Família carente ainda aguarda solução após perder residência durante incêndio na cidade de Patos
Agora a senhora Edineide da Silva Lima, 32 anos, está residindo com seus dois filhos na Rua Sabino Viana, Bairro Monte Castelo, em Patos. Ela mora nos fundos de uma residência e paga o aluguel graças a ajuda da Secretaria de Desenvolvimento Humano da Prefeitura Municipal de Patos.
Com ela residem dois filhos dos três que teve: José Davi, 6 anos, e Ester Francisca, de 3. O filho mais velho, Gabriel, 12 anos, mora com o pai. Edineide da Silva anteriormente morava no Conjunto Vista da Serra, Bairro Monte Castelo. A dona de casa disse que vivia feliz, porém um incêndio destruiu tudo e desde então se aguarda uma solução.
O referido incêndio aconteceu em uma sexta-feira, dia 03 de agosto de 2018. Edineide Silva, que ganha a vida fazendo faxinas e serviços doméstico, havia saído de casa para comprar algo em companhia da filha Ester Francisca. Ao voltar, encontrou a casa já em chamas e por felicidade o pequeno José Davi estava bem, pois saiu assim que as chamas começaram.
As chamas se alastraram rapidamente e em poucos minutos a casa ficou completamente destruída com todos os pertences da família. Equipes do 4º Batalhão do Bombeiro Militar (4º BBM) chegaram em tempo de evitar que as chamas se atingissem outras residências. O próprio Corpo de Bombeiros, alguns dias depois, comovidos com a situação, fizeram uma campanha para Edineide. A dona de casa conseguiu alimentos, utensílios domésticos, móveis e muita solidariedade.
Mas o que Edineide mais deseja agora é voltar a sua casa, porém, se espera posicionamento das autoridades para resolverem se ela tem direito a uma nova residência por parte da construtora ou mesmo pela Caixa Econômica Federal, órgão que financiou os imóveis através do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV).
O laudo do Corpo de Bombeiros confirmou que o incêndio teve início em uma das tomadas de energia no quarto da casa. A documentação já foi levada para a Caixa Econômica Federal e se aguarda um posicionamento. A espera já dura quase 4 meses.
Jozivan Antero – Patosonline.com
VIA: Patos Online
