Renault confirma interesse em fusão com Fiat Chrysler, mas adia decisão

Renault confirma interesse em fusão com Fiat Chrysler, mas adia decisão

04/06/2019 às 15:30 Vista: 344 Vez(es)


Diretoria da fabricante francesa continuará discutindo possível junção com ítalo-americanos. Fusão Fiat Renault Divulgação/Fiat/Renault/G1 A direção da Renault confirmou nesta terça-feira (4) o interesse em uma fusão com o grupo ítalo-americano Fiat Chrysler. No entanto, a fusão ainda não foi confirmada. "O conselho administrativo decidiu continuar estudando com interesse a oportunidade de aproximação e prolongar as discussões sobre o tema." A Renault ainda disse que realizará uma nova reunião na próxima quarta-feira para continuar discutindo a proposta, anunciou em um comunicado. A proposta da FCA é criar um novo grupo, com participação de 50% de cada empresa. Caso o acordo se concretize, a Renault poderia contribuir com sua tecnologia para o desenvolvimento de motores elétricos, enquanto a Fiat Chrysler entraria com sua forte presença no mercado norte-americano, além do portfólio de veículos 4x4 e picapes. A FCA acredita que a atual aliança formada entre a montadora francesa e as japonesas Nissan-Mitsubishi possa continuar mesmo com a nova fusão. De acordo com a Fiat Chrysler, o trabalho em conjunto entre todas as marcas renderia uma economia de 5 bilhões de euros por ano. Apesar disso, a FCA indica que a fusão não irá resultar em cortes de empregos e nem no fechamento de fábricas das empresas. Nissan e Mitsubishi ainda não se posicionaram sobre a continuidade da aliança, caso a Renault aceite o negócio. Fusão entre FCA e Renault formaria nova 'gigante' do setor automotivo Rodrigo Sanchez/G1 Fusão criaria 3ª maior montadora A Fiat Chrysler destacou que, baseado nos números de 2018, a fusão com a Renault criaria o terceiro maior grupo automotivo do mundo e teria "uma forte presença em regiões e segmentos chave". Somadas, Fiat Chrysler e Renault venderam 8,7 milhões de veículos no ano passado. O novo grupo ficaria atrás de Volkswagen (10,6 milhões) e Toyota (10,59 milhões). As ações teriam cotações nas Bolsas de Nova York e Milão, explica a Fiat Chrysler em um comunicado. VIA: G1 > Auto Esporte

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