Construção de mais dois postos de combustíveis preocupa moradores no Bairro Maternidade e Belo Horizonte, em Patos

Construção de mais dois postos de combustíveis preocupa moradores no Bairro Maternidade e Belo Horizonte, em Patos

28/06/2018 às 10:30 Vista: 216 Vez(es)

A construção de postos de combustíveis próximo de residências continua gerando polêmica na cidade de Patos. Em casos anteriores, moradores buscaram o poder judiciário para impedir as obras, porém perderam as ações, pois os empreendimentos atendem leis municipais, estaduais e federais, mesmo diante dos riscos à saúde e a segurança dos que moram vizinho destes.

Moradores do Bairro Maternidade e Belo Horizonte acompanham o surgimento de mais dois postos de combustíveis. Na Rua Elias Asfora, Bairro Maternidade, a obra ainda está no seu início. Na Rua Moacir Leitão, Belo Horizonte, o empreendimento está prestes a ser concluído.

Diante do surgimento dos postos, um morador fez uma pesquisa dos riscos e das leis e as fez chegar até a redação do Patosonline, mostrando que Leis Municipais foram modificadas para garantir a construção de postos de combustíveis próximo de unidades educacionais, de policiamento, templos religiosos e de unidades de saúde. Antes, a Lei 2.899/2000 do então prefeito Dinaldo Medeiros Wanderley determinava que os postos só podiam ser construídos com 500 metros de distância dos referidos locais, porém, o mesmo prefeito modificou a lei dois anos depois.

A partir de 2002, o mesmo prefeito, diminuiu a distância para apenas 50 metros para a construção dos postos de combustíveis. Desde esse período, tem sido fácil encontrar empreendimentos ao lado de unidades educacionais, de policiamento, templos religiosos e de unidades de saúde. Esse é o caso do posto na Rua Elias Asfora, próximo da Delegacia da Mulher e da Escola Aristides Hamad Timene e do posto do posto na Rua Moacir Leitão, por trás da Igreja de Nossa Senhora de Fátima.

Resta aos moradores a preocupação diante das construções e dos riscos à saúde que são decorrentes dos produtos químicos contidos nos combustíveis comercializados nestes postos, tal como o benzeno que é tóxico e exige os cuidados necessários dos que trabalham como frentistas, bem como dos consumidores no momento do abastecimento.

 

 

Jozivan Antero – Patosonline.com

 

 

 

 

 

 

VIA: Patos Online

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