Delegado André Beltrão explica mandados de prisão preventiva executados pela segunda fase da Operação Recidiva. Escute

Delegado André Beltrão explica mandados de prisão preventiva executados pela segunda fase da Operação Recidiva. Escute

12/12/2018 às 10:00 Vista: 240 Vez(es)

O delegado André Beltrão, da Polícia Civil de Patos, falou a imprensa local nesta terça-feira, dia 11, e na oportunidade repassou detalhes sobre a segunda fase da Operação Recidiva, deflagrada na manhã de hoje em vários estados, inclusive na Paraíba.

Sobre a prisão de Joilson Gomes da Silva, que ocorreu na cidade de Patos, o delegado comentou que a prisão preventiva do mesmo já havia sido decretada, porém o mesmo se encontrava foragido, mas veio a se entregar ainda na semana passada. O mesmo se encontra neste momento no presídio regional da cidade de Patos.

Beltrão ainda enfatizou que hoje a Polícia Civil cumpriu o segundo mandado de prisão contra Joilson, derivado de várias práticas, inclusive a destruição de provas importantes para investigações policiais.

Um agravante para o fato foi que ligações telefônicas indicaram que Joilson recebeu ordens para destruir seu aparelho de telefone celular, com o objetivo de eliminar qualquer prova contra ele e outras pessoas investigadas.

Em se tratando de um balanço geral da operação, o delegado informou que foram executados 6 mandados de prisão preventiva. Sendo que três prisões foram para presos que já se encontram em presídios, e mais dois para os municípios de Patos, sendo estes dois engenheiros, e mais um de João Pessoa.

Entenda

A Polícia Federal deflagrou nesta Terça-Feira (11/12/2018) a segunda fase da Operação Recidiva, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por fraudar, reiteradamente, licitações públicas em diversos municípios da Paraíba, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte, desviando recursos públicos em favor próprio e de terceiros, fraudando também os fiscos federal e estadual.

A operação é realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Após a deflagração da primeira fase da operação, restou caracterizado que os agentes criminosos estavam destruindo e ocultando provas deliberadamente para embaraçar a investigação criminal. Além disso, se comprovou a falsificação de documentos do acervo técnico das empresas para participar fraudulentamente de licitações, através de atestados/certidões falsos emitidos por engenheiros das empresas investigadas.

Ouça mais detalhes na entrevista que segue abaixo.


Matéria por Patosonline.com

 

 

VIA: Patos Online

Deixe seu comentário