnicas pertinentes; Sistema de detecção de incêndio: proteção onde houver ocupações com garagens, dimensionado conforme a Instrução Técnica específica; Sistema de chuveiros automáticos: nas áreas de garagens deverão ser calculados como risco ordinário 2 com chuveiros de resposta rápida. Caso o pavimento da edificação onde houver ocupações com garagens seja dotado de ventilação natural com abertura mínima de 50% do perímetro em pelo menos duas fachadas, o sistema de extração mecânica é dispensado. Possuir do tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) mínimo de 120 minutos para área destinada à garagem. ]]>